Divina e Graciosa
Segue com a permissão Divina a tua caminhada e encontrarás muitos motivos para ser feliz... essas diretrizes encontram-se registadas na tua alma, é por essa razão que terás que buscá-las no teu interior!
Se andarem focados nos caminhos externos, como querem encontrar a direção certa que vos levará no caminho da leveza, da Fé, da Paz...da felicidade!
A tríade da identidade divina…
Em cada ser reside uma tríade de existências: a primeira, urdida pela nossa autopercepção, um retrato interior muitas vezes adornado por anseios e ilusões; a segunda, plasmada no olhar alheio, uma tapeçaria de juízos e interpretações nem sempre fiéis à essência; e a terceira, a mais profunda e imutável, conhecida apenas pelo Criador, a fonte primordial de nosso ser.
A identidade, em sua busca incessante, clama pela compreensão da nossa gênese, a clareza do nosso destino e a firmeza do nosso presente. É o fio condutor que nos orienta na tapeçaria da vida.
Assim como Daniel, imerso no coração da opulenta Babilônia, manteve incólume sua integridade, a influência do entorno perde sua força quando ancoramos nossa essência naquilo que verdadeiramente importa: nossa filiação ao Divino. O ambiente que nos cerca, seja ele suntuoso ou modesto, a urbe em que habitamos, o estrato social a que pertencemos, palidecem diante da identidade que cultivamos em nosso Criador.
Pois, ao reconhecermos quem somos aos olhos do Eterno, do Senhor de toda a criação, as críticas perdem seu veneno, as maldições não encontram guarida em nosso espírito. Fomos constituídos como prole amada, entes queridos e destinados à vitória. Nossa verdadeira identidade reside nesse reconhecimento divino.
Desprezemos, portanto, os ecos das vozes externas e as miragens da nossa própria mente, e atentemos à verdade inefável que o Criador conhece e proclama sobre nós.
A essência Divina e a existência…
A condição humana revela, em sua paradoxal essência, um drama silencioso: aqueles que se proclamam oriundos da eternidade divina, mas vivem sob a penumbra de uma orfandade volitiva, exilados da própria autonomia. Filhos de um princípio absoluto, mendigam a aprovação alheia como se o valor de sua existência estivesse condenado a um juízo externo. Reivindicam uma ascendência celestial, mas curvam-se, em angústia, à necessidade de aplausos, como se suas ações só alcançassem realidade sob o selo de um olhar validante. Há, nesse dilema, um contraste pungente entre a fé que professam e a fragilidade que os paralisa diante de cada escolha, de cada divergência, de cada silêncio que não lhes devolva um eco favorável.
Se a origem é a infinitude, a filiação divina não confere submissão, mas autoridade; não promete servidão, mas uma herança inalienável. Aquele que nasce da plenitude do Ser não se debate em indigência espiritual, pois o dom que lhe é dado não se implora, não se negocia, não se sujeita. Contudo, o que se observa é a inversão desse desígnio: uma multidão de pretensos herdeiros a vagar em torno do tribunal da opinião, reduzidos a sombras de si mesmos, temerosos de afirmar sua própria luz. A grande ruptura não reside na ausência de fé, mas na abdicação de sua potência; não na negação do divino, mas na covardia que se disfarça de reverência.
A fé genuína exige mais do que a repetição mecânica de dogmas: ela clama pela coragem de pensar, pela ousadia de agir, pela firmeza de suportar o risco do erro e o peso da responsabilidade. Não se curva à conveniência do conformismo, mas se ergue na integridade de quem honra o nome que carrega. Tal fé é uma força criadora, que não teme o vazio, mas o atravessa; que não se contenta em esperar permissões, mas inaugura caminhos.
E há, sim, aqueles que, ao invocarem a origem divina, tornam-se arquitetos da própria existência. Não medem a grandeza de seus passos pelo julgamento alheio, mas pela coerência de seus propósitos. Estes, em sua silenciosa audácia, contrastam com os que, embora clamem por uma linhagem sagrada, permanecem acorrentados à inércia, hesitantes até mesmo em sonhar. A verdadeira herança do Altíssimo não se encontra na apatia da dependência, mas na plenitude de quem ousa viver à altura de sua origem eterna.
"O estudo da Bíblia Sagrada não é somente para adquirirmos mais conhecimento, estudar a divina palavra de Deus que é eterna, assim como Ele é eterno, requer da parte do estudante humildade para aprender com quem é mais experimentado na prática, porque para o estudante é necessário essa humildade para sentar e aprender, pois após ter aprendido é preciso ter o dobro de humildade para se levantar e ensinar."
Carregando minha sofrência, numa cidade eu caminhava, a divina providência uma surpresa me aprontava; com o meu coração em dor, fiz os meus lábios sorrir, pra abraçar meu grande amor , que também estava ali. Eu não dei demonstração, mas só Deus e o meu coração, sabem a dor que eu senti.
Por intento e pura maldade, proibiram nosso amor de verdade, nos trazendo sofrimento, amargura e saudade, mas o que é de Deus, ninguém segura, não consegue segurar, mesmo que separar, voltará o amor a se reencontrar, seja lá aonde for.
Somente a sabedoria divina poderia criar a Mulher, reunindo no mesmo ser, o amor,a força imensurável de uma guerreira, a delicadeza e a sensibilidade de uma flor.
Que cada sol nascente seja carinho para uma alma carente, uma luz divina para a escuridão da mente, um aquecedor de amor para um coração frio e doente.
Na luta da vida, na ferida e na dor, a luz divina só ilumina saída pela porta do amor. Ódio destrói, só amor constrói.
A natureza é divina, se todos os ursos hibernassem ao mesmo tempo, as abelhas se afogariam no próprio mel que produzem
Um espírito benevolente possui raízes tão profundas dentro da misericórdia divina, que sua fortaleza encontra refúgio na fragilidade do outro ao ajudá-lo em todos os momentos, como bálsamo que perfuma, como brisa a fazer velejar
Fagulhas fraternas, que surgem no mundo contemporâneo, são manifestações da centelha divina quase sempre provenientes do atrito entre corações de pedra
A misericórdia divina é tão fabulosa, que ela se manifesta no coração do homem ao apagar o fogo do egoísmo e ao acender a chama da esperança
O mantra da paz universal que a vida nos oferece é respeitar a centelha divina que reside em mim e que transborda no outro
Estender a mão quando muitos jogam pedras é a benfazeja prova que a centelha divina ainda reside dentro de nossos corações
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