Dormir em seu Colo e Morrer em seus Bracos
Os maus nunca verão a face de Deus, pois seus olhos estão cegos pela sombra.
Os maus não herdarão a terra, mas os mansos, os justos, os puros de coração receberão como herança o solo fértil e a paz eterna.
Os maus jamais conhecerão a mente de Deus, nem sentirão o pulsar do Seu coração, porque a sabedoria é revelada apenas aos humildes.
Os maus não serão sábios, não tocarão a beleza que nasce da luz, não entrarão no Reino que é eterno.
Os maus nunca serão plenamente felizes, pois a alegria verdadeira não nasce da injustiça, nem floresce no coração endurecido pela maldade.
Os maus jamais conhecerão a paz interior, porque a felicidade não se constrói sobre o ódio, nem se sustenta na mentira e na violência.
Mas os bons, os que caminham na verdade, os que semeiam justiça e amor, estes serão chamados filhos de Deus, estes habitarão para sempre na Sua presença.
E os bons, os que amam e perdoam, os que buscam a verdade e praticam a justiça, estes encontrarão a felicidade que não se perde, estes viverão na plenitude da vida, porque em Deus está a fonte da alegria eterna.
Quando você passa a ser um observador, se dá conta que muitos vivem por seus egos e demônios, enquanto um outro lado busca a Deus.
E na fragilidade da vida humana, o homem encontra a morte que o mostrará a verdade.
Não se condene pelos seus erros. Erros também fazem parte do nosso crescimento e evolução espiritual.
Quem não conhece a história do Brasil não sabe o que é ter seus territórios invadidos e negociados, seus corpos violados, sua cultura negada, suas mentes torturadas e suas vozes silenciadas.
Pessoas entram e pessoas saem de nossas vidas, as que ficam é porque seus destinos se cruzarem e se acharam, as que não ficam é porque os destinos apenas se esbarraram e se desencontraram, e as que ficam e Deus leva, é porque nossos destinos se enraizarem e ficaram (saudade) em nossa memória e assim... vamos folheando dia a dia a página do livro de nossa história num tempo que vai se esvaindo e deixando folhas ao vento em tempos de outrora (destinos cruzados os esbarrados e os enraizados.
FAXINA DA ALMA
(Onde o caos termina, a prece começa.)
Organize seus pensamentos mais aleatórios e intrusivos, tranque-os num baú fechado e coloque-o no porão do esquecimento. Sacuda as mãos e eleve, em prece, seu suspiro ao céu.
Lu Lena / 2026
Pensamento soprado
Não adianta voce querer enxergar, se seus olhos estão vendados.
Não adianta voce querer ouvir, se seus ouvidos estão tapados.
Não adianta voce querer buscar, se seus passos estão parados.
Pare e reflita:
Não adianta mudar o caminho e reescrever o livro.
Por que?
- Podes perder a veracidade da história de sua vida.
Como assim:
- Já está escrita!
Se desistires no meio do caminho, poderá perder a chance de realizar um de seus sonhos, que talvez estejam alguns passos desse trajeto.
No trono da liberdade as borboletas entram pela janela e fazem festa nas suas almas a pousar seus pés de águia. Eu observo e não me movo nas cores mais belas entre elas entrelaçadas. Nesse momento não quero pensar em nada, apenas olhar e divagar sobre as cores variadas que me deixam sobressaltada. Faço uma pausa de pensar em glória e alegria e a natureza me convida a ver os pássaros que esvoaçam na planície de vales pouco explorados, como se carregassem o propósito da humanidade. Os ouvidos da liberdade plenos dos ditames de seu espírito, voltam os olhos ao sol e fios de prata tecem teias inequívocas e sua empreitada ardilosa é digna de exílio. Dispersam os sonhos de prosperidade em primaveras e as flores regozijam o mensageiro da misericórdia no suspiro do mar a trazer lágrimas do céu das memórias. Louvados sejam o céu e o mar, que a terra vermelha contrasta. E o dia se passa. A lua se ergueu na cidade na quietude do sono do sol. A madrugada fria murmura ao vento melodias. Seja o que for, continuaramos a ser. A chuva torrencial no solo da solidão levam os galhos mortos e muito mais enterra nossas raízes na terra. Eis o que se espera em um momento de poético otimismo. Andamos altivos a carregar nossa honra e há vida em muitos mares muitos nunca navegados, idílicas paisagem para esquecer as andanças de nossos caminhos sobre a estrada. Por tal frugalidade os rios riam e seguiam rotas de margem. Um homem quieto e magro silenciava o mês de maio e escondia seu entendimento que certeiro seguia sem qualquer lamento, pois acariava as cordas vocais e suas mãos tocavam flautas inaudíveis no tempo de meu esquecimento e eu me transportava para águas passadas que já não me acrescentava alimentos de vida e minha sina era deixar passar o que passado está. Eu sou uma palavra gentil que atravessa os dedos do verso. Eu sou a filhas dos elementos que enaltece o momento presente.
Quando a tarde organiza seus últimos argumentos a raiar no céu pássaros fragmentos, a opinião pública se mostra pragmática e cobra as horas do tempo arrastado no ardor do esquecimento de qualquer contratempo questionável. A tarde responde lânguida que são inefáveis os minutos da existência e é caro o azul celeste a se espraiar pelo ambiente. E mais tardam suas verdades existentes. Em aveludadas cores laranjadas o pôr do sol se despe do amarelo e reflete em águas a perder de íris. A alvíssima açucena se demora perene em lírios brancos convertidos na janela de paz que levo comigo. Nos meus olhos auríferos descortino a retina de um mar bravio e apascento as águas com o meu brilho a ensurdecer calafrios na lua imponente que esplendorosa doa seu brio. E desce uma noite fria sobre as de ramagens incertas e convalecem as insesatas flores do inverno. Navios partem e voltam, levam e trazem, e se julgam donos dos mares e das vidas exauridas de despedidas. E contumaz me desvio de desatinos desvios dos portos do meu destino. E há viventes que coadunam comigo, se lhes falo e me dão ouvidos, em suas escamas douradas que muito sabem das estradas. Deletério seria fingir que não vê e perder lagos elísios no enlevo sossego de quem já não se importa, pois que é inútil bater na porta de quem parte sem volta. No fulgor de um fausto tempo outras alegrias se diziam e voltavam comigo a rir e sorver o dia como quem escreve uma poesia no imarcescível interstício de uma flauta suave a acalentar os versos no impoluto momento de se desfazer e deixar a semente crescer. Novas frondes arbóreas cruzarão o horizonte e suaves sombras da tarde se farão eternidade.
A VERDADE, deve sempre ser provinda da convergência de seus dois essenciais Pilares de sustentação:
“ Honestidade e Lógica ”
Não deixe seus sonhos desfalecerem, lute por eles, acredite mais em você e confie na sua capacidade de superação. Deus te fez um vencedor; creia Nele e no Seu poder...
E enquanto o sono não vem, seus pensamentos voam... Ela medita no quanto ja viveu, o tanto que já perdeu e sofreu... Contudo, não se deixou contaminar com amargura e rancor...
Pare de pensar no que ficou para trás... Se não seguiu com você, é porque não acreditou nos seus passos... Começa a pensar no presente. Siga de acordo com o seu coração. A chance de dar certo é muito maior...
E enquanto o sono não vem, seus pensamentos voam por entre as lembranças e reflexões do passado. Ela medita no quanto já viveu, nas experiências que moldaram sua existência, no tanto que já perdeu e sofreu ao longo do caminho.
A vida lhe trouxe desafios e obstáculos que por vezes pareciam insuperáveis. Ela enfrentou decepções, despedidas dolorosas, traições e injustiças. Os momentos difíceis testaram sua resiliência, mas ela sempre levantou-se novamente, determinada a não permitir que essas adversidades a definissem.
Sim, houve momentos em que lágrimas rolaram por seu rosto e a tristeza tomou conta de seu ser. No entanto, ela recusou-se a permitir que esses sentimentos corrosivos se enraizassem em seu coração.
Ela entendeu que a amargura e o rancor só trariam mais dor e sofrimento. Optou por escolher o perdão, não como uma fraqueza, mas como uma forma de libertação.
Seus pensamentos voaram para longe dos momentos difíceis e rumaram em direção aos momentos de felicidade e superação. Ela recordou as amizades verdadeiras que conquistou, os sorrisos que iluminaram seu caminho e o amor que preencheu seu coração. Cada experiência, tanto as boas quanto as más, moldou-a em quem ela se tornou hoje - uma pessoa forte, compassiva e resiliente.
E assim, conforme o sono finalmente chega e envolve seu corpo, ela dorme em paz, sabendo que, apesar de tudo que já enfrentou, não permitiu que a amargura e o rancor dominassem sua alma. Ela escolheu a alegria e a liberdade de ser quem é, em todo o seu esplendor...
- Edna Andrade
Não permita que as vozes dos que duvidam, o impeça de perseguir seus sonhos. Lembre-se de que a verdadeira coragem reside em seu íntimo, mesmo quando todos ao seu redor parecem duvidar de suas habilidades.
Acredite em si mesmo e tenha coragem para seguir em frente, independentemente dos obstáculos que possam surgir. Pois é somente assim que você poderá transformar seus sonhos impossíveis em uma realidade incrível...
- Edna Andrade
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