É hoje
Sou grato por ter amigos, pessoas que por nada gostam de mim, hoje com essas redes sociais temos tantos amigos, mas nada como nossos amigos de raiz, de longa data.
Com esses amigos eu percebo que o básico é o que nos tornam felizes, pq com esses amigos o básico é legal, o silêncio é legal, o filme é legal, a conversa chata, qualquer coisa é legal pq o legal mesmo é estar perto.
Que o cultivar vire rotina, que as redes sociais caim da moda, que ser antiquado vire moda, que ao invés de ligar, mandar um Zap ou até mesmo adicionar no Facebook saím das nossas rotinas, e que as visitas, os encontros, os abraços se tornem mais reais e frequentes.
Vamos analisar as diferenças,
Tempos de hoje
Facebook – 5.000 amigos
Whatsapp – 40 conversas ativas
Instagram – 8.000k
Amigos de verdade 2,
Colegas que vem na sua casa 3,
Brincadeiras de hoje,
Conter strike,
Sinuca online,
Dama online,
Futebol online,
Tudo online,
Tempos antigos
Redes sociais 🚫
Whatsapp 🚫
Telefone, ligações 🚫
Brincadeiras de rua,
Pega pega,
Esconde esconde,
Garrafão,
Chicote do zorro,
Futebol,
Vôlei,
PiPa,
Salada mista,
Verdade ou desafio,
Entre outras milhares…
Amizades pra chamar de amigos 7
Colegas que vinham na sua casa 10
As coisas mudaram e mudaram muito, portanto, faça diferente, cultive e se ama seus amigos vá até eles porque amizade é isso, é gostar de estar perto.
Em qualquer aspecto da vida,
nem sempre estar certo
é o mais importante.
Portanto, viva o hoje da
flexibilidade da compreensão.
Curta o seu amor hoje. Dessa forma,
se acontecer de perder,
o máximo que conseguirá, é guardar no seu coração.
Queria ver teus olhos com meu olhar de hoje,
Ver seu olhar ao perceber o que hoje sou.
O espanto seria meu e a tristeza seria sua.
Olharia para mim como um estranho que olha para um espelho…
O que vc diria para mim?
O que eu diria para você?
Eu teria a ternura de um pai…
Você teria a angústia de um filho…
Eu olhando o que um dia eu fui,
Você sabendo no que se tornou
E os dois chorando por um passado e futuro
Aos 30, eu queria conquistar o mundo, tudo tinha um tamanho muito grande na minha cabeça, hoje eu faço o que posso em todas as áreas.
Hoje eu senti a necessidade de escrever, de transbordar em palavras aquilo que sinto. Ontem, permiti-me vazar, escoar as emoções que estavam represadas. Recordei-me de Viviane Mosé, que em seus poemas presos nos lembra da importância de dar vazão aos sentimentos. E foi isso que fiz: deixei que eles fluíssem.
Encontrei duas amigas queridas, com quem compartilho um amor de 12 anos. Ambas trilharam caminhos distintos, mas agora se reencontram. Apesar das marcas do tempo e dos desafios enfrentados, o elo entre elas permaneceu. É fascinante perceber como a vida, com seus fluxos e refluxos, separa e une as pessoas, quase sempre com um propósito maior do que conseguimos entender. Talvez o destino as coloque juntas novamente para que uma seja o reflexo e a transbordação da outra, preenchendo os vazios que cada uma carrega.
Ao observá-las, senti-me atravessado por suas histórias e pela beleza contida no reencontro. A essência de cada uma continuava intacta, mas transformada pelas experiências vividas. Nesse encontro, enxerguei a potência do amor que resiste, que sobrevive às dores e floresce em formas inesperadas.
É difícil para mim escrever sobre isso. Desde que desci da estação, construí um escudo protetor contra as dores do amor. Ainda assim, não posso negar: a estação continua linda. Cada amanhecer me encontra em paz, leve, livre. Mas essa liberdade é paradoxal – enquanto posso ir e vir, sinto-me, por vezes, sem saber o que fazer com tamanha vastidão. Ainda assim, é uma sensação boa, reconfortante.
Ao reler o que escrevi sobre solidão, percebo agora que a solitude começa a tomar forma. Talvez a vida nos ensine, incessantemente, que estamos aqui para curar e sermos curados. Cada despedida e cada reencontro trazem consigo lições veladas. A partida da estação me fez perceber quais trens não quero mais tomar. E, apesar de ainda nutrir certa descrença no amor genuíno, descobri que sou capaz de amar.
Reconheço o amor que passou, ou talvez ainda passe, por minha vida. Ele foi lindo – e isso basta. Ontem, durante a parada na estação, reafirmei para mim mesmo que o amor, mesmo atravessado pela dor, é belo. A dor, passageira como é, tem a estranha capacidade de nos iluminar, de nos fazer compreender nosso lugar no mundo.
Quando o amor floresce, ainda que sob a penumbra do sofrimento, ele deixa de ser dor para se transformar em calmaria. É como se, em meio ao desequilíbrio do coração, uma paz silenciosa se instaurasse. Assim, compreendo que o amor é, antes de tudo, uma experiência humana sublime: é a transformação da dor em beleza, é o reconhecimento da nossa própria vulnerabilidade e grandeza.
E assim, como as amigas que se reencontram e se completam, percebo que cada história, cada encontro, cada despedida, desenha um ciclo que nos convida a viver plenamente. O amor é, no fim, o que nos une a nós mesmos e aos outros, transbordando para além do tempo e do espaço. E na estação da vida, onde chego e de onde parto, carrego comigo a certeza de que o amor, mesmo atravessado pela dor, continua sendo o ponto de encontro mais bonito.
Hoje eu acordei com saudade do "trem".
Mesmo a estação sendo bela, algo em mim clama por notícias do passageiro.
Será que está bem? Será que as paisagens que agora contempla são tão belas quanto as que um dia dividimos?
Me deu vontade de sentir de novo o abraço, o cheiro, de mergulhar no universo dos seus olhos.
Mas eu choro.
E dói.
Dá vontade de pegar o telefone, de buscar a voz que acalmava, mas não posso.
Na nossa última conversa, algo em mim se quebrou.
Houve um “ponto final” – literal e escrito (ponto final).
Ainda assim, eu não consigo guardar ódio.
Não consigo apagar o brilho do trem que passou por mim, mesmo que tenha partido. Foi lindo.
Foi uma viagem que me ensinou tanto sobre mim, sobre o amor, sobre a vida.
Como eu queria sentir aquele abraço mais uma vez, o carinho que parecia eterno.
Mas o medo me trava.
O medo de me aproximar e ser deixado novamente, despedaçado em pedaços tão pequenos que mal conseguirei recolher.
O medo de expor o que sinto e encontrar do outro lado um silêncio que fere mais do que mil palavras.
O que aconteceu entre nós é grande demais, complicado demais.
Parece que não temos volta.
Parece que esse trem nunca mais parará na estação onde eu estou, mesmo que eu fique esperando, mesmo que eu deseje tanto que o som dos trilhos ecoe novamente.
Eu sinto saudade.
Uma saudade que parece querer explodir meu peito.
Eu sinto sua falta.
Se um dia você ler isso, saiba:
Eu agradeço.
Agradeço por tudo o que fez por mim, por cada instante, por cada ensinamento.
Agradeço até por ter resistido tanto antes de desistir de nós.
E, apesar de tudo, eu não quero dizer adeus.
Eu digo: até breve.
"Eu já te disse hoje que o universo sempre organiza um jeito para que as coisas cheguem até você? Faça a sua parte e confie!"
Hoje, as memórias boas se esvaem, e tudo o que resta de você em mim ficou só a carcaça.
Possuo somente as escrituras e poesias como companheiras e confidentes.
Apesar disso, continuam
impertinentes,
sem rima
e tampouco clima.
Não me dão mais
o menor dos sentimentos.
Mas chorar não inverte a situação,
e muito menos apaga os teus erros,
só aumenta a dor
e a angústia.
Entre rimas perfeitas,
deixei pedaços de mim nas letras,
e fiz da dor
uma solidão de mesmice,
na esperança
de que você me compreendesse
Deixei meus poemas falarem,
Aquilo que o meu ser nunca teve coragem .
Encho o meu peito de coragem para abordar a ti mulher fatal, que outrora fora deusa, e hoje mulher dos meus sonhos.
Antes, escrevia sem parar.
Hoje em dia, escrevo com calma.
Após um escrito terminado, procuro os erros visíveis.
Ainda assim, sinto um pouco de dificuldade, mas, a cada dia, estou buscando melhorar.
Não é somente um texto escrito, é uma alma que se liberta.
Até mesmo as pausas são necessárias para o nosso aprendizado.
Escrever é um processo de construção individual.
Antes eu era um burro, mas a vida me ensinou. E hoje eu continuo um burro, mas um burro com experiência
A escola nunca foi o meu forte, a única lei que conheço é da sobrevivência.
Amo a poesia, amo a escrita, amo as letras, mas a minha precisa é de paCiência
As mesmas pessoas que crucificaram Jesus, usam o nome Dele para crucificar outras pessoas hoje. O ser humano com a visão deturpada é a própria besta do Apocalipse.
Junto com o que é a vida, há o que ela pode ser. Os sonhos hoje não são, mas talvez um dia serão. E quando forem, a vida será o que é, indo em direção ao que novamente pode ser.
CRESCIMENTO TEM DOR.
Eu chorava cantando, olhos feito desgelo.
E por mais que sonhava, hoje é meu parecer.
Meu cão sempre comigo. Acreditei em castigo. Nós dois sem ter abrigo, latindo aborrecer.
Crescimento tem erros, às vezes vem com a dor.
Me nego me, e depois me condeno. Faz sentido e vale apena. Vale apena até a dor.
Descarto te, você hoje é problema.
Às lágrimas são tão pequenas.
Molham nem meu calor.
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