Divina e Graciosa
O calvinismo confunde soberania divina com onicausalidade ou pancausalidade. Por isso, no calvinismo o livre-arbítrio é um tipo de kryptonita contra esse “deus” todo-determinante que eles inventaram.
Acredito que eleição significa uma nomeação divina de alguns homens para a felicidade eterna. Mas acredito que esta eleição seja CONDICIONAL, bem como a reprovação oposta a ela. Acredito que o decreto eterno relativo a ambos está expresso nestas palavras: “Aquele que crer será salvo; aquele que não crê será condenado”. E este decreto, sem dúvida, Deus não mudará, e os homens não poderão resistir.
"Criança Divina, é sonho, fantasia, luz, esplendor, ingenuidade, devaneio, emoção, coragem, ousadia, espontaneidade. Ela é a sua intuição. Ela é a sua melhor parte. Ela é livre! - Não permita que o adulto a roube de você..."
☆Haredita Angel
A tríade da identidade divina…
Em cada ser reside uma tríade de existências: a primeira, urdida pela nossa autopercepção, um retrato interior muitas vezes adornado por anseios e ilusões; a segunda, plasmada no olhar alheio, uma tapeçaria de juízos e interpretações nem sempre fiéis à essência; e a terceira, a mais profunda e imutável, conhecida apenas pelo Criador, a fonte primordial de nosso ser.
A identidade, em sua busca incessante, clama pela compreensão da nossa gênese, a clareza do nosso destino e a firmeza do nosso presente. É o fio condutor que nos orienta na tapeçaria da vida.
Assim como Daniel, imerso no coração da opulenta Babilônia, manteve incólume sua integridade, a influência do entorno perde sua força quando ancoramos nossa essência naquilo que verdadeiramente importa: nossa filiação ao Divino. O ambiente que nos cerca, seja ele suntuoso ou modesto, a urbe em que habitamos, o estrato social a que pertencemos, palidecem diante da identidade que cultivamos em nosso Criador.
Pois, ao reconhecermos quem somos aos olhos do Eterno, do Senhor de toda a criação, as críticas perdem seu veneno, as maldições não encontram guarida em nosso espírito. Fomos constituídos como prole amada, entes queridos e destinados à vitória. Nossa verdadeira identidade reside nesse reconhecimento divino.
Desprezemos, portanto, os ecos das vozes externas e as miragens da nossa própria mente, e atentemos à verdade inefável que o Criador conhece e proclama sobre nós.
A essência Divina e a existência…
A condição humana revela, em sua paradoxal essência, um drama silencioso: aqueles que se proclamam oriundos da eternidade divina, mas vivem sob a penumbra de uma orfandade volitiva, exilados da própria autonomia. Filhos de um princípio absoluto, mendigam a aprovação alheia como se o valor de sua existência estivesse condenado a um juízo externo. Reivindicam uma ascendência celestial, mas curvam-se, em angústia, à necessidade de aplausos, como se suas ações só alcançassem realidade sob o selo de um olhar validante. Há, nesse dilema, um contraste pungente entre a fé que professam e a fragilidade que os paralisa diante de cada escolha, de cada divergência, de cada silêncio que não lhes devolva um eco favorável.
Se a origem é a infinitude, a filiação divina não confere submissão, mas autoridade; não promete servidão, mas uma herança inalienável. Aquele que nasce da plenitude do Ser não se debate em indigência espiritual, pois o dom que lhe é dado não se implora, não se negocia, não se sujeita. Contudo, o que se observa é a inversão desse desígnio: uma multidão de pretensos herdeiros a vagar em torno do tribunal da opinião, reduzidos a sombras de si mesmos, temerosos de afirmar sua própria luz. A grande ruptura não reside na ausência de fé, mas na abdicação de sua potência; não na negação do divino, mas na covardia que se disfarça de reverência.
A fé genuína exige mais do que a repetição mecânica de dogmas: ela clama pela coragem de pensar, pela ousadia de agir, pela firmeza de suportar o risco do erro e o peso da responsabilidade. Não se curva à conveniência do conformismo, mas se ergue na integridade de quem honra o nome que carrega. Tal fé é uma força criadora, que não teme o vazio, mas o atravessa; que não se contenta em esperar permissões, mas inaugura caminhos.
E há, sim, aqueles que, ao invocarem a origem divina, tornam-se arquitetos da própria existência. Não medem a grandeza de seus passos pelo julgamento alheio, mas pela coerência de seus propósitos. Estes, em sua silenciosa audácia, contrastam com os que, embora clamem por uma linhagem sagrada, permanecem acorrentados à inércia, hesitantes até mesmo em sonhar. A verdadeira herança do Altíssimo não se encontra na apatia da dependência, mas na plenitude de quem ousa viver à altura de sua origem eterna.
Tu,
Luz das acácias,
Divina comédia,
Brilho do sol,
Raio de luz,
De leste ao Europeu,
Estrela que acende meu interior de plebeu,
Deveras, fazer para me conhecer,
Ser o suficiente para eu renascer.
Meu amor, hoje o céu está mais estrelado.
Isso sempre me faz lembrar de ti, meu amado.
Te acalmar quando estiver sob estresse de um dia nublado.
Saber de ti como fostes teu amanhecer ao anoitecer.
Cuidar-te de ti, oh, divindade!
Ao ser teu porto seguro para ti confiar-te em mim.
Encontrar a ti que me faça sentir de novo: o que eu já não sentia mais e não me importava mais.
Ao final, do teu contentamento, hei de ser incrível feito um prisioneiro com paixão.
E cada palavra é uma criação,
Da evolução,
Que dela se evoluiu, organicamente.
Igual a inteligência artificial,
Que está lá para te provar que possa ser tua descoberta inesquecível.
A fé bíblica é uma revelação divina adaptada ao entendimento humano para o reconhecimento da salvação.
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