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E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais

Cerca de 461470 frases e pensamentos: E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais

Tem sido cada vez mais difícil a cada dia que se passa saber que aquela minha esperança de dias melhores que estão por vir, não existe mais. Pensar que a minha alegria não vai mais chegar de uma viagem longa vinda do Nordeste do País, e que todos aqueles anseios não serão mais saciados... Eu sempre me foquei nas coisas em que eu dizia. E sempre disse que coisas felizes não foram feitas pra mim, porem algumas vezes encontramos com pessoas que nos fazem querer desistir de idéias que já temos a anos e querer acreditar que realmente podemos ter coisas a mais do que aquilo que viemos planejando pra nossas vidas, porém aquele maldita esperança que antes você sempre quis que fosse a primeira a morrer, dessa vez insistiu em ficar viva por muito e muito tempo até que quando ela finalmente se esvaiu, você percebe que não queria mais que ela acabasse e que no fim tudo pudesse dar certo. Infelizmente as coisas parecem insistir em não dar certo, e essa é a vida, a mesma vida que te faz querer mais quando você mesmo sabe que merece menos.

Inserida por Ridokuto

A lua vai caindo conforme a terra gira e o tempo passa. A lua cai. Cada vez, cai mais.

Inserida por SabrinaNiehues

Deixaremos a fotografia cada vez mais sem vida

Inserida por gregoriodemoraes

Cada vez que perdemos um ente querido, nos voltamos para o mais profundo do nosso interior, e escutamos os gemidos inexplicáveis da nossa alma, em uma classe de dor, que somente o nosso espírito tem o dom de interpretar.
E enquanto as lembranças continuam a escrever as nossas histórias, os que ficamos, viveremos apoiados na esperança, de que algum dia, em algum lugar divino , voltaremos nos encontrar ... Em uma vida incorruptível e eterna.

Inserida por marachan

Sim, é morrer para Viver.
A cada dia morro mais
Porque me firo mais
E sobrevivo cada vez mais.

Inserida por fernandopensador

E a mesma eternidade que nos separa nos uni cada vez mais.

Inserida por rafaavlis

...as marcas da vida, já estão ficando cada vez mais fortes em meu rosto... cada "traço" uma história contada, cada ensinamento um passo adiante e cada aprendizado um crescimento constante...

Inserida por Nettokyo

Difícil.
Como é dificil andar para frente, a gente caminha...caminha e fica cada vez mais longe do lugar onde queremos chegar.
Tropeçamos, caímos, levantamos e tornamos a caminhar, aí vem um vento nos empurra para trás querendo fazer-nos parar.somos persistentes temos que continuar, pode demorar, mas um dia a gente vai chegar.

Inserida por RoseMary

Meus D'javus estão cada vez mais curtos, O que será que significa?

Inserida por xxxmathxx

⁠O Corredor
As tardes caíam cada vez mais longas, sem expectativa e numa falta de prosa desconcertante.
Já ia longe a guerra do silêncio entre o casal em sua primeira disputa. Era difícil aplacar a angústia do que ia acontecer, disfarçar a ansiedade da volta e representar que tudo vai bem ou ia bem.
A janela foi objeto do desejo de disputa.
Abre a janela, Ana, está um calor danado desse jeito não consigo dormir, o quarto está abafado isto só dá pesadelo. Ela retrucou:
Pesadelo são os morcegos que entram no quarto e ficam assombrando o meu sono. Passo a noite vigiando a janela, de sentinela, enquanto você se refresca e dorme. No outro dia fico exausta.
— Assim não dá, Ana você acende velas no oratório, fecha a janela e o quarto fica mais abafado do que igreja em dia de Semana Santa. Isto já virou tormenta na hora de dormir, perde até o gosto de se deitar. Suar na escuridão é triste.
— Gosto da janela cerrada, dá mais segurança...
Vou abrir, Ana. amanhã é dia de serviço, a esta hora ainda não peguei no sono... deixe a luz da lua molhar o seu corpo, soprar o cheiro da flor do pequizeiro a perfumar o quarto.
Empertigada, Ana levantou-se:
— Então fique aí com a lua, os morcegos e as formigas dos pequizeiros. Vou para o outro quarto.
— Você é quem decide, Ana.
No corredor, quando as tábuas estrilaram, já bateu arrependimento.
Ana mastigou o conselho da avó: “Nunca saia de sua cama a volta é mais difícil''.
E foi assim. Tião ficou no quarto do oratório, de cortinado, as melhores cobertas, com a luz da lua, de janela aberta. Ana penava no final do corredor em colchão de capim, suando de calor e medo, disputando espaço com as muriçocas. Toda noite planejava e ameaçava: vou lá no outro quarto; “Amanhã tiro o cortinado...” Mas clareava o dia e pensava: “Quem vai subir e pregar este peso nas alturas?"!
Não se conversou mais sobre o assunto. Os pequizeiros floresceram, cheiraram, derramaram seus frutos, caíram suas folhas e não conversou mais.
O inverno chegou, a janela cerrou e Ana emperrou no quarto do corredor. Tião apostava até quando?! Aqui neste sertão sozinhos era só esperar...
Agora quem deixava Ana de sentinela eram seus pensamentos, haja tijolo quente debaixo da cama para aquecer a solidão, além da trabalheira, dos dedos queimados, dos pés gelados a indecisão deixava o corredor da volta mais comprido.
Tião matutava: tinha que tomar atitude, Ana ia botar fogo na casa. Coitada! Moça da cidade não tinha costume da roça. Levantou-se, encheu-se de coragem, pegou a vela para atravessar o corredor. A cálida luz iluminou todo esplendor de Ana que de vela na mão também voltava ardendo de saudade.
Entreolharam-se e gungunaram:
— Oiiiii.
Cruzaram o corredor cada um em sentido contrário. Ana adentrou no quarto do oratório com cortinado e Tião no quarto do corredor com o colchão de capim. Sentou-se na cama desolado, contrariado, acanhado e deitou-se.
Palpitando de ansiedade Ana mal conseguiu sentar-se na cama: no instante sentiu o cheiro das roupas de Tião que exalavam da cama ainda quente o que disparou suas lembranças e encurtou o caminho da volta. Com as mãos e os pés frios da noite, com o coração ardendo de coragem, a chama da paixão iluminou o corredor e caminhou para junto de Tião.
No espaço exíguo da cama deitou-se com o coração apertado acomodando seu corpo ao de Tião. Ele entrelaçou sua cintura em sinal de reconhecimento. Ana com os pés gelados encostou seus pés ao dele para roubar seu calor. Ele a aqueceu e perguntou:
— Não estamos brigados, Ana?
Rindo afirmou:
— “Pés não brigam”.
Livro: Não Cortem Meus Cabelos
Autora: Rosana Fleury

Inserida por RosanaFleury

⁠O Brasil atual mergulhado na corrupção e com os corruptos cada vez mais se tornando líderes religiosos está se tornando um celeiro de falsos profetas, pois, muitos acreditam que a religião é um meio tão fácil quanto a política para extorquir o povo carente e desatento.

⁠Tenho lido alguns romances ultimamente e cada vez mais percebo que nunca chegarei lá.
Vejo isso ao ler as entrelinhas dessa tragédia romântica e me dói por saber que apenas que a reciprocidade não existe.
Assim como nos livros certos momentos ficaram marcados...

Mas feridas são só feridas, uma marca a mais não doi tanto.
Pelo menos não deveria...

Inserida por jpsmmr

⁠Disposição e força de um monge
Minha fé não se esconde
Me levanta
Me faz caminhar cada vez mais longe
e eu me aproximo cada mais do meu ideal
Oh fé entrega direção
Somos sempre seremos
Filhos do sol .

Inserida por Lucas_Sthefan

⁠“Nas organizações, cada vez mais, a essência do processo mudança e suas diretrizes devem ter como suporte os valores e a cultura organizacional.”

Inserida por MVR

⁠Cada vez mais as tecnologias rompem o estacionário e transformam a sociedade em novos e extremos predicados. O que hoje é banal, amanhã é celebração.

Inserida por marcos_martins_3

Íntimo Dado (A Senha)

Cada vez que gritam: pobre!
me assusto. Recuo ao canto
mais perto do rés do chão.

Negro, fico sem cor.
Fúria, fico sem fala.

Pois sei que as balas dos patrões,
que as balas dos políticos, da polícia
correm atrás de mim sem-terra,
correm atrás de mim sem-teto,
correm atrás das minhas razões
por esses labirintos finitos
enredados de justiça e democracia,
só para eu sair nos jornais,
morto na foto,
sangue vazando pelos ouvidos.

Toda vez que eles gritam: pobre!
é a tortura, é o estampido, é a vala.
É a nossa dor que tranquiliza os ricos.
Alô rapaziada... tem de antenar o dia:
o vento que venta lá, venta cá.

Inserida por pensador

⁠Minha escrita perde cada vez mais a luz que um dia se fez constelação de palavras.
Nunca se esqueça da maldade humana, somente a lembrança dos males lhe fará prosseguir, na certeza da luta que nutrida pelo ódio colocará fim ao sangue derramado de inocentes.
Nutrida pelo ódio, porque talvez ele me faça forte e evite lágrimas diárias. Não cabe diálogo, seus pés pisam em gargantas que ousem contestar.
Nunca se esqueça da maldade humana, que divide e classifica seres que respiram do mesmo ar. Que esteriotipa aqueles que gozam da mesma lua e do mesmo sol. O frio arrepia a pele independente da sua cor. O calor aquece e queima na mesma velocidade e causa a mesma dor. O ar que enche os pulmões é o mesmo, o que difere é o sufocamento que acomete apenas...
O sentimento de acolhimento que um abraço trás pode ser sentido por todos, o que muda, é o medo que a exposição ao mundo lá fora gera. O cansaço ao fim do dia todo mundo sente, o que é diferente é que apenas um lado agradece por permanecer vivo ao fim do dia, pois sabem que nem todos tiveram a mesma sorte. Por isso nunca se esqueça da maldade humana, das crianças mortas em sua casa por armas de judas.
Nunca se esqueça da maldade humana, sim humana dos "civilizados" que cospem selvageria e azedume.
Nunca se esqueça da maldade humana, da mulher morta que mesmo morta, tem seus valores contestados, ainda que a acusada não tenha ao menos uma volta da terra em torno do sol de idade.
Nunca duvide da maldade humana, que é capaz de exterminar outras formas de amar, outras formas de ser.
Nunca se esqueça da maldade humana, eu digo pra te proteger e para que jamais durma sabendo que seus irmãos morrem.

Inserida por EuGilnaraa

⁠Superar-se mais e mais e reconhecer nosso valor nos fará cada vez menos dependentes do reconhecimento alheio.

⁠Sou viciada na paixão, esse sentimento que queima e me faz sentir cada vez mais viva.

Inserida por marivab

Tudo nessa vida passa e se tornam cada vez mais insignificantes no nosso dia a dia com o passar dos anos. A única coisa que não passa, que não muda nunca, é a esperança de encontramos o amor de nossas vidas, alguém para entregarmos todos os bons sentimentos que estão guardados dentro de nós, e ter de volta todo o amor, todo o carinho e a ternura que temos para oferecer.

Inserida por madson_sucarelly