E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais
Essa saudade mais uma vez se perdeu na perfeição que existiu ou até a promessa que nunca se cumpriu;
As lágrimas que meus olhos destilou não foi por mal, mas sim de falta de você;
Sei que é difícil esquecer tudo o que passou, pois não foi desse jeito que aconteceu e só nunca esqueça de mim;
Peço mais uma vez ao amor para reconhecer que faço o impossível para ir além e conquistar meus objetivos;
Sei que humano sou e não sou perfeito, pois não nasci para perder e com as certezas que me envolvem eu sou um vencedor
Quero te fazer feliz ao menos uma vez para te situar nos princípios dos meus sentimentos mais verdadeiros;
Sei que faço essas coisas para lembrar-me do quanto eu sou capaz de te fazer sorrir;
Te amar e contemplar são os meus maiores modos que te atrai com a sua atenção e me guardar em teu coração;
Desculpe-me pela falta de sensatez, mas a poesia é desejada mais de uma vez
Com ela é capaz de sermos um pouco mais tolerantes
Amarmos uns aos outros gratuitamente atingirmos o grau perseverantes
Pois falamos de sentimentos, amores verdadeiros e fazemos cumprimentos
Com a poesia desatamos as algemas em nós
Reconhecemos a nossa culpa dando razão a nossa voz
Então aos desinteressados de plantão...
Ofereço a poesia para gravar no fundo do teu coração;
De repente Extinto
O que existia já não mais
De repente outra vez puro instinto
De novo o que antes jaz...
Num sopro de manhã se refaz...
Minha alma chora bem alto e fico constrangido dentro de mim mesmo, mais de mil vezes toda vez que me deparo com as vitimas inocentes da sombra, crueldade e imbecilidade anti-humana proferida a vida por loucos e insanos que jamais deveriam ter nascidos. Pergunto sempre a natureza, nestes casos, até quando vai se permitir, errar.
Tudo fica pra trás, a vida vai se acabando pois os que ligavam de vez em quando não ligam mais. Lembranças vazias que a vida nos trai. Não existem saudades afinal nunca foi tão generoso e bom assim se não dependesse de mim.
Em 2022 no Brasil, celebra se o primeiro centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. Mais uma vez o ícone cultural deste movimento de brasilidade nas artes advém da nossa cultura ancestral indígena, são para mim carinhosamente, as filhas da figura masculina do Abaporu, do "homem que come" do período antropofágico de Tarsila do Amaral, que hoje vive no exilio. Elas chegam a nos pela Bienal, pelas belas artes indígenas, as nossas meninas indígenas, as Bonecas Carajás os ritxòkò, licocó, titxkòò ou litjokê vem revalidando a antropofagia cultural do original manifesto de Oswald de Andrade de 22 na promoção da brasilidade e do necessário canibalismo da cultura estrangeira cada vez mais neste período vivido hoje, entorpecido e agressivo da falsa globalização e das "fakes" da internet.
Quando tudo parece não ter mais saída, o melhor a se fazer, é resolver uma coisa de por vez e manter-se forte ao máximo para resolver estes problemas, ainda isso que leve anos, agindo assim, não tem como dar errado!
Não aprecio atividades em grupo com mais de duas pessoas, uma vez que, ao ser criado no ventre da minha mãe, eu estava só e, no dia em que for deixar este mundo, certamente estarei novamente.
... acho que já sabes,
Mas digo mais uma vez:
Se me quiseres como teu,
Tenhas a certeza de carinhos e cuidados,
também que teu para sempre serei.
“As ações falam mais do que as palavras. Podemos pedir desculpas uma e outra vez, mas se nossas ações não mudam, as palavras ficam sem sentido”
as estrelas nos escolheram para vermos a lua juntos.. mas ele preferiu ir mais de perto, dessa vez.. sem mim. E acabou virando uma
Mais uma vez você se foi.
Como água escorre pelos dedos;
Por falta de cuidado da minha parte
Você se foi…
Quanto mais igrejas abrem, maior é a falta de amor! Uma vez que elas abrem precisamente, por falta de amor!
Hoje mais uma vez
Me peguei pensando em você
Lembrei da tua voz
Do seu cheiro
Do seu toque
E com isso tudo
Meu ser
Chorou por dentro
Mas enfim aos poucos
Fui percebendo que no
Fundo dele
Só tem as
Melhores
Lembranças
Dos momentos
Junto a tua presença
O Coelho que Não Sabia Perder
Era uma vez um coelhinho chamado Tico. Ele era o mais veloz da floresta e adorava competir. Corria com os esquilos, pulava com os sapos e até apostava quem conseguia comer mais cenouras com os outros coelhos. Mas havia um problema: Tico não sabia perder.
Quando ganhava, ele pulava de alegria e gritava:
— Eu sou o melhor! Ninguém me vence!
Mas quando perdia, ficava emburrado, cruzava os braços e dizia:
— Isso não valeu! Vamos jogar de novo!
Certo dia, os animais da floresta organizaram uma grande corrida. Todos estavam animados, e Tico tinha certeza de que venceria. Mas, para sua surpresa, um tatu chamado Tutu ganhou a corrida!
Tico ficou tão bravo que não quis cumprimentar Tutu e foi embora pisando forte. Sentou-se debaixo de uma árvore e resmungou:
— Isso não é justo! Eu sempre ganho!
Foi então que a coruja Sabiá pousou ao seu lado e disse:
— Tico, ganhar é bom, mas perder também ensina algo importante.
— Ensina o quê? — resmungou o coelhinho.
— Ensina que nem sempre podemos ser os melhores em tudo, e que parabenizar os amigos quando eles vencem nos torna grandes de verdade.
Tico pensou por um momento e percebeu que, enquanto estava ali emburrado, os outros animais estavam felizes comemorando juntos.
No dia seguinte, ele procurou Tutu e disse:
— Parabéns pela corrida! Você foi incrível!
Tutu sorriu e respondeu:
— Obrigado, Tico! E você corre muito rápido! Quem sabe na próxima corrida você ganha?
A partir daquele dia, Tico aprendeu que o importante não era só ganhar, mas também se divertir e torcer pelos amigos. E assim, a floresta ficou ainda mais alegre, com brincadeiras onde todos saíam ganhando, no coração.
Fim.
Se sinta feliz....
Uma vez meu Pai me contou que andava de tamanco por não ter um sapato e mais adiante foi invadido por uma alegria de poder usar tamancos, quando encontrou um homem que não tinha os pés.
Brilha mais uma vez, com esperança o olhar
Esperando desabrochar, a flor de pitanga para me banhar
Já está na hora de mudar, movimente sua alma ao ventar
Brilha mais uma vez, as estrelas e o luar
Esbaldando vontade, para as estrelas que o céu vão rasgar
Começou a esfriar, começou a acelerar, acabou o ar
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