Dor de Amor
Talvez
Talvez não seja ausência
Nem seja dor
Pode ser medo do seu desamor
Talvez não sinta alegria
E nem queira minha companhia
E percebeu, se enganou
Talvez seja mentira
Tenho medo que demore
A declarar verdadeiro amor
Talvez nunca declare
Nesse caso não tem jeito
Quando perceber que existo
Já não saberá a meu respeito.
Solte a vida e aprenda a respirar…
Solte a dor acomodada no seu corpo…
De tudo aquilo que faz mal.
Prende-te e não deixa-te viver.
Solte as amarras que prendem
e não deixavam voar…
De tudo que assusta e que faz chorar
deixe ser amada e ame.
E voo...um voo sublime...
Cheio de amor, paz e liberdade…!!
Não acredito que o sofrimento seja o causador da dor em nossos corações, o não saber o porque está sofrendo é sem dúvidas o maior motivo.
A Lágrima é a parte o mais viva do sentimento,
porque é a materialização mais pura da dor;
É a prece mais sincera do louvor,
porque é o ato mais honesto do amor;
É o preço mais caro da consolação,
porque é o alívio mais verdadeiro da solidão.
Tudo na vida passa verdade!!, a dor, a tristeza, a paixão, até momento alegres passam, pois , há um detalhe importante da vida que permanece, o amor. Que quando verdadeiro, é cuidado e regado reciprocamente, podendo nos trazer:
a verdadeira paixão,
a verdadeira dor,
e os verdadeiros momentos alegres, nos proporcionando a mais linda felicidade plena.
Eu poderia escrever tudo que vem na minha cabeça mas não seria o bastante para explicar a dor que eu sinto...
Nunca senti uma dor tão profunda quanto essa que eu tô sentindo agora, eu só quero ir pra casa, mesmo que isso signifique dar adeus a tudo que eu construí com você. Me desculpe, eu te amo.
Se seu olhar me faz sorrir, e seu sorriso o meu chorar, mas não chorar de dor ou sofrimento , mais sim de AMOR , um amor que nem o mas profundo dos poetas sabem decifrar...........
Escrevendo pra você ameniza minha dor, quem sabe lá no céu eu vire um poeta sonhador, aqui sem você não dá pra sonhar nem viver, com tanto sofrimento eu prefiro morrer.
Que já vivi dores é certo. Delas me embriaguei, elas decorei.
Decorei a dor com laço, apertei o passo, prossegui.
E esse caminho que hoje eu sei de cor, a dor vem enfeitada com laço em fita de cetim.
Ficou tão bonita que por muitas vezes até esqueço que ela mora mim.
E se eu morrer,
não queira doar meu coração,
já pensou alguém sentindo toda essa dor?
Muita judiação.
Você pode vir a nunca saber da existência desse pensamento mas o ato de escrever ameniza a dor da solidão.
Aonde estávamos no momento que nos perdemos? Já parou pra pensar que nesses momentos nunca estávamos juntas! Em nenhum momento nos olhamos e decidimos pelo fim. E sabe por que? Porque não acabou ao menos para os nossos corações. Pois o amor nos movia enquanto a razão nos acompanhava! A inversão desses fatos culminou no término.
Sempre frisei o que tínhamos de melhor: cumplicidade, respeito, intimidade. E sabe por que? Porque nunca havia vivenciado com tanta grandeza a pureza do amor.
É um querer bem acima de si próprio, é um cuidar absoluto e um amor único.
Agora estamos realmente distantes, nos permitindo, perdidas na desistência e na espera do amanhã. E que o amanhã traga a paz que deixamos no momento do Adeus.
Mas, antes de ir, deixo contigo o meu melhor: o meu coração.
Meu amor, estarei sempre por perto.
Te amo!
Eu vi também.
O jázigo dos pobres
Melancolia e saudade
Ai, a dor dos pobres homens
Ai, lá se vai minha mocidade.
Trechos curtos de longo alcance
Refletidos na luz do luar
Sereno pranto vi de relance
Também vi o amor acabar.
Sorrisos arregaçados também vi
Nas noites chuvosas vi também
Regai-me fruto de meu colibri
Jorrai meu sangue na escuridão!
Almas cansadas também atendi
Almas confusas atendi também
Ajudai o próximo como ajuda a ti
Sangrai bem pouco na imensidão!
Minha voz agora me falha
Minha visão me falha também
Erros tolos cometi na farra
Assustado, disse amém.
Já chorei por quem amava
E por quem eu odiava também
Inimigos que me odiavam,
Assustado, amava eles também.
Não me julgues por amar
Não me julgues se errei
Só me julgue se puderes
Me amar, como te amei.
Não me pinte como um santo,
Não me pinte como um rei,
Mas também não sou diabo
Sou humano e morrerei.
Vulto
Espinho na carne
Sangue na flor
Alívio na alma
Calma na dor
Enfrento o confronto
De versos em versos
Estão soltos no vento
No solo dispersos
Procuro e não acho
Na busca do encontro
De novo o confronto
Conflito e dor
No mel o sabor
Do amargo labor
Da peleja distante
Que busca aos olhos
Amiúde e constante
A figura do amor
