Do nada
Fecho os olhos
Muitas vezes olhava pro espelho e nada via;
Minha alma angustiava de tanta dor;
Mergulhava numa profunda solidão...
Mas hoje; alegre novamente estou;
A resposta dos céus Deus me mandou;
Um grande amor do nada começou;
Encontrei novamente em seus olhos;
A alegria que o mundo me tomou...
Você hoje é meu tudo, Minha razão de viver
Meu primeiro e único, Verdadeiro amor...
Apesar da grande distancia;
De olhos fechados permaneço
Para ver-lhe mais um instante
Saciando meu coração
Com o meu:
VERDADEIRO AMOR
Sabe, nós não temos nada, mas é como se tivéssemos tudo, eu não quero ver você com outra pessoa e sei que você odiaria me ver com outro alguém.
Todo esse medo do nada acontecer ou de tudo acontecer rápido demais… Tem me deixado nervosa, as vezes eu sinto dentro de mim apenas calma e depois é como se um vulcão estivesse entrando em erupção, é estranho eu sei e você sabe Kenrick , eu sempre fui estranha… Você não sabe deixar de lado e eu não sei desistir, tudo assusta, tudo muda e não quero que nada mude, você sabe, eu odeio mudanças…
Não deixe que nada te prenda, não permita que nada te iluda, tudo nesse mundo é passageiro, então não fique apenas na janela assistindo a vida passar, pilote a sua própria, faça o seu caminho, faça acontecer, sinta o vento, porque daqui só levamos as memórias, vida não exista, viva!
A vida é uma travessia breve entre o vazio que nos gera e o vazio que nos acolhe. Nada possuímos, tudo é passagem.
SÉCULO XXI:
Que os anjos perdoem-nos
não temos nada de humano
uns com os outros.
Somos totalmente diferentes
Enquanto uns lutam pela vida
outros destroem sonhos.
Desistir dos seus sonhos é renegar a sua existência, os obstáculos sempre existirão mas nada pode ser maior doque a sua vontade de crescer e realizar os seus sonhos...
Minha morte
Nada tem sentido
Se os meus ouvidos
Não ouvem o seu sorriso
Tudo parece morto
Pois a distância que há em nós colocar-me no vale da morte....
"O dia é a uma história de vida que só é repetida na monótono tristeza pela procura do nada. Procure embelezar a sua história para que ela seja única motivadora e eterna."
A ESTRATÉGIA precisa
mudar em 2 momentos:
Quando TUDO está mudando.
Quando NADA está mudando.
Diego Marcelo Sternheim
Na vida, encontramos pessoas que nem precisam falar nada, apenas um olhar, um sorriso já nos cativa, são aquelas pessoas que sentimos vontade de sentar para um cafezinho e uma boa prosa. Aquela prosa, que sentimos vontade de parar o relógio.
Outras, são tão enjoadas com conversas negativas, só sabem reclamar da vida, poluem o ambiente com suas palavras tóxicas. Dessas, peço a Deus que me defenda.
Irá Rodrigues.
Resiliência e maturidade em sua essência mais simplista!?
Nada mais é que a busca por equilíbrio emocional, aprendizado contínuo e esforço diário para combater as adulterações que nos tornam adultos adulterados.
A prática não é pela perfeição, e sim por uma melhor qualidade de vida.
Cansei de gastar energia com quem não soma nada na minha vida. Quero por perto quem inspire, ensine e caminhe junto, o resto deixo no caminho, junto com o que já não me serve .
VAL MONI
"Se morrer exige algum esforço, então nem morrer eu quero. Só desejo me perder num nada tão puro que até o tempo esqueça de mim."
Que droga
No começo, não era nada — eu acho.
Só empatia.
Era ela, coitada, tão quieta na tristeza...
Que mundo injusto, que ironia.
Tão meiga, tão viva, agora em silêncio,
Olhos de mel cobertos de sombra.
Quem teve a crueldade de apagar sua luz?
De roubar o sol de quem transborda?
E então me atingiu — direto, sem aviso.
Como pode ela estar assim, partida?
Quem foi o infeliz que lhe tirou o riso
e costurou tristeza em sua vida?
No início era só compaixão, mas quando vi,
já era vício, já era laço.
Sem perceber, fiquei preso de novo
na droga doce do teu espaço.
Quando penso, só vejo teus cachos soltos,
teu jeito calmo, teus olhos fechando em riso.
Fiquei ali, admirando cada traço,
tentando ser abrigo, ser sorriso.
E quando notei, já sorria com você,
sem precisar de nada mais, nem entender porquê.
Ria dos teus risos, da tua calma,
e a cada gesto teu, se curava a minha alma.
E eu juro — por cada alegria que brotou de ti
que não deixarei tua luz se apagar aqui.
Se um dia a dor quiser voltar, eu serei abrigo,
serei tua paz depois do perigo.
Porque agora que te vi florescer em riso sereno,
quero ser teu porto quando o mundo for pequeno.
Te guardar do cinza, da dor e do desamor,
e pintar teus dias com abraço e cor.
Silêncio
Músicas que ressoam o nada,
gritam — o ouvido estraçalha.
O meu cúmplice que vira,
esse silêncio guardado.
E esse silêncio rasga,
atravessa a alma fraca,
como penitência fria,
quietinho me abraça.
Silêncios que gritam,
verdades caladas.
Grito preso
é silêncio armado,
municiado e vestido
de luto sagrado.
Fala mais alto
que o fôlego permite.
Calado, ele grita;
gritando, ele cala.
Cárcere privado
dentro de mim,
confortável veneno.
O silêncio revela
o que o barulho disfarça,
o que a palavra teme,
o que o tempo guarda.
E o que o silêncio guarda?
Além de segredos, mentiras e piadas?
E o que ele mata?
Além das verdades, vontades e a alma?
Guarda cartas nunca enviadas,
guarda abraços negados,
guarda beijos molhados,
guarda o gosto amargo
dos “nunca mais”
e dos “quem sabe um dia”.
Mata risos pela metade,
mata sonhos no olhar cansado,
mata desejos acorrentados,
mata o amanhã no ontem enterrado.
Não falo do silêncio externo,
mas daquele interno,
que a gente tranca e alimenta,
pouco a pouco, com migalhas.
Silêncio que abraça,
engolindo palavras,
sufocando pensamentos,
despindo a alma.
Como eu o calo?
Escrevo em tormento
nesse silêncio que me acompanha
dia e noite,
enquanto trabalho,
enquanto rio,
enquanto falo,
enquanto disfarço.
Ele se deita comigo,
divide o travesseiro,
morde o meu sono.
É sombra no peito,
é nó na garganta,
é frio na barriga,
é relógio parado.
E quando penso que partiu,
ele retorna, paciente,
sentando-se à mesa
com um prato vazio.
(esperando as migalhas)
Come do meu cansaço,
bebe da minha espera,
e ri sem fazer barulho.
O silêncio não é ausência,
é presença severa,
é voz oculta,
é juiz sem sentença.
No fim, pergunto:
se eu quebrar o silêncio,
o que sobra de mim?
