Doce

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O encontro com o verdadeiro amor,
É como raspar o tacho que foi preparado um doce,
Já sabendo o quão sera gostoso.

⁠Fazer um Kutiá
para encontrar
o doce nos teus
amorosos beijos,
Essa será a maior
glória dos desejos:
Celebrar juntos por
ser apaixonados.

Você e minha doce melodia, minha sintonia, o meu tom. Assim toco em ti os acordes do mais lindo som.

O fim da melancolia?
Doce morte sombria,
Nevoeiro da primazia,
Suprassumo da apatia.

Ríspido rasgar psicossomático,
O mundo tem sido monocromático,
Amargo é o pensamento dramático,
O resplendor do ser errático.

O falso sorriso neurotraumático,
As sequelas do passado fático,
O algoz do presente lunático,
Sem um futuro fanático.

Aqui jaz o ser do meu eu,
Tal qual dizer o que doeu,
Aquele homem em mim morreu!
A silenciosa dor apareceu.

A estrondosa morte bateu,
O dia de fim aconteceu,
O eu lírico morreu,
Esvai-se o eu.

Chegam-me notícias de que a doce Iara-CE, outrora viva em encanto, agora se vê sufocada pelo mato, como se esquecida pela memória dos homens. É lamentável.


Benê Morais

Rio Doce das Terras gerais...


Os rios Piranga e Carmo se unem ...
Fazem o seu encontrodessa maneira !
Pelas águas cristalinas e com pureza
Junto as bençãos na sua correnteza
Recebe no batismo o novo Nome,...
Doce,Filho da Serra da Mantiqueira


..

Ela é linda, de um olhar sereno, doce, determinado, encantador, tenro!
Ela é linda!... os traços parecem ter sidos desenhados ao som de uma melodia clássica.
Ela é linda!... sua pele tem um toque e textura que exala paixão. É envolvente ao ponto de deixar registrado suas digitais em minha alma.
Ela é linda, é angelical.
Ela é linda e, como se não bastasse, tem um gosto musical marcante, que revela seu íntimo, sua essência.
Ela é linda!...

⁠Eu me perdôo
Por só ter sido uma doce, e pobre criança
Crescendo longe dos doces e chocolates e tentando segurar ao máximo todos os melhores que encontrava pelo caminho.
Apenas isso.

Eu agarrei com tanta força aqueles doces
Era tudo a primeira vez, as primeiras fantasias
Agarrando com muita força o meu passado, ao máximo, tão quanto fosse necessário para achar que eu tinha tudo por um instante.

Eu me perdôo por isso
"VOCÊ SÓ VIVE UMA VEZ, APROVEITE SUA VIDA", é a frase que o acaso (um brincalhão, como sempre) me trás enquanto estou me perdendo nestas linhas.

Eu estou ME PERDOANDO. Em algum momento seria preciso, sinto que chega a hora finalmente.
Preciso, enfim, mais que nunca e como sempre, desprender e deixar permanecer apenas o que deve ir comigo..

Entre as uvas da vida, encontrei em você o melhor vinho.
Intensa, leve, suave, doce, viciante…
daquelas que o tempo só melhora, que se degusta sem pressa e deixa um gosto bom na alma — impossível provar e não querer mais.

A Dinâmica das Coisas

Ira aditivada à raiva, vira ódio;
Doce regado com flores, transforma-se em mel;
Rima adicionada ao mote, faz nascer poesia;
Dia adentrando a noite, é a própria vida;
Paz vinculada à alegria, fortalece a esperança;
Mania incitada pela rotina, cria clichês;
Natureza aliada à preservação, é sustentabilidade;
Sistemática minuciosa, faz a ordem;
Métrica delineada com precisão, rega a simetria;
Fala eminentemente retórica, faz surgir a eloquência;
Vida inteira dedicada ao Pai Celestial: Fé.

(Prof.: Elmo Alves Tôrres)

Quando o coração, ferido pela distância, mal pode sussurrar um clamor, é a doce voz do Mestre que encontra a alma exausta, transformando o choro do deserto na festa indescritível do Seu redil.

A nostalgia é um veneno de sabor doce que a gente toma todas as noites, acreditando que o ontem era melhor apenas porque o hoje dói de um jeito novo. Ficamos viciados no que fomos, enquanto o que somos se desfaz como fumaça entre os dedos cansados.

O amor é a mais doce forma de negligência, onde a lucidez se despede, as dúvidas se calam e a alma, cega e entregue, se lança no abismo acreditando no que se resume em incertezas. Amar é desconhecer o significado das dúvidas, é o sentimento mais transcendental que existe e só o compreende quem, um dia, amou verdadeiramente.

As águas que correm para o mar, o doce de Vênus se encontra com o sal de Yemanjá.
A lua dança com o sol, num eterno abraço de luz e sombra.

Estou amando um homem muçulmano
E ele é tão doce
Seus olhos me contemplam
Ele ama a natureza
Ama rosas
Ele faz coisas para me agradar
Ele me fala para descansar
Ele traz comidas para mim de forma gentil e preocupada
Ele dança
Ele sorri com seus amigos
Ele faz as suas orações e sorri pra mim
Ele fala que somos doces
Seu nome faz reverência a Allah
Ao seu lado, eu contemplo o vento nas folhas
Ele não bebe álcool
Ele não come carne de porco
Ele me coloca em seus braços
Ele ama a chuva
Chove e ele roda comigo na chuva em seus braços
Com ele, eu aprendi a amar coisas que antes não amava
Com ele, eu sinto prazer, tenho vontades
Com ele, eu me ilumino
Ele é cientista
É perfeccionista
Ele não tenta me convencer sobre Allah
Porque as montanhas que eu via aos oito anos de idade me falam sobre esse agora.

Ser quem somos é ser o doce ou o amargo na taça de quem decide o que quer beber.

O maracujá por fora é calmaria enrugada,
mas por dentro guarda tempestade doce…
igual gente que aprendeu a sorrir depois das trovoadas.

Minha mãe tem cabelo de algodão-doce cansado,
daquele que o tempo foi soprando devagar…
e mesmo assim ainda adoça o dia de quem chega perto.


O rosto dela é estrada de barro batido,
listrado pelas chuvas que já enfrentou…
mas firme, como quem nunca saiu do lugar que ama.




O café dela nunca é só café,
é colher batendo na xícara marcando o tempo…
como relógio simples ensinando a vida a não parar.


Minha mãe mexe o açúcar devagar,
como quem tenta adoçar o mundo…
sem fazer barulho pra não assustar a dor.


Ela é dessas que conversa com planta,
e jura que o sabiá responde…
porque quem tem fé entende até o silêncio cantar.


Minha mãe é livro que não pode empoeirar,
porque cada página esquecida…
é um pedaço da gente que deixa de existir.


Saudade dela não é ausência,
é presença que não cabe no abraço…
e por isso transborda pelos olhos.


Tem dia que ela é rede na varanda,
balançando entre o cansaço e a fé…
sem nunca deixar ninguém cair.


Se um dia ela for embora,
vai ficar espalhada nas pequenas coisas…
no barulho da colher, no canto do sabiá, no balanço de uma rede.

Doce atrai amigo e inimigo. Amargo seleciona.

⁠Agradeço a Deus por essa chuva,
por esse divino e doce acalento,
que lavou o calor e o pensamento.
Agradeço a água que cai lá fora,
fazendo o tempo parar nessa hora.
Sinto o vento gelado tocar o meu rosto,
levando para longe qualquer desconforto.
A alma se aquieta, o peito relaxa,
na melodia que o céu desencaixa.
É paz que transborda em cada goteira,
limpando a vida de toda poeira.
Agradeço à chuva e a toda essa bênção,
pela calma que habita o meu coração.