Do nada
Não podes enganar a rotina, ela sabe o quanto investiu, e a vida não te darás nada pelo o qual não tenhas trabalhado
A roda está aberta
Quando eu era criança,
o mundo não explicava nada,
apenas acontecia.
As árvores falavam baixo,
os rios riam alto,
e o céu trocava de roupa
sem pedir opinião.
Eu acreditava.
E isso bastava.
Os antigos sabiam:
em algumas aldeias do Sahel,
as crianças nascem velhas
e vão ficando leves com o tempo.
Entre os hopis,
elas chegam trazendo histórias
que os adultos esqueceram de escutar.
Por isso brincam.
Para lembrar.
Quando virei jovem,
o sangue quis correr mais rápido que o destino.
Aprendi com Inanna
que descer aos infernos
também é iniciação.
Com Oxum,
que beleza é força em estado líquido.
Com os gregos bêbados de Dioniso,
que o corpo pensa
quando dança.
Errei muito.
E cada erro
abriu uma janela.
Os astrônomos da Babilônia diziam
que o céu é um livro em movimento.
Os povos do Pacífico navegavam
lendo ondas invisíveis.
Eu também aprendi a me orientar
pelo que não se vê.
Hoje caminho como anciã
mesmo rindo como menina.
Carrego o tempo dobrado nos bolsos.
Sei que o mundo nasce, quebra,
renasce torto
e continua.
As avós da floresta dizem
que a morte é só uma mudança de canto.
Os xamãs da neve
sabem que o silêncio também ensina.
Os griôs guardam universos inteiros
numa pausa bem colocada.
Dentro de mim,
todas as idades conversam.
A criança puxa minha mão
para correr atrás de borboletas.
A jovem acende fogueiras
onde disseram que era perigoso.
A velha sopra brasas
e chama isso de bênção.
E eu canto.
Mesmo sem afinação.
Eu danço.
Mesmo sem plateia.
Eu celebro.
Porque estar viva
é o maior segredo já contado.
Se você chegou até aqui,
não é por acaso.
Os antigos dizem
que quando um texto toca o peito,
é porque ele te reconheceu primeiro.
Então entra.
A roda está aberta.
Tem riso, tem tambor,
tem vida passando agora.
O sagrado não está nas luzes da festa, mas no modo como você acolhe quem não tem nada: o que você nega ao próximo, nega à sua própria humanidade.
Não se pode guardar nada em saco furado, tudo que for colocado perde-se. Muitos de nós agimos assim, portanto, quando nos sentirmos como um saco furado, temos que costurá-lo com nossa humildade. Tornando-nos um "saco com fundo", tudo que recebermos manteremos, reteremos; o que é muito bom. Transbordaremos de aprendizagem ganhando sabedoria.Elias Torres
O trabalho duro de hoje é o respeito de amanhã.
Nada vence a constância, a disciplina e a fé no processo.
Ao encontrar omaravilhoso
caminho da paz
e do equilíbrio interior,
não deixe nadate desviar!
Siga adiante!
E quando nada mais restar,
que fiquem as lembranças.
Que tudo seja como a brisa,
que sopra leve e se vai.
Eu quero chuva e frio. Quero chá e café. Quero romance e paixão.
Quero tudo e nada. Quero amar e ser amada.
Eu te odeio.
Odeio seus olhos — esse brilho indecente,
como se não tivesse feito nada,
como se eu não fosse o acidente.
Odeio seus cabelos — leves, ao vento,
caindo no lugar com perfeição,
enquanto em mim só sobrou desalento
e um nó permanente no coração.
Odeio seus lábios — precisos, cruéis,
sussurrando promessas rasas demais,
palavras bonitas, verdades infiéis,
que ficaram presas nos meus finais.
Eu te odeio,
porque tudo em você ainda encanta,
mesmo depois de ferir.
E talvez esse ódio que eu canto
seja só amor
que eu não consigo admitir.
A vida me ensinou muitas coisas, mais as principais são; não se apegar a nada, pois tudo é transitório. Não ter medo de viver, o que tiver que ser será, ninguém vai mudar. Ser uma pessoa bem resolvida, saber aonde quer chegar.
"A mulher que confia, e espera o tempo de Deus, nunca perde nada, apenas se prepara para o melhor ".
Não há nada melhor e mais rico que sentir-se bem, e em paz consigo mesmo.!
╰☆╮
FranXimenes♥
24/07/2013
Ai, que saudades que eu tenho do sertão
tinha um ranchinho
hoje não vejo mais nada
Ai, ai, meu Deus
quanta dor, quanta aflição
êêê, quanta saudade que eu tenho do sertão
Tá tudo novo, tá tudo modernizado
Coral: tá tudo novo, tá tudo modernizado
Ai, que saudade eu tenho da minha boiada
pega de boi
da minha vaquejada
do meu chapéu
do meu facão
do meu gibão
Ai, que saudade que eu tenho do sertão
Tá tudo novo, tá tudo modernizado
Coral: tá tudo novo, tá tudo modernizado
