Do nada
Já vi tudo acontecer, milagres tornados reais...
Mas nunca eu vi nada assim
Quando os teus olhos olham pra mim.
Ouça o meu coração
E para quem ama nada é impossível
A cada dia que se vai, mais aumenta
o meu amor, essa saudade é terrível
A vontade de ter você aqui é imensa
Saudade de te fazer as vontades tuas
Que são muito mais minhas que suas
Vontade de amar você e te fazer feliz
Ouça tudo o que meu coração te diz:
-Amor eu te amo e sempre vou amar
-Amor, te quero e sempre vou querer
-Amor, sem você não quero mais ficar
-Amor, sem ter você não dá pra viver!
Gui Gouvêa
Entao, aqui estou
cheia de pensamentos
E todos eles com a
minha boa intenção.
Mas, nada me consola
esta noite porque
A saudade me mantém
muito bem acordada...
Algumas lembranças me
fazem ficar pendurada
na esperança de que um
novo dia virá e talvez
tudo ficará bem comigo!
Marta Gouvêa
Olhando em minha volta percebi que nada tenho a nào ser bems materiais.Mas pra que serve ter tudo isso se oque eu preciso e de amor!
Nada se extingue, tudo se transforma. As pessoas que nos fazem bem ficam em nossos corações, mesmo que estejam distantes, as outras viraram apenas lições de acordo com os seus propósitos..(Guto Lopes)
Mesmo que nada tenhamos,
Ainda teremos nós.
Uma porção de insistência,
Cercada de resistência
Por todos os lados.
Subatômicos
Nunca tive nada na vida,
Só tive a poesia.
Eu tinha ela, ela me tinha,
Jamais me decepcionou.
Como um brilho no telescópio,
Olhar pra pia limpa e ver o bule cheio,
Após o buraco de minhoca,
Na nebulosa bumerangue.
Minha Canis Majoris,
Sou Eta Carinae.
Neste berçário de estrelas,
Só tive a Poesia.
Corpúsculos diminutos,
Nano-elixir-microscópico.
Subatômicos.
Eu tinha ela, ela me tinha.
Extinguiu espécies a esmo,
Matou tudo o que anda, salta, nada,
Flutua, mergulha, voa ou rasteja.
E sendo um humanista,
Ainda lhe sobrou tempo,
Para escrever poemas.
Não há âncoras,
Há coragem,
E a ancoragem que naufrague.
Mesmo que nada tenhamos,
Ainda teremos nós.
Uma porção de insistência,
Cercada de resistência
Por todos os lados.
Deixo-te me levar,
Por franca-espontânea atração.
Deixe-me navegar,
Nesta ondulada vastidão.
Tragado no redemoinho,
De tua astuta maresia.
Bastava, a simples combinação,
Dela e do Violão,
Para que o mundo todo
Encontrasse harmonia.
Ela personificava tua significância,
Ela não levava nada em consideração.
Era o desacordo e a concordância,
Ela não levava nada em consideração.
