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Dormir em seu Colo e Morrer em seus Bracos

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A vida é um sopro entre dois mistérios: nascer sem pedir, morrer sem querer, e no meio disso, o tempo nos escapa sem aviso.

A única certeza que temos é que no final de toda essa história nós vamos morrer.
Então pra que criar uma história igual as outras, tão comum...?
Se nós ralamos, fazemos milhares de coisas pra no final, quando tudo isso acabar, nossa vida não passar de uma história escrita pra ninguém ler, ser esquecida, ser apenas mais uma.
Porque você não esquece essa velha rotina normal, chata, e começa a ver a vida como ela poderia realmente ser, e não como as pessoas acham que tem que ser.
A sociedade nem sempre consegue abrir os olhos para coisas novas.
E tem algumas pessoas que cismam em viver no passado, não consegue renovar os pensamentos e as opiniões.
Mas tem uns que conseguem ser diferentes, e com isso fazer coisas espetaculares.
Então porque vc não larga dessa mesma coisa repetida e cria uma coisa nova!
Seja diferente, pois só temos uma vida.
Pra quem acredita em reencarnação, eu sei que nós vamos voltar uma nova vida, mas e ai que tá!
Nós não seremos mais os mesmos. Não teremos os mesmos amigos. Nem a mesma família. Nem os mesmo amores. Resumo, nossa vida não será igual.
Então faça tudo o que vc quiser fazer de diferente agora.
Não faça apenas parte dessa sociedade pacata em que vivemos.
Seja diferente deles.
Seja você.

⁠O desejo de morrer foi minha única preocupação; renunciei a tudo por ele, até à morte.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

⁠Minha avidez de agonias me fez morrer tantas vezes que me parece indecente abusar ainda de um cadáver do qual já não posso extrair nada.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

A vida no crime não compensa; dinheiro fácil é ilusão, é melhor viver com pouco do que morrer e não aproveitar nada 😔.

Nascemos para morrer; nascemos da morte.

Questiono-me:


Se eu fosse morrer amanhã, morreria satisfeito pelo dia de hoje?


Fiz o que queria, falei com quem gostaria, vivi com afeto e verdade?


Ajudei quem precisava?


Dormi em paz com o dia que tive?


Ou fui egoísta, rancoroso, distante?


Fiquei magoado, menti, me isolei?


Dormi tranquilo ou preocupado?


Estou vivendo ou apenas existindo?

Afeto é igual alimento; é preciso saciar sempre para não morrer de fome por dentro.

Se você sonhar por um mundo perfeito, você vai morrer desiludido.

A maior e mais profunda herança que o ser humano pode deixar após morrer é o amor dentro do coração de cada pessoa que conheceu durante sua vida.

A morte nos leva tudo e não nos deixa nada, exceto o amor que deixamos aqui, antes de morrer.

Não importa o que exista depois de morrer, nem o que existia antes de nascer, pois sendo depois ou antes, estaremos sempre no agora.

O sentido da morte está em tudo aquilo que você fez e deixou na vida antes de morrer.

Eu nunca desisti de você, mas assisti em silêncio enquanto você deixava o nosso amor morrer. Minha luta não foi suficiente para salvar o que você parou de regar.

⁠Uns morrem para terem a VIDA. Outros morrem para MORRER.

Sim, vamos todos morrer e ser esquecidos. Mas entre agora e a morte, podemos amar, criar, lutar, construir. O niilista enxerga só a morte. O humanista enxerga o "entre".

O ressentimento é a memória emocional que se recusa a morrer porque ainda espera vingança.

O maior medo humano não é morrer, é viver sem significado e descobrir isso tarde demais.

Entre nascer e morrer, o que mais importa é como escolhemos vivenciar esse intervalo.

A rigidez cognitiva do conservadorismo é o museu onde a inteligência vai para morrer; enquanto a ciência, a arte e a filosofia exigem a destruição das tradições para existir, o conservador permanece estático, incapaz de processar qualquer ideia que não tenha sido mastigada há dois séculos.