Dor seu Silencio
A noite divaga em passos sombrios
Enquanto a lua de prata ferida se põe a sangrar
O silêncio devora o tempo que me sobra
Quando penso na pessoa que desisti de amar.
O rei está em silêncio/ fabricando/ construindo/ escrevendo .
Somos respostas do Uno/ Somos resposta pro mundo .
CREPÚSCULO
Vê-se no silêncio, e vê, pela janela
O cerrado, eclodindo pra vespertina
Melancólico, perece o sol, e mofina
Outro fim de tarde, e a noite vela...
E ai! termina mais um dia, e revela
As horas, que a viveza se amotina
De sua rapidez, pérfida e assassina
Tão sem troco... - um atributo dela!
A melancolia no horizonte, é saudade
As sobras das lembranças, é desgosto
E o que se resta agora é outra idade...
Olhos rasos d’água narram o sol posto
Lúrido, duma emoção em calamidade
- de o crepúsculo do tempo no rosto!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
17/03/2026, 17'00" - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
*Porque um Silêncio diz Tudo?*
Sabe o *Verdadeiro sábio não fala que Sabe que Sabe*
Ser *Sábio* as vezes é manter-se Calado, ouvir mas e Agir quando *Necessário*
Palavras *Frouxas* são como Vidros soltos esperando o tempo para *Quebrar* um Silêncio!!!
Me julgam pelos meus erros
Me abraçam pelas minhas qualidades
Me confesso em silêncio nas madrugadas e bem baixo
Me aproximo daquilo que almejo &
Me afasto de pessoas tóxicas.
Sou literalmente livre em mente, mas algumas vontades, vantagens, maus pensamentos e meus vícios me aprisionam.
EMOÇÃO VAZIA (soneto)
Solitária, no silêncio do cerrado, um dia
A inspiração, acorda em um aflito apelo
Sente o falto e o logro num só pesadelo
E sua trova no nada suspirava e restrugia
Torvo o sentimento, tal qual um novelo
Sentiu, que palavras ali não mais havia
E que a sua devoção estava despida e fria
A paz e o acaso sem voz, o senso um gelo
Era o vão, a eversão do caos no ceticismo
Do amor, em um desapego tão profundo
A sensação estava largada em um abismo
E no talvez de um poetar com harmonia
Teve poema trapilho, pobre e moribundo
E o revés em maldição da emoção vazia!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
19/03/2026, 06'56" - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
O grito, o choro, o silêncio a canção
Queria traduzir a poesia.
Cada canetada de fantasia.
Lamento.
Encanto.
Conto.
Pranto.
É o beijo mais ardente.
Sentimento mais profundo.
São os loucos do mundo.
Poetas e regentes.
É nada.
São apenas roteiros de sonhos.
Delírios exagerados.
Loucura dos desesperados.
É nada.
É ouro raro.
Prato caro.
Mulher virtuosa.
Onde andarás.
Na trilha da poesia está as raridades.
Diamantes de sangue.
Repito.
Mulher virtuosos onde andarás meu rubí.
Varão valoroso estão por aí.
Que dentro da poesia cada Deus possa existir.
Onde estarás a poesia?
No cotidiano do lamento, nessa perca de lamento.
No coração que pulsa na pluma e relento.
O mundo gira na poesia da balada.
Os escombros, o relento, o lamento.
A poesia, o sonho o contentamento.
Giovane Silva Santos
"Quando o silêncio tomar conta do coração, quando o sorriso fugir dos seus lábios, e
seus lindos olhos não enxergarem nada como antes, busca o seu querer; as alegrias vão e vêm, uma lágrima cai equanto a outra seca, quando as palavras são apagadas os sentimentos são escritos nas páginas do invisível, o livro da vida pública todos os dias novos capítulos, sempre um após o outro e sem chegar ao fim, e o amor é intuitivo à toda nova edição."
RUDNEY VENTURA
Uma pessoa sábia responde em silêncio esperando momento certo. Uma pessoa tola e ignorante, fala muito e nunca estará preparado(a) para o momento certo.
TEMPO DIFÍCIL?
É tempo de mais oração
tempo de mais silencio e meditação.
É tempo de mais amor e compreensão
tempo de mais clamor e menos repreensão.
ÔNUS
Tantas vezes, chorei, no infinito da emoção
Solto no silêncio áspero da pesada saudade
E em soluços os sonhos caíram na solidão
Tonto, vazio, e o pensamento pela metade
Sem ti, a alma voa num espaço de ilusão
A noite... atordoa sem a menor afinidade
E os dias me parecem não mais ter chão
A imensidão dobra para uma eternidade
Para cada verso da inspiração parda, dor
O meu universo cheio de pesar e de breu
E o coração já não mais trova com ardor
Tudo é rumor no ávido afeto que foi seu
Confesso... - que não mais está ao dispor!
Deste amor... - levo somente o que é meu...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
21 de março de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Aqui, neste silêncio, aonde grita
o mal sobre a matéria, o mundo gera;
Aqui, não há sinais da primavera,
há Deus e a liberdade circunscrita.
Aqui, o mal se espalha, o bem se cerra,
as ruas, antes fartas, estão desertas;
aqui, todas as horas são incertas,
no mal que leva a paz e traz a guerra.
O Silêncio está cantando.
Autor: Ederson Silva
O silêncio está sussurrando em meu ouvido,
ele busca contemplação, busca silêncio.
Em meio ao silêncio minha imagem refletida mostra a essência desviada,
os sonhos esquecidos e a criança que cresceu.
Silêncio emite sons que desconheço,
a sua memória remete as andanças e descobertas que fiz pelo mundo.
O silêncio está cantando,
melodias que nunca parei para escutar, ele me levou ao silêncio.
Parei e escutei o silêncio de minha voz, pois é preciso em alguns momentos parar;
O silêncio está cantando,
memórias infantis de uma criança que precisou ser silenciada em seu medo.
O silêncio me mostrava o medo que sentia, mas que me dava razões para pensar e sentir meu respirar.
O silêncio está cantando,
ouço sua voz a me acalmar e me fazer sentir o coração;
Ele me faz companhia e me faz ir ao meu encontro;
Percebi que o silêncio está em mim, e assim nos tornamos grandes amigos.
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