Doce
O Equilíbrio Perfeito entre o Atrevimento e a Doçura
O fascínio de um doce atrevimento de um físico delicado; beleza sublime; essência certamente admirável; a veemência da sua jovialidade e dos seus sentimentos — as chamas de um renascimento contínuo. A presença provocante que faz parar o tempo.
Esse seu lado atrevido e a sua doçura estão em um perfeito equilíbrio, como se fosse uma linda costura — uma peculiaridade entusiasmante do seu íntimo, que aquece as suas curvas e traz um tom elegante de romantismo. Uma dose moderada de loucura.
A força da sua sensibilidade é bastante oportuna para saborear o deleite de certas oportunidades, daquelas profundas que marcam um canto especial da mente e viram boas lembranças, desde que tenham sido de experiências aproveitadas intensamente.
Seus olhos me convidam a uma doce singela paixão e me entrego de corpo inteiro a teus desejos.
Quero ultrapassar fronteiras e perambular sorrateiramente em seu coração.
Faço-me obediente a seu querer de uma forma doce e brejeira com uma emoção pioneira.
Sou teu e você é minha, pois me dá a credibilidade de manter-me seguro com meus sentimentos.
Desvendo as tuas ansiedades e te ponho em mistério para que eu tenha uma doce desculpa em te estudar novamente;
Não caminhe sem sentido... Calada, triste, pois quando a vejo os teus caminhos ganharem cores e os teus sentimentos ganharem sentido, te apresentarei a felicidade completa...
Beije a minha boca como estivesse
Tendo prazer de deliciar-se
Com o melhor doce;
Quero me despir para que encontre facilidade
Para me amar e felicitar os teus desejos
Espero que me note e me dê sua atenção;
Tem momentos em que simplesmente
A vida parece estar mais feliz
e o dia amanhece quente e doce
Um pássaro me trouxe
Uma rara melodia na janela
Aqueles sentimentos tristes
Milagrosa e temporariamente
desistem de mim
e vão entristecer noutro lugar
Que bom seria, se eles não voltassem
Meu Deus, que bom seria, alegria
Se você ficasse e morasse aqui
Eu jamais desisti de conhecer
Esta sua feliz companhia
E hoje me parece, enfim
que você também
Não desistiu de mim.
Num lindo dia. Conheci Ana Maria. Uma linda Princesinha, filha de uma Rainha. Seu nome é doce e belo, e o sobrenome docinho de caramelo .
Ó meu ex-amor, o eco doce de um adeus.
Ainda sinto o frio em certas manhãs vazias,
Um véu de fumaça que paira entre os meus
Pensamentos, tecendo as velhas melancolias.
Tu foste a forja cruel que me moldou, é certo.
Em cada cicatriz, levo um pouco do que fui.
Transformaste-me em alguém que hoje me é incerto,
Um novo ser nascido da dor que me construiu.
Agradeço, sim, a pessoa que agora sou,
Mais forte, mais ciente, mas também mais calada.
Em cada passo novo, a ausência que restou,
Uma canção de ninar que a alma tem guardada.
Obrigado por ter me transformado, mas a que custo?
Nesta jornada fria, onde o brilho se apagou.
Sou a estrela que renasceu, porém, com certo susto,
Pois a chama que tu foste jamais me abandonou.
Eu sou o paradoxo do teu partir e do meu vir,
Uma obra de arte triste, pintada em tons pastéis.
Eu sou agora o silêncio que aprendi a seguir,
Um jardim de lembranças sob chuvas e sob céus.
Seu amor é o doce afeto que ilumina meus dias e aquece meu coração. Em cada sorriso seu, encontro a certeza de que a vida fica mais bonita quando estamos juntos.
Quem ama o fruto
não atira pedras na árvore.
Sabe que o doce que colhe
vem da raiz que sofreu,
do tronco que resistiu,
do tempo que não tem pressa.
Não fere a fonte
de onde nasce o que ama.
Acolhe seus galhos tortos,
suas folhas que caem,
e a cuida, em silêncio,
pois sabe:
se a árvore morrer,
o fruto não volta mais.
Amar de verdade
é amar a árvore inteira
não só o que ela nos dá.
A vida é uma combinação de "sabores", às vezes a vida é doce, outras vezes azeda e por vezes amarga ou salgada.
Por que não, umami ?
Uma sensação de sabor "saboroso" ou "gosto delicioso" que persiste na boca. Aquela de dar "água na boca" e na vida.
O toque das suas mãos e a densidade do seu abraço têm esse perigo doce de coisa que não pede licença. Sua voz beija minha malandragem de um jeito rude, sedutor, quase inevitável. Já não é prazer. É uma força suave me levando até você antes do pensamento chegar.
