Dormir em seu Colo e Morrer em seus Bracos
Não podemos parar, porque se pararmos, alguém passará fome.
E quem tem pernas para andar e braços para agir é responsável por isso.
“O conforto dos pés que visita o abismo é a fé em direcionar os passos aos braços do consolador.”
Giovane Silva Santos
Não te assombres se ao invés de te abraçar, ou falar, pegar-te em meus braços e um beijo te dar, fazendo dois corpos em sentimentos furiosos soarem.
Pois assim como é inevitável tornar-se o dia em noite, também é inevitável, eu falar, em teus olhos olhar, sem ao menos o meu labio em teus labios tocar.
Já mais quero viver um sonho, pois sonhos tendem acabar, contudo, se fores um sonho cuja as extremidades amorosas venha me fazer te amar, este é um sonho, realmente um sonho, que nunca desejarei acordar.
#Último_Abraço
Primeiro Abraço para quem Tem os braços para abraçar
E último para quem um dia teve e Hoje os perdeu
É como fogo que ardeu sem deixar nenhuma Combustão
Último abraço
Hoje me esqueci do dia que recebi o primeiro
Agora estou lutando com estrelas mesmo não sendo nenhum guerreiro
Último abraço
Hoje estou de braços abertos
E mesmo estando ninguém quer me abraçar
Solidão dominando meu coração
Apesar do sofrimento não quero que isso domine a minha emoção
#Últimopensador
Em época de Natal, muitas pessoas estão de braços abertos para se abraçarem, porém de corações fechados para se amarem e perdoarem!
Em teus braços
Foi em teus braços o meu amor julgado
E eu, em minha pequenez
Somente amava...
Enquanto suspirava, me vigiava
Como sentinela, me observava
Quisera ler teus olhos
Nas linhas da íris me encontrar
E valsar
E em teus braços morrer
Que doce morrer!
Atributos da alma...
Sentimentos que flui sem querer...
Se titubeia ao se tentar amar.
Nos braços do destino...
Tão breve quando morte...
Se deseja viver...
Nos guetos negros do coração...
Sublime sedução...
Telespectadores...
Amantes são singulares e julgados...
Pelo crime de amar...
Selando seus lábios mais vez antes da morre...
No entanto o que dizer de uma fuga...
Nos instantes dizer que te amo
E pouco e pequeno diante da imensidão...
O que faria? No momento linear...
Pois é uma vez que poderia amar...
Qual é sua escolha, difícil de descrever...
Pois é tudo que temos para os céus sejamos únicos num reino de estrelas...
Tudo poderia ser fatídico aceitaria...
Pois tragédia é um ato insano.
Bem e...
Quando atos poéticos seria.
Em suas mãos a mesma sensação trêmula...
A cabeça que a tempos atrás a beijaria...
Lhe devorou num paradigma...
Pergunta lhe que destino?
Quais desejos deixou meus lábios...
Seria perfeito como a constelação que me deu!
Púrpura como a visão de outro mundo...
Da quais abracei no teu leito...
Os jeito impossíveis de declamar...
Idem a poeira estelar destes a vida um sonho...
Diante as cordas da imensidão a larguei a sorte...
Tão pouco a simplicidade tentei voltar...
Nas dobras do tempo minhas lágrimas se perderam...
Sendo o fruto do seu conhecimento abracei forte com a gravidade...
Sussurrei aos ventos embora seja uma lembrança é tão quente que inspira a realidade.
Sonhos doces ao luar que se perde entre as nuvens...
Imagino as paisagens inúmeras vezes para ter a certeza que ainda a tempo apreciar a noite antes de amanhecer...
Sendo os fragmentados de uma outra vida...
Imagino vivenciar o continuo momento...
Reconheço teus lábios frios na noite serena...
No meu algoz o olhar distante no outro amanhecer...
Sendo distinção do orvalho uma lágrima em seus olhos que viajam por mares mortos...
Planícies secas pela sua vida desregrada...
Abrange os sintomas de um novo mundo...
Inóspito clamor que no profundo silêncio arrebata alma com a origem da vida.
No doce rio manso ainda existe a voz te encanta...
Nas sombras das estrelas te encontro...
Beijando as sobras do seu amor.
A velas dos barco se enche de esperança..
Pois é terra a vista do novo continente...
Doces poesia dos sonhadores...
Contemplação de tais sentimentos floresce com amor...
eu e você, vendo o entardecer...
a brisa do mar tocando nossos pés, teus braços me entrelaçando para mostrar que ali, era segurança, casa, moradia, paz... sim, você era a paz, a paz que eu buscava ao chegar em casa após um dia caótico no trabalho.
ao saber que nos teus braços eu tinha paz, me tranquilizava para enfrentar todos os dias o engarrafamento da cidade grande. ao chegar em casa, era no teu abraço casa que eu queria realmente estar e permanecer por horas e horas.
chegamos em casa, você também cansado do trabalho, mas mesmo assim, me recebeu com aquele sorriso bobo que só você sabe fazer.
não demorou muito, corri para teus braços, teu abraço casa me fez perceber que eu estava viva, que eu possuía segurança ali, junto de ti, que nada mais me faria sentir plena naquela segunda a noite.
nós, como um casal, somos do tipo que complementamos o que já era bom em nós, a cada conexão, visto através de diálogos longos antes de dormir, percebemos o quanto que um complementa o outro.
depois de tanto sofrimento, tanta amargura, o teu abraço sempre é uma cura, cura para a tristeza, cura para o desânimo, pois só de estar ali, baby, minha vida já vale a pena.
Quero te pegar distraído e te envolver nos meus braços, e te dando aquele beijo que sonho tanto lhe dar.
Não vamos poder mudar o mundo, mas podemos mudar muitas coisas.
Jesus morreu de braços abertos para mostrar isso. Ele não transformou o mundo, mas tem transformado muitas vidas. Sinta-se chamado por ele e seja um trabalhador aprovado.
Os braços da saudade abraçam o vento,
E as lágrimas no rosto do amor
Nos remete à chuva vinda do firmamento
Para sermos lavados e livres da dor.
A força do homem não está nos braços! Está no conhecimento, fato que temos máquinas desenvolvidas pelo conhecimento que movimentam toneladas em poucos segundos!
O que importa é a paz, não a paz de cruzar os braços mas sim a paz do Olhar iluminado que enxerga sempre uma saída
Um sonho do reencontro
Entre pensamento e imaginação
Fui eu transportado para os teus braços
Se acordado ou dormindo não sei
Só sei que agora o tempo parou
Nesse encontro de almas, estou perdido
Não sei se dentro de mim ou de você
Procurando a cada segundo te entregar
Aquilo que nem sei, se eu mesmo o tenho
De repente, mais que de repente
Minha pressão aumenta, meu peito expande e minha respiração se torna ofegante. É você se aproximando de mim
O sangue logo invade lugares que outrora estavam vazios
Nesse momento todos os plano se desfazem
O grande limbo da vida se cria em nossas mentes
Agora não há projetos, não há planos
Nos movemos no ritmo do coração um do outro.
Sem saber o que vai acontecer
Entre beijos e mordidas, nem percebemos que lá fora, começa a chover
Os pássaros cantam
É o amor e o tempo nos aplaudindo e dizendo que valeu apena esperar
Após um tempo paro para respirar
Paro e coloco minha cabeça sobre seu peito e me pergunto se algum dia já fui tão feliz
Assim como, após toda luta vem as alegrias da vitória, e o êxtase do reencontro
Então, você se levanta e diz que vai embora, e como toda partida é dolorosa espero você sair para começar a chorar
Pois como posso eu viver sem está contigo?
E mesmo depois disso tudo, ainda vou esperar o seu boa noite, para poder talvez, quem sabe talvez, acalmar o coração e dormir.
Carta escrita ao remente.
Tiagov
Eu me desfaço, recaio em teus braços
Por não achar abrigo em outro lugar
Me precipito ao buscar outros mundos
Quando na verdade o tudo já estava bem aqui
Fantasiado por outros caminhos
Aparentemente certos, mas não dão em lugar algum
Volto eu ao início, tal como uma criança
Apontando ao eterno e verdadeiro amor
ASFALTO
Hoje eu acordei com os pensamentos fora de ordem
Cruzei a rua com os braços cruzados e os olhos cansados
Entre vitrines confusas & coloridas
”Borboletas num caleidoscópio”
Um bêbado tropeça num tijolo invisível
Cheio de riso de dança e de dor
Gotas de luz caindo no meu rosto
Diluindo sombras
Inaugurando a manhã
Motores bocejam rosnando como cães
Desafiando a nudez dos semáforos
E eu voo Pégaso
Alado, em círculos,
Meus sapatos de ferro pisando o asfalto em flor.
Desconhecida é a tarde no parque
Estilhaçando poesia no ar
Embriagando o bronze das esculturas
Antecipando o que está por chegar
Hoje eu não quero envelhecer
Já calculei a idade do tempo
Hoje eu me recuso a envelhecer
Hoje eu tenho a idade do tempo
Eu vou regar os rios
Acender velas ao Sol
Soprar a rosa dos ventos que me diz: pétalas
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