E mais Facil Mudar a Estrutura de um Atomo

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Um Novo Dia Raiou.

Um novo dia raiou,
E eu pude contemplar.
As maravilhas de Deus,
ao ver o dia raiar.

Muitos não puderam ver,
o dia amanhecer.
Porque partiram desse mundo e
outros não podem enxergar.

Sou grato a Deus por tudo:
Mesmo sem merecer.
Hoje estou aqui Senhor, para te engradecer.
Pela cura do câncer, pela queda; quando
da escada fui lançado.
Os teus anjos me protegeram; e não fiquei aleijado.


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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA
TONNY SOUZZA

O feedback atua como um transformador que regula a fonte, elevando ou rebaixando a energia conforme a necessidade do sistema.

“Respirar pesa,
como se o ar tivesse memória.
E ainda assim eu fico,
carregando um silêncio
que só quer… paz.”

Ah, o Amargor

Ah, o amargor…
Saudade da doçura
de um sorriso sincero,
da felicidade que um dia foi pura.

Te quero — tanto —
que já não importa a idade,
nem o tempo que leve
pra reencontrar essa verdade.

Qual idade eu preciso alcançar
pra sentir tudo novamente?
Eu já senti o amor…
e hoje carrego o amargo presente.

Matei cedo demais
o que era vida em mim,
um amor tão inteiro
que não merecia ter fim.

Sou juiz e sou réu,
culpado, confesso — condenado,
crimes contra quem mais amo,
um coração que deixei marcado.

E pago, dia após dia,
com o gosto amargo da culpa,
com o peso do autoengano
que a alma nunca oculta.

Ah, o amargor nos meus lábios
toda vez que lembro de você,
de cada gesto, cada expressão…
e de tudo que deixei morrer.

Falei de sorriso — mas não me escondo:
não sou vítima dessa dor,
fui eu quem apagou o primeiro brilho
dos olhos do meu grande amor.

Ingênuo… não soube amar.
Hoje você segue, com outro alguém,
e eu só espero, em silêncio,
que nunca sinta o que eu sinto também.

Que não prove esse amargor,
essa saudade que não tem fim,
do seu “bom dia” perdido no tempo…
e de tudo que restou em mim.

Assinado:
Seu grande amor.

Raphael Bragagnolle

"Procure um emprego", diz o desempregado, "o maior fascista é o antifascista", diz o fascista.

Seguros são um golpe do bem, eles lucram quando você está bem e levam prejuízo se você sofrer riscos.

Agradar gregos e troianos ao mesmo tempo é coisa de quem esquece que nada é imparcial. Ou um ganha, ou dois perdem, se fosse pros dois vencerem não se chamaria de Guerra de Troia, e sim Abraço de Troia.

Não repita um teste que deu errado porque "vai que dá certo", pintar de azul duas vezes não vai sair vermelho.

Religião e Politica é igual á Alcool e Carro no final sempre acontece um acidente''

"Vitimismo Crônico" apelo emocional de um Gabarola mergulhado em suas concepções fraudada,a típica saída corrupta de interesses."

⁠"Seja racional!! Perca por um momento para vencer o Arrependimento."

"⁠Aquele que,em um conflito não devolve na mesma moeda é porque sabe o seu real valor.

"A esperança final de um cristão é a ressurreição e não a reencarnação."

Ira é um pecado quando ela tem consequências ruins, a Paciência é uma falsa virtude porque você se engana pra achar que o seu sofrimento vai acabar sozinho só de você esperar, e assim pessoas se vingam de forma que fiquem piores que seus inimigos.

Efeito Pavlov é você ver um vídeo de humor muito duvidoso e já pensar na frase "Kwai, seu app de vídeos curtos"

Deus morre, mesmo que por um instante, quando a nossa mãe vai embora.

MONÓLOGOS DE UM MISERÁVEL


Capítulo II — Fragmentos


Ou matas, ou acabas apunhalado.
Neste mundo condenado, para estabelecer vínculos, é preciso estar disposto a suportar o peso esmagador do ódio. O “amigo”, essa ficção social, figura entre os principais agentes do sofrimento. Em algum momento, inevitavelmente, desprezar-te-á quando a tua utilidade atingir o seu prazo de validade.


Não por maldade deliberada, mas porque a compreensão entre os homens é uma farsa, um pacto rompido antes mesmo de ser firmado. As pessoas não se interessam pelas razões que motivam as tuas ações.


Reagem apenas à superfície dos gestos.
Fingir, ocultar, proteger... tudo é interpretado como traição.


«No Hospital Dr. Bernardinho Camanga, na cidade do Dundo, província da Lunda-Norte, um homem ocultou a verdade de outro, acreditando que poupá-lo do desespero de uma doença terminal seria um ato de compaixão. Imaginou que poderia consolá-lo ou alimentá-lo com a esperança de uma possível recuperação, embora lhe restassem apenas três dias de vida. Quando a verdade emerge — como sempre emerge —, a amizade desfaz-se, contaminada pela mágoa e pela decepção.»


A intenção, ainda que nobre, é sempre relegada ao esquecimento. O que subsiste é a acusação, a ruptura, o silêncio.
O mundo fracassa porque não há compreensão; nem entre os homens, nem entre os animais, nem sequer entre as plantas, essas testemunhas silenciosas da degradação. Um único mal-entendido basta para romper um vínculo. Um lado afunda na depressão; o outro, na decepção.


Uma amizade de anos dissolve-se num instante. Ninguém deseja ouvir explicações. Exige-se transparência absoluta, e qualquer ambiguidade é punida com desprezo. Mesmo quando se mente para proteger, colhe-se ódio. A sinceridade não redime; a intenção não absolve. Por isso, quem aspira escapar dessa prisão miserável acaba por evitar a convivência.


O homem que vive só, fala só, caminha só: esse homem, ainda que dilacerado pela dor, é o único que já não pode ser ferido.
Não possui vínculos; logo, não pode ser traído.


Já não ama; portanto, já não é odiado. Não se relaciona; por isso, não se decepciona.


Erros? Só existem porque há outros para julgá-los.


Na solidão, o homem não erra: ele apenas é.


As pessoas assemelham-se às águas de um rio: fluem, passam, desaparecem. Tornam-se ausentes mesmo quando permanecem ao lado. Estão vivas, mas como mortas; incapazes de lembrar, ouvir ou socorrer. A sua ausência torna-se mais presente do que a própria presença. À distância, são moldadas pela vontade alheia, convertendo-se em marionetes nas mãos de quem melhor as manipula.


Pessoas são instrumentos. Nada mais.


A África, entre tantos exemplos históricos, é a ferida exposta dessa verdade:


Se não dominas, serás dominado.
Se não enganas, serás enganado.
Se não exploras, serás explorado.
Se não matares, morrerás.


Eis a lógica imunda do mundo: violência, domínio, ilusão.


O sofrimento é o indício mais honesto da existência.


Ele atesta a ausência de paz, de sentido, de finalidade. Não há serenidade na alma: se é que a alma existe.


O mundo é um palco desprovido de propósito. Um deserto de significados.
Tudo aquilo que chamamos de “sentido” não passa de uma construção desesperada; uma ficção que inventamos para suportar o fardo de existir. Criamos os problemas e, em seguida, simulamos as soluções.


Mas...


qual é o sentido de nascer para morrer?
Qual é o sentido de viver para sofrer?
Qual é o sentido de esquecer para depois lembrar, e lembrar para depois se arrepender?
Qual é o sentido?


Não há. Apenas fragmentos.

MONÓLOGOS DE UM MISERÁVEL




Epílogo


Ponderei, afinal, que a vida é um cemitério; e nós vivemos num enterro.


O ser humano não busca perdão, busca afirmação.


Não deseja habitar o céu; ambiciona possuí-lo.


Enquanto monologava, percebi que o diabo habita a terra, e o interior dos próprios homens. Não há outra via de salvar a espécie senão extingui-la; enquanto formos incapazes de preservar a paz, a harmonia e a ordem, a nossa existência não passará de um erro de cálculo da natureza.


Cada ser é o monstro de si mesmo; ainda assim, todos se apressam a julgar os erros alheios, como se isso aliviasse o fato de que somos, todos, contagiosos: a maldade humana é uma patologia infecciosa, e nós a disseminamos pelo mundo.


Talvez seja egocentrismo de minha parte; talvez porque não conheça a intimidade da sociedade — o que, por si só, já seria uma desonra —; ou talvez porque já não consiga reconhecer a humanidade em nós. Sinto que a essência do ser humano reside na retórica, não na verdade; na força, não no diálogo; no caos, não na ordem.


Aliás, o verdadeiro assassino silencia; os peões fazem ruído.


E cada um de nós ou é o assassino por trás de tudo isto, ou é o peão: a ponte que permite a sua consumação. Ao fim, não passamos de mais uma lógica impura que a natureza não consegue corrigir.


Não encontrei com quem dialogar. Então, afastado da asfixia social, isolei-me — e passei a monologar.


E, no meio de todo esse tédio, algo me disse:


Vocês são a falha da criação. Não há perdão. Restará apenas a memória após a extinção.

Por trás de um homem feliz há sempre uma grande guerreira que simplesmente se recusa a aceitar qualquer situação que não seja a felicidade.

O amor não é um tratado de paz, mas um armistício velado.