Dúvida
DEUS,
Abençoe a pessoa que ler esta mensagem.
Guie seus passos cada dia, esclarece logo suas dúvidas, enche de paz seu espírito e transborde abundância em seu lar e em sua vida.
Amém!
Algumas coisas eu não sei.
Outras coisas eu tenho dúvidas.
Mas, eu sei que tudo tem fim!
Ou... Seria recomeço?
A ignorância não se reconhece como tal, pois vive cercada de certezas. A sabedoria, por outro lado, é inquieta, pois conhece o peso de cada dúvida.
A incerteza nunca foi o verdadeiro obstáculo. O que nos paralisa é o medo de descobrir que poderíamos ter vencido, mas escolhemos não tentar.
Ao elaborar o pesamento: "A fé que existe em você pode matar-lo e, a que não existe, pode salvá-lo", descobri uma porta para uma abordagem da fé ou sua ausência, que me trouxe mais paz interior. Como agora exponho:
No complexo jogo da existência, emerge uma verdade inquietante: a dualidade da fé, que pode moldar nosso destino de maneiras profundas e por vezes contraditórias. Nesse tabuleiro da vida, cada um de nós é tanto protagonista quanto espectador, e interação entre a fé e a ausência dela pinta um quadro intrigante da nossa jornada.
A fé, quando enraizada em nosso âmago, pode ser um um sol que ilumina nossos passos mais nebulosos. Ela é a voz interna que nos murmura palavras de coragem quando a escuridão ameaça nos engolir por completo. A fé nos capacita a desafiar limites aparentemente intransponíveis, a superar obstáculos aparentemente intransigentes. No entanto, essa mesma fé, se não for constantemente questionada e modulada, pode transformar-se em um complicador. Ela pode cegar-nos para as nuances do mundo, levando-nos por caminhos de extremismo e fanatismo. A fé que não é examinada, que não é flexível, tem o potencial de aprisionar a mente em uma prisão autoimposta.
Mas eis que surge uma complexidade: a ausência de fé não é um vácuo absoluto, mas sim uma porta para a exploração e a autoconsciência. Aquele que ousa questionar, que apesar do abismo do desconhecido com olhos abertos, pode descobrir um terreno vasto e capaz de possibilidades. A falta de fé, quando abordada com curiosidade e coragem, pode se transformar em um catalisador para o crescimento pessoal. A reflexão pode ser a base sobre a qual construímos nossas próprias definições de significado e propósito.
Assim, a busca pelo equilíbrio entre esses extremos é um desafio inerentemente humano. A fé temperada com prudência e consciência de nossas próprias limitações pode nos capacitar a enfrentar as tormentas da vida com resiliência e plenitude. Por outro lado, a ausência de fé não precisa ser um mergulho no abismo do desespero, mas sim uma oportunidade de forjar novos caminhos e abraçar o desconhecido com coragem.
Nessa interseção entre fé e dúvida, descobrimos uma máxima: A fé, quando cultivada com discernimento, e a ausência dela, quando explorada com abertura, são os matizes de uma jornada que é tanto pessoal quanto universal.
As vezes você vai ter o que quer e ainda não vai querer, flash em memória sempre vai acontecer.
Se é ou se já foi, resta essa dúvida aparecer.
Não existe início sem antes despedida, precisamos abandonar algo bom para obter algo melhor, é triste e difícil entender no momento, porém faz parte do aprendizado sobre a vida.
Quando o olhar está fixo em Jesus, a atenção desviada para as circunstâncias contrárias torna-se impossível.
Quando atravesso crises, minhas palavras fortalecem a fé das pessoas que convivem comigo ou alimentam a dúvida e o desânimo?
Diante das dificuldades, alimento-me da Palavra de Deus e oro, ou deixo que pensamentos de medo e dúvida dominem minha mente, abalando minhas emoções?
Há quem escolha duvidar do caráter e do poder de Deus, fixando os olhos nas dificuldades em vez de confiar nas novas intervenções divinas que Ele pode realizar.
Seja como Calebe: mantenha-se firme na fé, confie nas promessas de Deus e não tema se posicionar contra a voz da incredulidade.
