Doce Mulher
No jardim do meu coração, você é a flor,
A mais bela, a mais doce, cheia de amor.
Teus risos são canções que dançam no ar,
Com você ao meu lado, não há o que temer.
Teus olhos brilham como estrelas no céu,
Refletem sonhos e um futuro tão belo.
Cada momento contigo é um tesouro guardado,
Um capítulo lindo na nossa história de amado.
Teu jeito sapeca me faz sorrir sem parar,
A vida é uma festa quando você está.
Nos teus abraços, encontro meu lar,
Um lugar seguro onde posso sonhar.
Prometo ser teu sol nos dias nublados,
Teu apoio constante em todos os lados.
Com você, aprendi o que é amar de verdade,
Uma conexão profunda, cheia de intensidade.
Então venha comigo, vamos juntos flutuar,
Nas nuvens da vida, prontos para amar.
Minha sapekinha querida, você é tudo pra mim,
Um amor infinito que nunca terá fim.
Bem-vindo Agosto!
Mais um mês começa!
Que venha leve! Que chegue doce!
Que traga boas vibrações e energia positiva!
Flauta doce
Em frente àquele shopping
Aquele homem tocava
A sua antiga flauta doce
E era gente que entrava
E era gente que saía…
E era gente que comprava
E era gente que vendia…
E em frente àquele shopping
Entre aquele vai-e-vem
Parecia que aquele homem
Não se importava com ninguém
Simplesmente ele tocava…
E tocando, encantava
Que bom se esta vida fosse
Como o fascinante som
Daquela antiga flauta doce.
LIMONADA
Era um azedo limão
Que foi cortado e espremido...
Mas após tal aflição
Tornou-se doce limonada
Deixando uma rica lição.
Era uma pedra bruta
Que após bem lapidada
Transformou-se em escultura
Com tamanha formosura
Por todos admirada
Assim ocorre com a gente.
Após serem as dificuldades
Superadas com paciência
Surgem os bons resultados
Esta é a chamada “resiliência”.
Daí nasceu a expressão
Por tantos utilizada:
“Transforme o azedo limão
Numa doce limonada”.
Seu doce colo
Sonhei que voltei no tempo
E realizei meu maior desejo…
Deitei-me em teu doce colo
E recebi um beijinho teu…
E apenas sussurrei: “Minha mãe!”
De repente, duas lágrimas de felicidade
Escorreram de meus olhos…
Acordei, voltando ao meu tempo…
Não mais senti o teu doce colo,
Não mais senti o beijinho teu…
E apenas sussurrei: “Minha mãe!”
De repente duas lágrimas de saudade
Escorreram de meus olhos…
Solidária Santa Peregrina (02/05/2022).
Pelejando deserto vagueia
Doce alma coberta de fogo,
Ventos guiam em completo agouro,
Senso perdido na imensidão de areia
Peregrina sufocante chora e devaneia.
Quimeras e assombro decorrente,
Puro veneno de perigosa serpente,
Olhar vazio, rubro e descontente,
Ilusão forte, coração doente,
Infame solidão, pesada e quente.
Súplica divina beata esperança,
Surge pequeno oásis augusto,
Fértil sentimento, fresco arbusto,
Suave sombra de bela segurança,
Sonho repleto, cativa aventurança.
Desperta coragem, volta caminhar,
Pequena luz sente-se domar,
Pretérita solidão lançada ao mar,
Amor e fé eis de aconchegar,
Materna mão deixa-se pegar,
Divina mãe, Aparecida e reluzente,
Grande presença no longo andar,
Divino presságio, excelso amparar;
Espírito peregrino afortunado sente,
Nossa Senhora adormeceu a serpente.
Eu vi você
Menina linda, doce e contagiante
Eu vi você
Eu vi você se desfazer pouco a pouco
O brilho sumir, o sorriso partir
Eu vi você cair, se desiludir
Ser retalhada em pequenos pedaços
Mas também vi você encher de abraços os seres com quem tem laços
Eu vi você chorar, se rastejar
Eu vejo você agora, em posição fetal, mas você sabe, que eu vi, que nada disso é fatal.
SONETO DE AMOR
E, foi assim, de repente, aconteceu
Com a alma alumiada, doce sentido
Aquela esperança, o olhar revestido
De poética, então, o amor apareceu
Pois, o sentimento já não era só meu
Fui de sensação e agrado aspergido
Em um lirismo de outrora perdido
E agora, tão apaixonado, e tão seu
Não me envergonha ser acometido
De sentimental coração, enamorado
Cheio de ardor, que por ti, enchido
Um relicário que no peito faz suspirar
Tão intenso, vibrante e compassado...
Bom. Como é tocante poder te amar!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
14 setembro, 2022, 21’04” – Araguari, MG
‘’Infância, doce infância’’
Hoje, a lua espreita, me motiva a recordar.
Ah! A saudade em mim se deita
E a infância vem-me abraçar.
-
Saudade, dos cantinhos, que fui deixando pra trás
Revivo agora, aqueles lugares, que me trazem tanta paz
Tantas aventuras, no rio, na campina…
Tantas travessuras de quando eu era menina
-
Lindas canções!
Que por horas seguidas, ouvia papai assobiar.
Reabrem-se emoções, e a nostalgia, faz-me chorar.
Tenho guardado, no intacto baú da memória
A minha infância tão bela, parte da minha história.
-
As deliciosas comidas, no fogão a lenha, que mamãe fazia,
Com tanto amor e capricho, tão bem que sabia.
Aquele leite quentinho com açúcar, farinha de milho e canela
Recém ordenhado no curral, era especial, memória tão bela.
-
Saudade de correr no pomar do quintal, daquele antigo casarão,
Que escondia tantas histórias, inclusive de assombração.
Saudade das amizades da escola, onde se preparava o futuro
Dos meninos a jogar à bola, do sorriso puro.
Onde um professor lecionava do pré à quarta série,
Onde brincávamos felizes debaixo d´uma intempérie.
-
Amigos eram tantos, não sei onde estão.
São estes os encantos, dos tempos que já la vão.
Saudades do vovô, da vovó, dos meus tios e primos
Do sentir que não estamos sós, dos abraços e mimos.
-
Doces tempos, que não voltam mais.
Sonhos desfeitos, caminhos perdidos.
Tantos, que já se foram, mas jamais serão esquecidos.
-
Oh! Meu Deus, agradeço-te a Ti
Por me permitires guardar na memória
Toda a minha história, tudo o que eu vivi.
.
Rosely Meirelles
hoje lhe peço meu Deus três coisas:
Sua graça divina, sua Soberana doce presença, seu perfeito, puro e infinito amor para esse pobre pecador.
O meu melhor lugar é no teu abraço, meu doce preferido é o sabor do teu beijo e minha melhor viagem é pelas curvas do teu corpo.
Almejo que a primavera floresça dentro de mim; perseverando em VIVER, exalando o doce perfume do meu ímpar SER.
Quem é você?
Uma flor?
Um amor?
Um doce?
Uma dor?
Bem, não me importa. Você sempre foi você, e eu gosto disso!
Sempre fomos próximos, mas não nos conhecíamos. Ou conhecíamos-nos o bastante para não saber quem somos.
Lembro-me de uma vez, de quando juntos pensamos sobre a vida, as pessoas, "Quem" ou o que.
Eu te perguntei quem seria você, e tu pergunta por quê?
"Por quê?", Exato, nós nem sabemos quem somos, quem éramos ou como vamos ser. Então por quê? Por que a importância de saber quem somos?
- Talvez, nós queremos nos encontrar e conhecer-nos, desejamos algo ou um tipo para dizer quando perguntam:
"Quem é você?"
...
No entanto, eu a conhecia! Tinha certeza de quem era.
Mas... será que realmente era você?
Será que realmente a conhecia?
Embora, agora, não tenho mais certeza se me recordo de "alguém", sinto saudades de ti, se realmente era ti.
Portanto, falei de você esses dias
Perguntaram quem era, não a conheciam...
Não soube responder
Não lembrava mais de "alguém"
E não sabia se "alguém" ainda era você
Mas de qualquer jeito...
Mesmo não a conhecendo, Alguém fez parte de mim
Sem Alguém eu não seria quem sou ou ao menos quem eu fui
E sem mim, você, alguém não seria quem é...
Só que é inevitável, mesmo que a sua resposta não me satisfaça e nem me convença...
Quem é você? Alguém.
Olhos de Criança
Veja em meus olhos
Este doce encanto
A Alegria de viver
A vida sonhando
Sou como criança a semente
E do mundo enfim salvação
Quando reaprenderem vê-lo
Com meus pequeninos olhos
As grandes descobertas
De senti-lo com o coração
É preciso repensar
No meio de tantos
Planos já executados
Pensar em meu lado
Assim se fará um belo renascer
Verá o brilho da esperança
Longe de qualquer tipo de cobiça
Um novo e lindo amanhecer
Em cada uma de minhas conquistas.
Jorge Jacinto da Silva Junior.
Sai daí maribondo, deixa o doce néctar do caju para que as abelhas produzam o seu mel.
Voa vespa repugnante, voa longe com as suas negras asas, tira as tuas garras que encravaste o doce caju. Leva o teu ferrão e vai saciar a tua gana com outros insetos, ter com as aranhas e cumprir teu papel de predador natural..."
Vives em mim
Dentro
Arraigada
No íntimo
Onde nada penetra
Nem ninguém
Meu doce segredo
Sempre será
Quisera te dar tudo de mim
Assim é. Saiba
Te digo para que nunca duvides
Tudo daria por ti
Tudo faria
Morreria
Ou viveria
Dormiria e acordaria
TD pra te ver sorrir
Mas pra te ver viver...precisarei morrer em mim
E tu tb
Sepultemos nossas almas
E desejos insanos
Nas covas de nossa consciência
E que sempre recordemos
Pelo quê morremos
Por que hemos de assim estar
E se um dia as condições forem perfeitas, esse amor ressuscitar
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