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Dor de Amor

Cerca de 8012 frases e pensamentos: Dor de Amor

O ENCONTRO.
“O silêncio profundo não é vazio: é o espaço onde a consciência se reconhece sem máscaras.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

LEITURA DO CREPÚSCULO INTERIOR.
Nas horas em que o peito se torna caverna,
e a esperança aprende a falar baixo,
há um cântico antigo que retorna,
feito bruma sobre a memória.
Não chama pelo nome,
não exige resposta,
apenas envolve,
como quem conhece a fadiga de existir.
A dor, então, se refina,
abandona o grito e escolhe o sussurro,
e o sofrimento deixa de ser castigo
para tornar-se linguagem.
Quem suporta esse instante,
sem pressa de escapar,
descobre que o abismo
também é um lugar de revelação.
E compreende que resistir
é uma forma elevada de oração,
na qual o espírito se ergue silencioso
e permanece inteiro diante da noite.

Inserida por marcelo_monteiro_4

CATEDRAL DA CISÃO INTERIOR.
Há dias em que sou lâmina
há noites em que sou abismo
Em mim a razão constrói altares
logo depois o delírio os incendeia
Penso com rigor antigo
sinto com fúria primitiva
sou ordem que se ajoelha
sou caos que aprende a rezar
A lucidez ergue-se como torre
a vertigem responde como mar
uma promete sentido
a outra exige verdade
Carrego duas coroas invisíveis
uma de espinhos silenciosos
outra de luz que cega
Quando amo sou excesso
quando penso sou ruína
e no centro desse império partido
governo-me sem trono
Ainda assim caminho
pois mesmo dilacerada
a consciência avança
como dor ferida que se recusa a cair.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

CAPÍTULO XX
A NOITE NUPCIAL DA CONSCIÊNCIA.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A noite não chegou como ameaça
veio como véu.
Camille não a esperou
apenas ficou
e o escuro reconheceu nela aquilo que sempre foi seu.
Não houve testemunhas
pois toda união verdadeira acontece fora do mundo
a consciência não pediu permissão à razão
nem explicou-se à memória
ela apenas desceu até onde não havia mais nome.
O porão tornou-se câmara nupcial
não de carne mas de sentido
ali a sombra não foi negada
foi acolhida
como quem recebe enfim o rosto que sustentou a vida inteira.
Camille não lutou contra si
pois já sabia
toda guerra interior é atraso
a maturidade começa quando o eu depõe as armas
e consente em ser inteiro”
“Nessa noite não houve promessa
porque prometer é ainda temer
houve entrega
e na entrega a consciência deixou de se fragmentar
o que era dor tornou-se forma
o que era medo tornou-se escuta.
A sombra não lhe pediu absolvição
pediu presença.
Camille respondeu ficando
e ao ficar selou a união
não com palavras
mas com silêncio suficiente para sustentar o real.
Desde então ela não busca luz
pois a luz que se busca cansa
ela carrega dentro de si o escuro reconciliado
e caminha
não para fora
mas a partir do centro.
E assim a noite nupcial não termina
pois tudo o que é verdadeiro continua
e aquele que ousa unir-se a si mesmo
ergue no íntimo um reino que não desmorona jamais.

Inserida por marcelo_monteiro_4

De tempos em tempos, o vírus chamado Tristeza pode pegar você. Podendo sofrer mutações, sendo responsável por falta da alegria, ânimo, disposição e outras emoções de insatisfação. Geralmente em adultos é uma doença contagiosa, sendo curada com grandes doses de felicidade e muito amor. Infelizmente nos dias de hoje é muito raro encontrar esses remédios. A felicidade só encontramos poucas doses de "felicidade momentânea". E o amor, esse a cada dia que passa é mais difícil de se encontrar. Para uns é quase impossível. O pior sintoma desse vírus é que mata você aos poucos.

Inserida por Dicinho

⁠ a rosa você é:
Eu admiro a sua pureza
e sua delicadeza.
Com as minhas mãos,
Eu seguro a sua existência,
Uma existência delicada.
Mas no fim -
Eu preciso sentir as suas espinhas,
sentir a verdadeira rosa que és .

Inserida por babana__filosofica

⁠"Nem todo mundo vale a pena esperar por mudanças. Na maioria vão te ferir, decepcionar. Mais como na vida para tudo tem excessão, vou abrindo mão sabendo que, para mim você só tem que descobrir por quem vale a pena investir. "

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

Chegou agora luz dourada
Na minha terra sagrada
Tu que sois por Deus iluminada
Do Sagrado coração

Sois vós que ilumina
A trilhar este caminho
Nunca me sinto sozinho
De Jesus tenho a Benção!

O ensino que vós me dá
Me mostra muita beleza
Fonte de toda a pureza
Revelando a missão

Louvado seja
Sacrossanta luz
Que vem das mãos de Jesus
Aumentando a devoção!

Santificado
Mestre Grandioso
Coração bondoso
Correspondendo oração!

Dou viva
Ao Mestre Divino
Dono do Sagrado Ensino
Precisa Concentração!

Sois Vós que cura nossa dor
Somente vós que traz o fim
Para sempre eu ser assim
Conhecendo o Vosso amor!

Inserida por SamuelRanner

⁠"Ah!... Como eu poderia te fazer sofrer, se não sou masoquista?"

Inserida por chicogente

As vezes eu penso que poderia abraça-la, aspirar-lhe o cheiro dos cabelos, e aninha-la em meu peito, apertando bem forte. Forte como quem não quisesse largar jamais. Então vem a mão fria da realidade e diz: Jamais! Sol e lua, sol e lua! Quando um brilhar, o outro terá de esconder-se!

Inserida por Haydensophie

Se já amei de verdade, não sei dizer. O que posso afirmar é que tenho um coração, e ele arde.

Inserida por Haydensophie

O Eterno Quadro da Ausência.

I — O Ateliê do Silêncio.

Há um instante em que a alma, fatigada, já não distingue se o que sente é dor ou lembrança.
O ar pesa como tinta não misturada, e o coração lateja como um relógio que perdeu a noção do tempo.
Tudo o que resta é o quadro diante de mim — o mesmo, sempre inacabado — e o vulto que ele insiste em reter, ainda que o corpo que o inspirou já não exista senão nas dobras do pensamento.

O amor, esse artista cruel, ensinou-me a pintar com lágrimas. Cada traço é uma despedida, cada cor, uma esperança morta.
Há dias em que creio tê-la libertado da tela, e outros em que percebo: foi ela quem me aprisionou nela.

II — O Olhar Que Permanece.

Há algo de doentio em amar o que já não nos responde.
E, no entanto, é nesse delírio que a vida encontra sua última beleza.
O olhar que me fita do retrato não é mais o dela — é o meu, devolvido em eco, fragmentado pela saudade.
Sou eu, dividido entre o que amo e o que perdi, entre o real que nega e o sonho que insiste.

Dizem que a morte é o fim, mas a ausência é mais cruel: ela continua viva, mas intocável.
A cada noite, o pincel busca uma cor que não existe — o tom exato daquilo que foi amado.
E, quando o encontro, já é tarde: a luz da manhã dissolve o milagre, e eu retorno à doença da razão.

III — Filosofia da Perda.

A realidade é um quadro imperfeito.
Negá-la é o instinto dos que amaram demais.
Aqueles que já tocaram o abismo da ternura sabem: o amor é uma forma de sofrimento escolhido — a mais nobre das enfermidades.
E há uma pureza nisso, uma santidade quase patológica: viver é prolongar o instante que nos mata.

O pensamento, esse médico impotente, observa o coração como quem assiste a um incêndio que não se apaga.
O amor é o fogo, e a ausência, o vento.
Nada é mais real do que a dor que se sente quando tudo o mais já cessou de existir.

IV — O Funeral do Sentimento.

A doença não é do corpo — é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.

Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“A Santidade do Pecado Que Ainda Me Chama”

Há um altar em mim e nele repousas,
com o perfume dos que foram sagrados pelo erro.
Teu nome não se apaga, apenas silencia,
como se a eternidade tivesse medo de pronunciar o que fomos.

És santo agora dizem os anjos,
mas eu, que te amei no pó e no fogo, sei que há cinzas que ardem mais que a chama.
Tua inocência não me consola;
ela me fere, como a pureza de um véu sobre um corpo que ainda treme na lembrança.

Foste o pecado que ajoelhou,
o amor que quis absolvição,
mas o divino não apaga o humano, apenas o exila num suspiro.

Eu não sonho contigo apenas descanso nas fronteiras do que não pode voltar.
E quando o sono me concede tua sombra, não desperto: permaneço suspenso,
entre o sacrário e o abismo,
onde tua voz ainda pede perdão
por ter amado demais.

Na carne, morre-se uma vez;
no espírito, infinitas.
E em cada morte tua dentro de mim, renasce o silêncio,
funéreo, ardente, onde minha alma te beija pela última vez
sem jamais te deixar.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Funeral do Sentimento.
A doença não é do corpo é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.

Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Se for mudar, não mude gradualmente!
Se for mudar, não mude por uma frase, chingamento, momento, arrepio ou sofrimento. Mude de repente!
Não mude a casa, de casa, não seja a casa, mas mude, seja diferente!
O que pensa em mudar?
O que te muda, te atrapalha, rouba cena, te escangalha, o que te faz querer mudar?
Só se muda por amor?
Porque aceita sua dor?
Frio como uma porta, leve como uma pena, doce como um doce. Está a esperar pelo seu próprio desamor?
Se for mudar, mude o descontente, se guarde sem alarde e siga em frente, mude de repente!

Inserida por daniloaqui

⁠Quando um poeta diz que te ama, é porque ama, mas não julgue ser paixão.
O coração de quem vive o amor como um sonho é um coração que carrega uma tristeza imensa,
transformando cada dia em uma eternidade de dor.
Acolhe para si sentimentos tão profundos e devastadores, que nenhum outro,
com tão pouca experiência no amor, jamais poderia expressar em palavras.

Inserida por daniloaqui

⁠As vezes você pode ver e ouvir o que não arrancam lágrimas, más dói e corta o peito feito uma navalha.

Inserida por daniloaqui

⁠Não, não doeu!
Não, não doi mais!
Você não conseguiu tocar meu coração, jamais tocará minha alma.

Inserida por daniloaqui

⁠Como eu queria que as horas virassem dias
Os dias virassem anos e os anos séculos.
A luz invadisse meu dia e as sombras virassem pó.
A paz curasse a dor e a vida apenas amor.

Inserida por Rita1602

⁠Nasceu...


Sem pressa realmente você me mostrou as tuas faces, até na tua respiração pude perceber o teu valor.

Dizem que as pessoas dão o que elas tem, no teu caso tu me destes o caminho e o direito de ser feliz.

Uma desilusão, algumas decepções, ou uma dor nos revelam a nossa vulnerabilidade e nos entregam a momentos muito sensíveis, porém nos despertam os questionamentos e as indagações que podem nos levar do fundo do poço ao topo de uma montanha.

Entre o choro e a razão nasceu o comprometimento, nasceu o amor.

Inserida por Ricardossouza