Dormir em seu Colo e Morrer em seus Bracos

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“O coração também possui seus arquivos secretos; algumas lembranças sobrevivem porque nunca encontraram despedida.”

— Juliana Hoffmann Liska

seus olhos.


Antes mesmo de entender o que estava acontecendo, eu já tinha encontrado alguma coisa nos olhos dela que não sabia explicar. Eu falava dos olhos porque era a maneira mais fácil de falar do que acontecia comigo quando olhava para ela. Pareciam ter profundidade suficiente para esconder tudo aquilo que eu não conseguia dizer. E talvez fosse exatamente por isso que eu gostasse tanto de mergulhar neles.


Porque havia dias em que o mundo parecia fundo demais.


As coisas lá fora tinham aquele peso que a gente tenta fingir que não sente. A vida seguia, as pessoas continuavam falando, os dias continuavam passando, mas existiam momentos em que tudo parecia difícil de levar. E então eu encontrava aqueles olhos.


Era como cair no mar sem ter medo de afundar.


Eu não precisava saber nadar. Não precisava saber para onde estava indo. Bastava entrar.


Talvez seja isso que algumas pessoas fazem com a gente. Elas não resolvem necessariamente aquilo que está quebrado, não apagam os problemas, não tornam o mundo mais fácil. Elas apenas conseguem fazer com que, por alguns instantes, a gente não precise lutar contra ele.


Ela era esse intervalo.


Eu podia passar horas tentando organizar dentro de mim aquilo que não tinha nome e, ainda assim, bastava olhar para ela para alguma coisa se aquietar. Havia um tipo de silêncio naqueles olhos que não era vazio. Era abrigo. Um lugar onde eu podia deixar todas as coisas que carregava sem precisar explicar por que elas pesavam tanto.


E talvez eu tenha amado também essa sensação.


A de ser recebido por alguém sem precisar chegar inteiro.


Eu acreditava que amar era isso: oferecer alguma coisa de si e perceber que, de alguma forma, aquilo também fazia o outro respirar melhor. Cada gesto pequeno parecia carregar uma energia que não precisava ser anunciada. Um cuidado aqui, uma presença ali, uma tentativa de estar perto quando o mundo ficava difícil. Como se amar fosse construir, aos poucos, um lugar onde dois poderiam descansar.


E eu queria ser esse lugar para ela também.


Talvez por isso a distância sempre tenha parecido tão cruel. Porque quando alguém se transforma em refúgio, a ausência deixa de ser simplesmente ausência. Ela começa a parecer uma porta fechada para um lugar onde você costumava conseguir respirar.


E ainda havia a saudade.


Aquela espécie de presença que continua existindo mesmo quando a pessoa não está. As lembranças permanecem vibrantes, ocupando espaços inesperados, aparecendo no meio de uma música, de uma noite, de um pensamento qualquer. Você percebe que algumas pessoas conseguem permanecer dentro da gente mesmo quando já não estão ao nosso lado.


Foi assim que ela ficou em mim.


Não como uma foto parada no passado, mas como uma paisagem que ainda aparece quando fecho os olhos.


E talvez seja por isso que aquela imagem do mar sempre tenha feito tanto sentido.


Porque eu não mergulhava apenas nos olhos dela.


Eu mergulhava naquilo que sentia quando estava ali.


Na tranquilidade que encontrava. Na versão de mim que aparecia quando não precisava me defender de nada. Na sensação de que, por alguns minutos, eu estava exatamente onde deveria estar.


Ao lado dela.


E talvez algumas pessoas sejam mesmo obra de alguma força que a gente não entende. Não necessariamente porque foram feitas para ficar para sempre, mas porque, em algum momento da nossa história, precisavam existir.


Ela existiu.


E me ensinou que existem olhos capazes de ser oceano.


Que existem abraços que parecem margem depois de muito tempo à deriva.


Que existe amor que não chega fazendo barulho, mas vai preenchendo os espaços vazios até a gente perceber que já não sabe exatamente onde termina a nossa solidão e começa a presença do outro.


Hoje, talvez eu entenda que mergulhar nos olhos dela nunca foi apenas sobre olhar.


Era sobre confiar.


Sobre fechar os olhos para o mundo por alguns segundos e acreditar que, se eu afundasse, alguém me encontraria.


E talvez seja essa a coisa mais bonita e mais dolorosa sobre amar alguém profundamente: às vezes, a pessoa se torna o mar onde você aprendeu a respirar.


E quando ela vai embora, você passa um tempo tentando descobrir como voltar a superfície.


Mas algumas profundidades não desaparecem.


A gente apenas aprende a carregá-las.


E eu ainda carrego aqueles olhos comigo.


Como quem um dia caiu no mar e, em vez de ter medo da profundidade, descobriu nela um lar.

Seus limites são uma porta com maçaneta: quem te respeita sabe como entrar.

⁠Status, o preço a ser pago

Você perdeu sua alma, sua honra, negociou seus valores, vendeu a dignidade, ficou sem moral, sem respeito

Está nu perante si mesmo e vestido de finos trajes para agradar os outros, mas não sabe que por dentro és pobre e infeliz

Coragem é escutar o som dos seus próprios passos*
....é seguir o próprio caminho, sem peso ou culpa....


Coragem é nunca desistir, sabendo que não importará a hora ou o dia, mas acontecerá!


Coragem é vencer, quando ninguém mais, acredita em você...


Coragem é desafiar seus medos e passar por cima deles ...

Guarde em segredo os seus sonhos e, não conte seus planos nem mesmo para aqueles que parecem que torcem por você. No final, eles apenas ti observam na expectativa de que você desista e que, jamais consiga chegar onde eles nem mesmo sonharam...

Pense nas formigas, aquelas trabalhadoras incansáveis, construindo seus caminhos na terra úmida, como se carregassem pedaços do nosso próprio esforço diário. Ao lado delas, o grilo toca sua música solitária na grama, um som que nos lembra das noites em que cantamos para esquecer o frio.Agora, mergulhe no mar: cavalos-marinhos dançam devagar, com seus corpos delicados, como amantes abraçados pela correnteza, sonhando com galopes em praias distantes. E a água-viva? Ela flutua como um fantasma gentil, seus braços brilhantes tocando tudo com um veneno doce, iluminando segredos escondidos.Elas se encontram nesse mundo misturado — formigas abrigadas nos conches dos cavalos-marinhos, o grilo cantando para a água-viva, que responde com luz. É como nós: o suor da terra, a canção do coração, o balanço do mar e o brilho da alma. Tudo se entrelaça, transformando o comum em algo eterno, onde o que dói vira poesia.

Dói tanto quando me olham sem me enxergar. Seus olhos varrem minha alma como vento frio, deixando-a exposta, nua, sem eco. Um joelho ralado sangra rápido, cura com band-aid e tempo; mas um coração partido? Esse fere devagar, sangra em silêncio, eternamente. Cada olhar vazio é uma faca cega, rasgando o que resta de mim. Prefiro a dor física, palpável, à essa ausência cruel que me apaga. Por que ver o corpo e ignorar a essência que implora ser notada?

TRUMP, com o apoio do clã traidor, tenta isolar o Brasil! Paraguai, Argentina e Equador são seus aliados numa possível ação!

Sempre vai ter pessoas com problemas maiores do que os seus.

⁠Use seus dons e talentos para abençoar pessoas. Quanto mais você serve, mais abundância flui de você.

⁠A confiança entre as pessoas é fundamental para excelência no ambiente de trabalho e seus resultados. Então, encare os desafios como grandes oportunidades de crescimento.

Não fique triste com os seus erros, fica triste por não aprender com eles. Erros são humanos e supera-los é uma honra. O fraco já foi forte e o forte já foi fraco a situação do momento os definem, não precisamos ser fortes ou fraco o tempo todo. Acaba-se tanto um como o outro, o detalhe está em ajudar um ao outro.

Nunca desista dos seus sonhos, ainda que na busca por eles tenha um fracasso momentâneo, não se prostre, prossiga sem desistir, eis a grande diferença entre os que realizaram grandes feitos, a PERSISTÊNCIA.

Não conhecia o paraíso, mas ao tocar seus lábios e mergulhar em seus olhos, senti o mesmo que Van Gogh diante do céu em sua Noite Estrelada: o caos silenciou, e a escuridão aprendeu a brilhar.

Bastou mergulhar em seus olhos para entender que algumas imensidões não têm volta.

⁠Atualmente a minha existência se define perante os seus olhos sonolentos enquanto mergulho profundamente no vazio existencial da realidade tão cheia de vida, e assim se define os meus olhos despertos e atentos, focados em chegar do outro lado da porta, após esse infinito mergulho no vazio enquanto seus olhos dormem, dormem para não me ver mergulhar, no vazio, atrás da porta, do meu quarto quadrado, mais quadrado do que os teus pensamentos.

"Instinctive-se⁠"!
Permita que seus melhores e maiores instintos se mantenham despertos.
Ouça sua voz interior e siga a vida a passos firmes, carregados de confiança e ousadia.
Abra-se para o universo de possibilidades que existem dentro de você e à sua volta.
"Que você seja e leve luz, que leve paz, que leve amor, por onde quer que você for"

Não troque seus princípios por notas, presentes, ou momentos. principios nao são negociáveis!


"Melhor é o pouco com justiça, do a abundância de colheita com injustiça." (provérbios 16:8)


"Adquire a verdade, e não a vendas; sim, a sabedoria, a instrução, e o entendimento." (provérbios 23:23)


"Melhor é o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro." (provérbios 22:1)

N tenha medo de ser desprezado pelas pessoas tenha coragem de ser melhor q seus inimigos...