É hoje
Quando a guerra era fria, a paz nos aquecia! Hoje, os EUA controlam a paz e espalham a guerra! Gelam os corações e queimam o globo!
Feliz dia da Criança.
Deixe sua #criança interior sorrir!!
Simples e alegre
Hoje todos e todas podemos.YES!!
A moda Hoje:
Os Noias fazendo barulho com a moto para chamar atenção das mulheres.
Mulheres sendo esculachadas na rua e depois volta para o Cara.
Alugar um carro bonito e pegar as mulheres que gostam de status.
Os valores mudaram!!🏍️
Eu só quero lembrar que hoje (11.02) faria dois anos que você me falou no messenger que estávamos namorando. Pensei que seria um dia de felicidade e comemorações.
Minhas amigas queridas e amigos do face! Hoje é o dia da mudança (27/05/2020). Chega de aceitar migalhas, traições, pouco caso, desvalorização...vamos botar os pingos nos iiiisss. Nunca suportei coisa morna. Quem me conhece sabe que sou intensa."Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca."Apocalipse 3:16
Hoje dei graças a Deus pelo poder do livre arbítrio. Parece que tem gente que esquece que tem e tem gente que esquece que o outro tem.
Hoje é dia 24 de setembro de 2025. Como é difícil atravessar esse mês pelo que ele representa. Não vai passar. Nunca vai passar. Até parece que a vida seguiu. Externamente sim, "porque o tempo não para". Nunca pude me dar o direito de parar. Nunca pude, como algumas pessoas, passar dias e até meses chorando o meu falecido. Não. Eu não sou como os outros. Não posso ser. A mim sempre foi imposto um peso maior diante de tudo, desde a infância. Também prometi me manter de pe´, já que você não conseguiu. Sempre peço a Deus que o traga de volta. São meus momentos de insanidade...ou é de desespero? Não aceito, não me conformo, não esqueço, não aprovo, rejeito do fundo do meu coração ter perdido você meu filho!
Pensei hoje nos meus três filhos. Chorei ao lembrar do desejo, os três filhos. Esses que nunca tive. Com exceção de um que já se foi. E dos dois que não nasceram. Doeu não tê-los tido. Sinto saudade dos meus três filhos.
Em silêncio, sem que ninguém saiba, eu choro a morte do meu filho todos os dias. Hoje me perguntaram por que eu chorava, se alguém havia morrido. Quando disse que era pelo meu filho, ouvi como resposta: "Mas já se passaram sete anos?". Preferi não explicar, apenas calei. As pessoas realmente não entendem que o tempo não apaga a ausência de um filho.
Hoje testemunhei uma situação que revela o caráter coletivo de nossa convivência social. Um porteiro, diligente em sua função de manter a ordem, se dirigiu a um veículo que estava estacionado em local proibido para orientar o condutor. Ainda assim, o motorista ignorou sua presença: não respondeu, não justificou sua ação e sequer reconheceu a autoridade ou a educação básica envolvida naquela interação.
Esse episódio pode parecer trivial para alguns, mas nos mostra algo essencial: o respeito mútuo e o senso de responsabilidade cívica não são meras formalidades — eles são pilares que sustentam uma sociedade funcional.
Mesmo diante da indiferença e da falta de reconhecimento, o porteiro manteve sua postura profissional, cumprindo seu dever com disciplina e integridade. Isso nos lembra que o verdadeiro valor do trabalho não depende da aprovação imediata dos outros, mas da consciência de que nossas ações refletem princípios maiores — ordem, respeito e dignidade.
Assim, observamos que o exercício do dever, mesmo quando invisível ou ignorado, fortalece o tecido moral de nossa comunidade. A dignidade pessoal se enraíza na consistência entre o que se sabe ser certo e o que se escolhe fazer, independentemente da reação alheia. E nesse espaço entre ação e reconhecimento, reside a verdadeira natureza do respeito e da civilidade.
“Na oração de hoje, peço a Deus que desfaça toda máscara construída para sustentar aparências e silencie os personagens que ocultam a verdade da alma. Que caiam as projeções, os disfarces emocionais e os mecanismos que tentam esconder intenções por trás de imagens cuidadosamente moldadas. Pois aquilo que é autêntico não teme revelação. Que a luz divina atravesse o ego, exponha o caráter, purifique as relações e permita que apenas a essência permaneça. Porque nenhuma imagem sustenta por muito tempo aquilo que o coração não consegue ser.”
A melhor maneira de esperar a volta de Jesus é viver de forma que, se Ele vier hoje, nos encontre amando, servindo e permanecendo fiéis.
Hoje o desejo me habita de uma forma diferente. Latente, inquietante, vibrante. É um daqueles dias em que a vida se revela nos detalhes, em que o corpo conversa com os pensamentos e responde às emoções como se cada sentimento encontrasse nele um lugar para existir.
Sim, o corpo tem suas necessidades. Ele pede atenção. Clama por presença. Às vezes trava um verdadeiro embate com a consciência. De um lado, o corpo que deseja sentir. Do outro, a alma que se recusa a ceder ao que é passageiro. E eu permaneço entre os dois, tentando conciliar aquilo que pulsa com aquilo em que acredito.
Desejo, sim. E desejo intensamente. Mas não qualquer toque. Não qualquer abraço. Não qualquer corpo.
Depois de tantos anos me guardando, percebo que a espera não enfraqueceu meus desejos. Fez exatamente o contrário. Refinou-os. Tornou-os mais conscientes, mais profundos, mais exigentes. Meu corpo já não anseia apenas por ser tocado. Ele anseia por reconhecer quem o toca.
Talvez seja por isso que você ocupe tanto os meus pensamentos.
Há algo em você que desperta tudo aquilo que permanecera em silêncio. Como se meu corpo soubesse, antes mesmo de mim, que toda essa espera sempre caminhou na direção de um único encontro.
E então imagino nós dois. Não por impulso, mas pela intensidade de tudo o que foi contido. Como se anos de espera, desejo e ausência se encontrassem no mesmo instante, fundindo-se num eclipse de sensações únicas, onde corpo, alma e coração deixassem, finalmente, de caminhar em direções diferentes.
Confesso que há dias em que essa espera pesa. Hoje é um deles. Meu corpo parece sussurrar que já esperou o suficiente. Que deseja repousar, enfim, nos braços do homem que há tanto tempo habita meus pensamentos.
Talvez esse seja o maior paradoxo do celibato: ele não mata o desejo. Apenas o ensina a esperar pela pessoa certa.
E depois de tanto tempo me guardando... depois de tanto tempo te aguardando... já não desejo apenas esperar.
Desejo você.
Deus, hoje eu só preciso que o Senhor me enxergue.
Não vim fazer uma oração bonita. Não vim repetir palavras que já não conseguem traduzir o que existe dentro de mim. Hoje eu só vim porque já não consigo carregar sozinha o peso que tenho sentido.
O Senhor conhece cada renúncia que fiz. Conhece cada desejo que calei, cada lágrima que escondi, cada vez que escolhi obedecer mesmo quando tudo em mim queria desistir. Eu tentei ser fiel. Tentei acreditar que toda espera teria um propósito e que nenhuma entrega feita ao Senhor seria em vão.
Mas existe um lado da espera sobre o qual quase ninguém fala.
Ninguém fala da angústia de um corpo que também sente. Da mulher que também deseja ser acolhida, amada, escolhida, desejada e cuidada. Ninguém fala da solidão que visita o quarto quando a noite chega, nem da batalha silenciosa entre a carne e o espírito. Como se viver um propósito anulasse aquilo que também fomos criados para sentir.
E eu sinto, Deus.
Sinto falta de um abraço que permaneça. De um olhar que me encontre. De alguém que faça o meu coração descansar sem que eu precise lutar tanto para acreditar que vale a pena continuar esperando.
Há dias em que me pergunto se não estou apenas assistindo à vida passar pela janela. Enquanto tantos vivem, constroem histórias e encontram companhia, eu permaneço aqui, presa entre crenças, renúncias e promessas que ainda não consigo tocar. Às vezes, tudo parece distante demais. Até a esperança.
Perdoa-me por dizer isso, mas hoje a espera pesa.
Pesa porque eu também sou carne. Sou mulher. Tenho emoções, tenho desejos, tenho medos. E, por mais que o meu espírito queira Te honrar, há dias em que meu corpo se cansa de esperar por respostas que nunca chegam.
Então eu Te pergunto, com toda a sinceridade que ainda me resta: o que o Senhor quer de mim que eu ainda não consegui compreender? Onde estou falhando? O que ainda preciso aprender? Porque eu tenho tentado. Tenho obedecido dentro das minhas limitações. Tenho permanecido quando tudo em mim queria correr para qualquer lugar onde a dor parecesse menor.
Se for para continuar esperando, faz com que essa espera se torne leve. Se ainda não chegou o tempo da resposta, sustenta-me até ela. Mas, por favor, não permita que eu me perca de mim enquanto caminho em direção à Tua vontade.
Olha para mim, Deus.
Não para a mulher que tenta parecer forte diante dos outros, mas para a filha que hoje se sente cansada, confusa e profundamente aflita. Acolhe aquilo que nem eu consigo nomear. Abraça o que em mim está ferido. E, se eu estiver caminhando na direção certa, dá-me apenas a graça de continuar.
Porque hoje eu não preciso de explicações.
Hoje eu só preciso sentir que o Senhor continua aqui.
“O que você tem para fazer, faça hoje, porque o hoje é vivo; o amanhã não existe, ainda vai nascer.”
Desejo-lhe que hoje seja um daqueles dias em que você se apaixone pela vida e celebre por estar vivo.
Que coisas muito boas lhe aconteçam e, quando acontecerem, não duvide de que você as merece.
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