Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Dói

Cerca de 5905 frases e pensamentos: Dói

"Ser pisado injustamente dói, mas a consciência de quem é correto dorme em paz, enquanto a de quem faz o mal nunca descansa."

“O perigo das pessoas próximas é que elas não precisam adivinhar onde dói — elas sabem.”

“A solidão não dói pela ausência dos outros — dói quando você não se encontra nem consigo mesmo.”

Quando a dor do outro também dói em mim, a compaixão se manifesta.

Tocar as vezes dói,
Mas o band-aid,
Precisa ser colocado e depois retirado.

Aprendi com o cabo de guerra,
Que soltar dói menos que segurar.

⁠O que dói mais; a dor de encarar uma mudança ou a profunda insatisfação gerada pelo medo de mudar?
☆Haredita Angel-04.10.2012

Para curar uma ferida,
tem que lavá-la muito bem.
E isso dói!

"Há momentos na vida da gente que a saudade dói, tal e qual, casca de ferida quando arrancada.


-A tristeza pensa em firmarmoradia;
-O mar quer desaguar inteiro pelos olhos;
-O peito aperta e o ar foge...


Mas, o bom é que Tudo Passa!
Tudo recomeça!
Tudo volta a florescer!"
Haredita Angel
20.04.25

Até a poesia precisa de silêncio para entender o que dói.




DeBrunoParaCarla

"Ó meu irmão"

Um amigo, um irmão…
Algo no peito dói.
Talvez seja a saudade, ou não,
Seja a distância que criamos em silêncios…


Risos que saíram com tanta vontade
Que criaram vida
E se foram
Pra nunca mais voltar.


Lembro das conversas sem hora pra acabar,
Da areia da praia guardando nossos passos,
Do vento levando nossas preocupações
E trazendo uma paz que só existia ali.


Você foi mais que companhia,
Foi abrigo nos dias em que eu me perdia,
Foi luz quando o túnel parecia não ter fim,
Foi quem me puxou de volta
Quando a dona morte sussurrava perto de mim.


Tudo que aprendi na fé
Carrega um pouco de você,
Cada oração, cada esperança,
Tem marcas das suas palavras
Que me ensinaram a permanecer.


E dói…
Porque sei que essas memórias não são só minhas,
Você também as guarda em algum lugar,
Mas talvez escolheu não olhar,
Talvez escolheu não lembrar.


Ainda assim,
Entre o som do mar e o silêncio do tempo,
Sua amizade permanece viva em mim,
Como ondas que vão e voltam,
Mas nunca deixam de existir.


Um amigo, um irmão…
E mesmo que a distância exista,
E o silêncio tenha crescido,
Há coisas que o tempo não apaga:
A paz que você me trouxe,
A fé que você fortaleceu,
E o pedaço de mim
Que sempre vai lembrar de você

Dói na alma vê um brilho de um olhar te encontrar , e ao mesmo tempo desaparecer .
Mas ao mesmo tempo a fortaleza do espírito nos prepara e nos molda a nos acostuma que nem sempre as escolhas mormentâneas são as melhores ....
Sempre o sentimento foi algo que me desmantelou de alguma maneira , de uma forma tão profunda o apego as pessoas se tornam tão profundo !
As vezes dá medo sabe , pensar que em um piscar de olhos não temos o bem que tanto tivemos zelo a aqueles que se tornaram especiais em nossas vidas ..
Amar uma pessoa não é como colar uma figurinha e depois tira , isso está num íntimo onde é mistério , e muitas vezes nem o tempo não consegue apagar !
Quando agente vai reescrevendo as memórias , um furacão vem de dentro e nos fulmina ; sim o ser humano e frágil como se fosse um papel .
Que pode ser queimado e amassado , mas até onde o vento pode levar as cinzas de memórias que ficaram e marcaram ?

Não ninguém até hoje foi sábio o suficiente para saber como cê pode apagar uma memória , como poder apagar as mas amargas e as doce memórias , os simples momentos ....

Isso fico eternizado em nosso corações , e vira e mexe agente está revirando e tendo que experimentar os resquícios que ficaram !

D.is

⁠É preciso muita Coragem para tocar onde dói —
muita Sensibilidade para não machucar lugar nenhum.

⁠Às vezes, o que mais dói ao estar numa guerra é não poder gastar energia noutras guerras.


Porque o que mais dói ao estar numa guerra não é apenas o confronto em si, mas a renúncia silenciosa que ela nos impõe.


Toda guerra consome foco, tempo, fôlego e até alma.


E, enquanto lutamos para sobreviver a uma, somos forçados a abandonar outras batalhas que também nos chamam…


Afrontas ignoradas ou engolidas, goela abaixo, sonhos adiados, causas esquecidas ou abandonadas, afetos que entram para a fila de espera…


Há dores que não nascem do ataque do inimigo, mas da consciência de que nossa energia é finita.


Escolher lutar uma guerra é, inevitavelmente, desistir de muitas outras.


Não por covardia, mas por limite.


O corpo cansa, a mente sangra, e o coração aprende, a duras penas, que não dá para estar inteiro em todos os fronts.


Talvez a maturidade não esteja em vencer todas as guerras, mas em reconhecer qual delas precisa, agora, da nossa presença de corpo e de alma.


As demais não deixam de importar; apenas aguardam um tempo mais habitável, quando lutar não seja apenas resistir, mas também voltar a viver.


Que possamos e saibamos escolher nossas guerras.

⁠O Brasil que me dói
é o Brasil que padece
da Metástase Cultural da Corrupção Estrutural.


O que me dói não é apenas o dos escândalos que estampam manchetes, nem o das cifras desviadas que nos indignam por alguns dias.


O Brasil que me dói é aquele em que a corrupção deixou de ser episódio e virou ambiente — deixou de ser exceção e passou a ser método.


É um Brasil que já não se escandaliza com os erros — justifica-os — e até estranha a honestidade.


Onde o “jeitinho” é celebrado como inteligência e a integridade é tratada como ingenuidade.


A metástase cultural da corrupção estrutural não começa nos palácios; ela se espalha quando pequenas concessões morais se tornam hábitos sociais.


Quando furar a fila, fraudar um atestado, comprar produtos de procedência duvidosa ou sonegar um imposto parecem pecados menores diante de outros pecados…


Essa metástase é muito silenciosa.


Não dói de imediato.


Vai corroendo a confiança — essa argamassa invisível que sustenta qualquer nação.


E quando a confiança apodrece, tudo começa a desmoronar: instituições, relações e sonhos coletivos.


O cidadão já não acredita no Estado, o eleitor já não acredita no voto, o jovem já não acredita no mérito.


Mas talvez a dor seja também um sinal vital.


Algo de bom no meio do caos.


Só dói o que ainda tem um pouco de vida.


E se o Brasil nos dói, é porque ainda nos importamos.


É porque ainda enxergamos a possibilidade de um país onde o certo não seja heroísmo, mas normalidade; onde caráter não seja exceção, mas cultura.


A cura de uma Metástase Cultural não começa apenas nas urnas ou nos tribunais — começa no espelho.


Começa quando decidimos que não aceitaremos, em pequena escala, aquilo que condenamos em grande escala.


Porque a corrupção estrutural se alimenta de microcorrupções diárias; e a transformação estrutural também nasce de microatos de integridade.


O Brasil que me dói é o mesmo Brasil que ainda pode florescer.


E talvez a verdadeira revolução não seja a que grita nas ruas, mas a que ainda sussurra na consciência de cada um de nós: ou mudamos a cultura, ou a cultura continuará nos mudando.

⁠Enquanto para uns, o que dói é a finitude da vida, para outros, o que alivia é a finitude das dores.


Para uns, a morte é a grande inimiga — a interrupção brusca dos planos, dos afetos, dos sonhos ainda inacabados — para outros, ela surge como um descanso prometido, quase um silêncio misericordioso depois de longos e exaustivos gritos.


Há quem tema a finitude da vida porque ama intensamente o que tem, o que construiu, o que viveu e o que ainda espera viver.


Para esses, cada despedida é um rasgo, cada adeus é uma mutilação do possível.


A morte representa a perda de tudo: das mãos que se tocam, das conversas inacabadas, dos abraços que ainda poderiam ser dados.


É o fim das oportunidades de amar mais uma vez.


Mas há também quem, exausto de carregar dores que não cessam, encontre na ideia da finitude um alívio secreto.


Não porque despreze a vida, mas porque já não suporta a forma como ela se apresenta.


Para esses, a morte não é vista como roubo, mas como cessação.


Não é a perda de tudo — é o fim de tudo o que dói.


É o apagar de uma chama que já não aquece, apenas queima.


E aí reside o grande paradoxo da existência: a mesma morte que para uns é tragédia absoluta, para outros é libertação imaginada.


Ela é, simultaneamente, ausência e descanso; ruptura e cessação; perda e alívio.


Talvez isso revele menos sobre a morte e mais sobre a forma como estamos vivendo.


Porque, quando a vida é experiência de sentido, a finitude assusta.


Mas quando a vida se torna apenas resistência, a finitude seduz.


No fundo, não é a morte que muda de significado — é o peso que carregamos enquanto respiramos que redefine o que ela representa.


E talvez a tarefa mais urgente e necessária não seja discutir a morte, mas aprender a tornar a vida menos insuportável para quem já não a reconhece como lar.

Pra que Chorar Pelo fim de um relacionamento Sei que isso doi , Mas tente Apenas ergue a cabeça e segui em frente

Inserida por Brotinhoenvolvent

Dói quando suas rimas soam diferente em outros ouvidos.

Inserida por izipaula

Sou grata a toda dor que me dói por inteiro. É através dessa dor que expulso o resquicio de sentimentos minúsculos e inúteis a minha essencia e dou espaço a uma renovação que transborda paz.
As vezes criamos raízes tão profundas nos nossos sonhos que parece que todo o resto se apaga. Mas sonhos menina, tem que ser fluido, ser vento, ter asa!
Sou grata também a essa escuridão, pois nela pude valorizar a luz e resgatar todo sentido que habita silenciosamente nas oposições.
Como a frieza me sorri grande e mostra um de repente que brinca com a gente! E um amor tão encaixado se converte em um oi de inverno, assim meio constrangido e sem assunto. Que triste, que tristeza!
Amor itinerante que não cria raiz nem asas, se vai de mãos dadas com a ilusão de um dia, se tornar um agradecimento.
Sou grata ainda por sentir tão largo, respirar alegria para que eu possa sempre ser uma doação continua de encantamento.

Inserida por LiVereza

As vezes me sinto quebrar por dentro, e como dói juntar os pedacinhos, de um sonho que se desfaz...
Depois de tudo, limpar os cantos, refazer planos, construir novos e frágeis sonhos...

Inserida por AdrianaAlbuquerque