Disputar uma Pessoa
Sou uma casa. Está escuro dentro de mim. Minha consciência é uma luz solitária. Uma vela ao vento. (...) Todo o resto fica na sombra. (...) Mas ainda está lá. Os outros quartos, nichos, corredores, escadas e portas. (...) E tudo que vive e vaga dentro de você está aqui. Vive. Dentro da casa que sou.
Sinto-me triste amargurado infeliz e chateado.
Por não ser vitorioso e levar o premio de uma flor!
Meus fracassos foram nítidos e não se fez razão no amor.
Imprudentes foram os sentimentos que acreditaram na ilusão.
No final carrego as feridas dentro do meu coração.
Um sol de esperanças renasce em cada amanhecer, anunciando mais uma dádiva de Deus: é a vida que floresce e se renova lá fora, te chamando, ensinando, pulsando sua vitória sobre todas as provações! Vivifique!
Nunca devemos desprezar um amor, pois num futuro bem próximo deve ser ele quem te dará uma mão pra te levantar.
Para quem possui apenas uma vida, o amor é efêmero. Mas quem passeia pela a eternidade, o amor é um velho companheiro.
Hoje você é uma daquelas pessoas especiais que costumo lembrar nas minhas orações. Que Deus esteja sempre um passo a tua frente, te protegendo e te mostrando o caminho a ser seguido, para que você não venha tropeçar em nenhuma pedra durante a sua caminhada.
Com certeza você foi e será uma das melhores coisas que aconteceu na minha vida...
Foi muito bom estar com VOCÊ cada dia, cada hora, cada minuto, cada segundo...
Você me fez sorrir, me deixou alegre, feliz... mesmo que por alguns dias me senti amada protegida...
Quando fecho os olhos, posso ver você sorrindo ou bravo...
Obrigada pelos bons momentos... foram únicos e verdadeiros... eu podia sentir...
Me irritou muito também... mas até disso eu sinto falta...
Eu sei que não vamos ficar mais juntos... talvez nem nos veremos nunca mais... ou até mesmo, nem nos falaremos mais...
Mas vou guardar cada momento comigo... pra sempre no meu coração...
Hoje eu posso afirmar com certeza que te amo... mas não sei quanto tempo vai durar... a distância castiga... e consegui manter esse tempo todo porque tinha a esperança de um dia te ver...
Te amei na primeira conversa mesmo sem ao menos ouvir a sua voz... sem ao menos te ver... coisa do destino? não sei, mas aconteceu... E agora te amo ainda mais.
Mas temos outros caminhos, outras coisas outras prioridades...
Coração tá doido apertado. Cada vez que vejo a sua foto os meus olhos enchem de lágrimas. Cada lugar dessa casa me lembra você...afffff que sensação ruim, horrível... Mas é a vida né?! Fazer o que?Bola pra frente ...e vamos continuar as nossas vidas
Hoje acordei com uma saudade de você, meu pai, só de lembrar que já faz tempo que o senhor se foi. Queria poder abraçar-te todos os dias e olhar no teus olhos e dizer: amo-te, meu pai.
• ೋ ✿ • ♡ • Serenidade , paz e descanso ! Que seja uma noite linda para todos nós anjos ! • ೋ ✿ • ♡ • agradecendo as alegrias deste dia e as lições , é hora de aprender com nossas dores e superar nossas limitações ... Edificar e evoluir ... prosperar e seguir sempre por um caminho de fé e esperanças ... recebendo cada amanhecer como uma nova oportunidade de ser FELIZ ! • ೋ ✿ • ♡ •
Que noite gloriosa🙏❤. Gratidão senhor por mais uma dádiva🙏, por mais uma oportunidade de viver🍀, por tudo de especial que tens feito em nossas vidas🙏 e por todos os livramentos que tens nos dado🌼🍃. Sei que tudo só é possível se estivermos prostados diante de ti senhor. Pois o senhor é a nossa força, refúgio e único salvador!🙏🙏🍀❤🌟🌟🌟🌟🌟
A mecânica do mundo é uma engenhosa construção para a vida. De um hemisfério ao outro do planeta o sol deita seus raios e o vento lança sementes. Se a terra não girasse, a vida tão acessível se extinguiria. Tem, certamente, um dedinho de Deus, fazendo, em tudo, acontecer a vida.
Monólogo de uma Sombra
"Sou uma Sombra! Venho de outras eras,
Do cosmopolitismo das moneras...
Pólipo de recônditas reentrâncias,
Larva de caos telúrico, procedo
Da escuridão do cósmico segredo,
Da substância de todas as substâncias!
A simbiose das coisas me equilibra.
Em minha ignota mônada, ampla, vibra
A alma dos movimentos rotatórios...
E é de mim que decorrem, simultâneas,
A saúde das forças subterrâneas
E a morbidez dos seres ilusórios!
Pairando acima dos mundanos tetos,
Não conheço o acidente da Senectus
— Esta universitária sanguessuga
Que produz, sem dispêndio algum de vírus,
O amarelecimento do papirus
E a miséria anatômica da ruga!
Na existência social, possuo uma arma
— O metafisicismo de Abidarma —
E trago, sem bramânicas tesouras,
Como um dorso de azêmola passiva,
A solidariedade subjetiva
De todas as espécies sofredoras.
Como um pouco de saliva quotidiana
Mostro meu nojo à Natureza Humana.
A podridão me serve de Evangelho...
Amo o esterco, os resíduos ruins dos quiosques
E o animal inferior que urra nos bosques
É com certeza meu irmão mais velho!
Tal qual quem para o próprio túmulo olha,
Amarguradamente se me antolha,
À luz do americano plenilúnio,
Na alma crepuscular de minha raça
Como uma vocação para a Desgraça
E um tropismo ancestral para o Infortúnio.
Aí vem sujo, a coçar chagas plebéias,
Trazendo no deserto das idéias
O desespero endêmico do inferno,
Com a cara hirta, tatuada de fuligens
Esse mineiro doido das origens,
Que se chama o Filósofo Moderno!
Quis compreender, quebrando estéreis normas,
A vida fenomênica das Formas,
Que, iguais a fogos passageiros, luzem.
E apenas encontrou na idéia gasta,
O horror dessa mecânica nefasta,
A que todas as cousas se reduzem!
E hão de achá-lo, amanhã, bestas agrestes,
Sobre a esteira sarcófaga das pestes
A mostrar, já nos últimos momentos,
Como quem se submete a uma charqueada,
Ao clarão tropical da luz danada,
espólio dos seus dedos peçonhentos.
Tal a finalidade dos estames!
Mas ele viverá, rotos os liames
Dessa estranguladora lei que aperta
Todos os agregados perecíveis,
Nas eterizações indefiníveis
Da energia intra-atômica liberta!
Será calor, causa úbiqua de gozo,
Raio X, magnetismo misterioso,
Quimiotaxia, ondulação aérea,
Fonte de repulsões e de prazeres,
Sonoridade potencial dos seres,
Estrangulada dentro da matéria!
E o que ele foi: clavículas, abdômen,
O coração, a boca, em síntese, o Homem,
— Engrenagem de vísceras vulgares —
Os dedos carregados de peçonha,
Tudo coube na lógica medonha
Dos apodrecimentos musculares!
A desarrumação dos intestinos
Assombra! Vede-a! Os vermes assassinos
Dentro daquela massa que o húmus come,
Numa glutoneria hedionda, brincam,
Como as cadelas que as dentuças trincam
No espasmo fisiológico da fome.
É uma trágica festa emocionante!
A bacteriologia inventariante
Toma conta do corpo que apodrece...
E até os membros da família engulham,
Vendo as larvas malignas que se embrulham
No cadáver malsão, fazendo um s.
E foi então para isto que esse doudo
Estragou o vibrátil plasma todo,
À guisa de um faquir, pelos cenóbios?!...
Num suicídio graduado, consumir-se,
E após tantas vigílias, reduzir-se
À herança miserável de micróbios!
Estoutro agora é o sátiro peralta
Que o sensualismo sodomista exalta,
Nutrindo sua infâmia a leite e a trigo...
Como que, em suas células vilíssimas,
Há estratificações requintadíssimas
De uma animalidade sem castigo.
Brancas bacantes bêbedas o beijam.
Suas artérias hírcicas latejam,
Sentindo o odor das carnações abstêmias,
E à noite, vai gozar, ébrio de vício,
No sombrio bazar do meretrício,
O cuspo afrodisíaco das fêmeas.
No horror de sua anômala nevrose,
Toda a sensualidade da simbiose,
Uivando, à noite, em lúbricos arroubos,
Como no babilônico sansara,
Lembra a fome incoercível que escancara
A mucosa carnívora dos lobos.
Sôfrego, o monstro as vítimas aguarda.
Negra paixão congênita, bastarda,
Do seu zooplasma ofídico resulta...
E explode, igual à luz que o ar acomete,
Com a veemência mavórtica do ariete
E os arremessos de uma catapulta.
Mas muitas vezes, quando a noite avança,
Hirto, observa através a tênue trança
Dos filamentos fluídicos de um halo
A destra descarnada de um duende,
Que, tateando nas tênebras, se estende
Dentro da noite má, para agarrá-lo!
Cresce-lhe a intracefálica tortura,
E de su'alma na caverna escura,
Fazendo ultra-epilépticos esforços,
Acorda, com os candieiros apagados,
Numa coreografia de danados,
A família alarmada dos remorsos.
É o despertar de um povo subterrâneo!
É a fauna cavernícola do crânio
— Macbeths da patológica vigília,
Mostrando, em rembrandtescas telas várias,
As incestuosidades sanguinárias
Que ele tem praticado na família.
As alucinações tácteis pululam.
Sente que megatérios o estrangulam...
A asa negra das moscas o horroriza;
E autopsiando a amaríssirna existência
Encontra um cancro assíduo na consciência
E três manchas de sangue na camisa!
Míngua-se o combustível da lanterna
E a consciência do sátiro se inferna,
Reconhecendo, bêbedo de sono,
Na própria ânsia dionísica do gozo,
Essa necessidade de horroroso,
Que é talvez propriedade do carbono!
Ah! Dentro de toda a alma existe a prova
De que a dor como um dartro se renova,
Quando o prazer barbaramente a ataca...
Assim também, observa a ciência crua,
Dentro da elipse ignívoma da lua
A realidade de uma esfera opaca.
Somente a Arte, esculpindo a humana mágoa,
Abranda as rochas rígidas, torna água
Todo o fogo telúrico profundo
E reduz, sem que, entanto, a desintegre,
Á condição de uma planície alegre,
A aspereza orográfica do mundo!
Provo desta maneira ao mundo odiento
Pelas grandes razões do sentimento,
Sem os métodos da abstrusa ciência fria
E os trovões gritadores da dialética,
Que a mais alta expressão da dor estética
Consiste essencialmente na alegria.
Continua o martírio das criaturas:
— O homicídio nas vielas mais escuras,
— O ferido que a hostil gleba atra escarva,
— O último solilóquio dos suicidas —
E eu sinto a dor de todas essas vidas
Em minha vida anônima de larva!"
Disse isto a Sombra. E, ouvindo estes vocábulos,
Da luz da lua aos pálidos venábulos,
Na ânsia de um nervosíssimo entusiasmo,
julgava ouvir monótonas corujas,
Executando, entre caveiras sujas,
A orquestra arrepiadora do sarcasmo!
Era a elegia panteísta do Universo,
Na podridão do sangue humano imerso,
Prostituído talvez, em suas bases...
Era a canção da Natureza exausta,
Chorando e rindo na ironia infausta
Da incoerência infernal daquelas frases.
E o turbilhão de tais fonemas acres
Trovejando grandíloquos massacres,
Há-de ferir-me as auditivas portas,
Até que minha efêmera cabeça
Reverta à quietação da treva espessa
E à palidez das fotosferas mortas!
"Aproveite a companhia" com companheirismo! Porque muitas pessoas não querem uma companhia, querem apenas alguém que lhes sirva.
Caminhar...
Sem rumo,
Pela estrada da vida,
Tentando encontrar um caminho,
Uma única saída,
Pra libertar minha alma...
E não mais sangrar por dentro,
Nem se amedrontar com a solidão...
Olhando para o céu,
Procurando uma resposta,
Sentindo a brisa gelada,
É só o vento...
Querendo apagar meu passado...
Só quero voltar a ser eu mesma,
Não mais sofrer com seu silêncio,
Me libertar de qualquer sentimento,
Me levar pra outro mundo,
Mudar tudo em um segundo...
Sentir a chuva cair sobre mim
Voar pra bem longe
Esquecer...
Todos os dias que choro sozinha
Implorando por sua companhia...
Eu sei, não sou a única...
Mas encontrarei outra maneira de viver,
Eu quero voltar a sonhar...
Eu só não quero morrer...
Quero paz , felicidade... quero o que o dinheiro não compra .
Quero mais do que uma noite de felicidade, que se vai ao chegar o dia.
O poder só emanará do povo quando os mesmos entenderem que consciência política é uma questão de sobrevivência.
Namorar não se resume em um simples título, mas a uma condição onde duas pessoas decidiram acreditar uma na outra e entregar todo o seu amor e respeito, para juntos construir algo maior.
Quando o assunto é amor eu me torno clichê, fico a "moda antiga" , viro uma romântica descontrolável, fico até brega… do tipo que escreve cartas, faz surpresas,descreve o tamanho do seu amor o tempo todo. Quando se trata do amor eu fico besta, idiota, viajo na maionese, fico o dia inteiro no mundo da lua. Quando se trata do amor, pra mim vale tudo, até me entregar por inteiro.
