E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais
Sabe o que eu mais odeio nisso tudo? É ter q fingir q tá tudo bem... e ter q disfarçar pra todo mundo o q eu sinto... pra eu num parecer a IDiOTA da historia... ter q estar perto dele e fingir q naum quero abraça-lo... fingir q eu quero estar longe dele. fingir que eu não gosto de ninguém. fingir q naum eh com ele que eu sonho todo dia.. pq na verdade era com ele que eu queria acordar e passar o resto da minha vida... QUERIA poder gritar CHEGA... e toda essa confusão acabar. Pq desde q eu fiquei com ele minha vida tem se resumido a Esquecer ele.
Esquecer ele e gostar cada vez mais dele...
Você disse “Oi”; eu respondi.
Você não tinha mais cigarros; eu ofereci.
Você queria andar; corremos.
Você queria beijar; eu também.
Você tinha medo; eu não.
Você tinha algo; eu não tinha ninguém.
Você me beijou. Você me beijou.
Eu queria beijar; você não sabia mais.
Eu queria correr, você fugiu.
Eu tinha você; você não queria nada.
Eu disse “Oi”; você disse “Adeus”.
Eu tenho tantos cigarros; você nem fuma mais.
Queria que você ligasse; você não ligou.
Queria que você falasse; você se calou.
Queria que o tempo passasse; você voou.
A: Vamos nos encontrar?
B: Já nos encontramos. Inclusive, já nos perdemos.
A: Vamos tentar!
B: Já tentamos, mais de uma vez. Vamos parar por aqui?
A: Estamos parados há muito tempo.
B: Então, vamos deixar tudo como está.
A: Não podemos. Já mudamos tudo.
B: Vamos fazer o quê?
A: Não sei, me liga.
Por mais que eu procure nunca vou saber
Se é assim que tudo ia acontecer
Tudo levou a ficar do jeito que esta
Agradeço todo dia
Pela a minha ação que mudou os rumos
E me fez te encontrar
Se todos os momentos que eu passei
Cada tombo que um dia eu levei
Não sei se foi à forma que eu levantei
Eu não sei, eu não sei.
Se foram as decisões aqui tomadas
Cada mínimo detalhe, atitudes não pensadas.
Se em dias eu quis desaparecer
Não me arrependo mais de nada
Tudo me levou a você
Você foi a melhor coisa que já em aconteceu
E não há mais ninguém pra mim
Além de você e eu
As marcas que você deixou eu sempre vou guardar
E marcas sempre se farão; pois com você eu sempre quero estar.
E se pelos momentos não tivesse passado?
E se tombos não tivesse levado?
Será que eu teria te encontrado?
Eu não sei, eu não sei.
E se decisões não tivesse tomado?
Outras reações, outros planos planejados?
Será que como eu posso você pode perceber?
Eu não consigo imaginar a minha sem você
Eu compreendo os mais diversos medos, porque abrigo em mim os mais estranhos. Sei das precisões absolutas de carinho e proteção. Eu seria perfeita pra você, se você ao menos existisse.
Um dia eu tava andando na rua e vi alguém perguntar: Mas então, o que existe de mais concreto pra você no amor?
E alguém respondeu: É difícil dizer sem antes estar amando, é difícil tentar te explicar. Mas na real, de concreto, nunca há nada, a não ser, o amor em si. O carinho, o apego, a compaixão; No amor, ou seja, num relacionamento, o essencial é a confiança, a paciência, e até mesmo umas briguinhas de vez em quando pra reestruturar a relação, porque do que eu entendo de amor, não há relacionamento sem os principais motivos por ele ter começado. Então, o que eu poderia te concluir é que: O concreto do amor, é o modo como ele termina e o modo como ele acaba. Porque isso, tu pode ter certeza, que nunca se esquece! E que passe anos, passe décadas, nenhum amor de verdade mesmo, será esquecido.
Em outros tempos eu ficaria chorando pelos cantos, mas aprendi e não sofro mais. Se não me faz bem eu largo mão, sei que a espera valerá a pena. Quero amores inteiros, chega de paixão pela metade.
O primeiro amor sempre é mais intenso, eu sei, mas ele nem sempre dura pra sempre. E o nosso, acabou.
DESEJOS
Agora eu estou com vontade de chorar
E eu ainda nao descobri porque
mais cedo eu estava com vontade de rir
E também nao sabia porque
Mais tarde talvez eu tenha vontade de dançar
e Talvez eu não saiba porque
Ou posso também ter vontade de gritar
E com certeza não saberei porque
OU quem sabe eu tenha vontade só de viver
sem precisar mesmo saber porque
ou ainda... posso querer... morrer
E assim, ninguém vai precisar saber porque
Eu não conseguia ouvir mais nada no mundo além de você. E, naquele momento, estava tão frio e tão silencioso… E eu te amava tanto.
Quantas: vezes...
Quantas vezes eu quis ser a melhor amiga
companheira e algo mais.
E você me via sempre como uma estranha,
insignificante que me enxergava,
apenas quando lhe convinha.ou apenas por,
necessidade.
Quantas vezes te recebia sorrindo, e feliz,
por estar ali.
E você vinha hora triste, com o seu coração,
cheio de amargura e revolta.por algo que não,
deu certo em sua vida ou por alguns momentos,
infelizes.
Quantas vezes ouvia seus desabafos e me,
preocupava em te ajudar, às vezes até,
sentindo me inútil por achar que falhou contigo,
por não estar ali do seu lado e poder olhar,
dentro de seus olhos para aliviar aquele,
brilho apagado que há neles,tirar de sua ,
testa aquela ruga de preocupação.
Mas... quando eu estava com essa mesma ruga,
com esses mesmos olhos, você não percebia, e
simplesmente virava-me as costas, ou você,
ignorava -me ou fingia não enxergar o,
que ia no fundo de minha alma.
Quantas vezes eu te dizia meus sentimentos
e você fazia questão de me ferir,
falando de novos amores e parecia sentir,
prazer, nisso, pois sabia que estava,
me ferindo.e ainda assim achava estar,
sendo sincero, Meu Deus acho que não sei mais,
o que é sinceridade.
Quantas vezes estávamos conversando e do,
nada!você vinha com palavras, ásperas
que doía bem lá no fundo, como se fosse,
um tapa. E nem se tinha explicação para, tanto.
Quantas vezes, te deixava bilhetes, poesias,
te escrevia coisas que sentia, e sempre tão,
carinhosa, não se havia nem um sentimento,
dentro de seu coração, pois ficava imune,
duro como a uma pedra.o preço a apagar,
por tudo o que fazia para lhe agradar, era
sempre dolorido.
Quantas vezes, que te ligava e era sempre
recebida friamente, então me restava ser breve,
A ponto de não sentir mais vontade de te ligar.
Mas insistia e persistia em ficar do seu lado,
mesmo sendo pisada, ignorada,e magoada.na
esperança de que não viesse ter os mesmo,
sentimentos que nutria por você.
Mas na esperança de me enxergar de se ter
pelo menos um pouco de carinho, um gostar que,
seja! ou uma consideração. Ledo engano... isso jamais,
aconteceria.E a cada vez mais essas friezas,
foram me deixando cada vez mais arrasada, com
sentimento de culpa, me perguntava onde errei,
o que fiz, o que disse de errado, onde o magoei,
para ser deixada, como se fosse um nada.
Quantas vezes não estava bem!e você vinha todo,
feliz, e me narrava os acontecimentos do dia,
seguinte, e eu... eu ficava feliz por você também,
e ficava ali a te ouvir, quando minha vontade,
era sair, e sempre compreensiva.por que nunca,
se importou se estava bem ou não.
Você não se importava, não se interessava saber,
Aliás, interessava sim! Quando achava que lhe,
dizia respeito a sua pessoa, fora isso… não era,
problema seu.Mas quantas vezes me preocupei em,
saber se estava tudo bem contigo, se aconteceu,
algo que te aborreceu, se estava bem.
Eu... para você não tinha importância, eu era
apenas uma pedra em seu sapato, uma pedra que as,
às vezes te incomodava.e que se queria achar,
um jeito de se livrar!quem sabe não apareceu,
esse jeito.
Siga sempre em frente e não ouse olhar nunca,
para trás, pois lá atrás não significou nada,
olhe para frente somente, para frente.
Talvez agora sejas feliz. E pense.
Agora… não haverá mais, quantas vezes
Quase
Um pouco mais de sol - eu era brasa.
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...
[...]
Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí...
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...
Nota: Trecho do poema "Quase" de Mário de Sá-Carneiro
"Eu tive muita raiva de ser a narradora de uma história que eu não controlava mais. Você podia ter me poupado da sua autonomia, mas saiu, no meio do parágrafo, atravessando as ruas, saltando minhas vírgulas, tropeçando minhas aspas, desrespeitando meus parênteses."
Eu sou uma vitória!
Estou aqui, vivo, pronto para mais um dia,
crente na certeza de poder realizar o melhor de mim.
Perdoo meus inimigos, os que me maltrataram,
perdoo as injustiças e me perdoo,
não me cobro, não me culpo,
sou fruto do tempo, semente do Criador,
e nesse agradecer, me encho de amor.
Eu sou o Amor e retribuo assim,
com mais amor,
a todos que passam por mim.
Por isso, esta prece é silenciosa,
não tem gritos e nem clamores,
como o sol no entardecer,
não é prece de pedir,
é prece de agradecer.
Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente.
Eu amo o céu com a cor mais quente
Eu tenho a cor do meu povo, a cor da minha gente
Jovem Basquiat, meu mundo é diferente
Eu sou um dos poucos que não esconde o que sente
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