Disputar uma Pessoa

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⁠Um vilão é apenas uma vítima cuja história não foi contada.

Se é pra ter uma paz sangrenta, nóis prefere uma guerra santa

"Existe uma solidão humana que nasce de alguma fonte que não a falta de companhia, e não tenho dúvida de que os místicos que meditaram sobre esse fato tem razão de vê-lo em termos metafísicos. A separação entre o ser autoconsciente e o seu mundo não é superada por nenhum processo natural. Ela é um defeito sobrenatural, que só pode ser remediado pela graça."

Viver é maravilhoso, apesar das dificuldades. Acredite em um novo amanhã, se dê uma nova chance quantas vezes for preciso.

Não existe algo tão verdadeiro e puro que uma troca de olhares impactante, isso sim pode se dizer que é o início da sedução!

Cada nova geração que nasce é, na prática, uma invasão da civilização por pequenos bárbaros, que precisam ser civilizados antes que seja tarde demais.

Não quero saber de pessoas que não fazem nem uma diferença na minha vida, é totalmente fútil e desnecessário saber se o vizinho toma banho de camisa ou se a vizinha comprou alguma porcaria. Quem traz conversas fúteis são pessoas fúteis, gastar o mínimo de tempo com uma pessoa fútil é o mesmo que passar toda semana elogiando o ladrão que assaltou a sua casa.

O otimismo é uma estratégia para criar um futuro melhor. Porque a menos que você acredite que o futuro pode ser melhor, é improvável que você assuma a responsabilidade de criá-lo.

⁠O amor não existe, nunca existiu. Foi só uma invenção dos poetas para vender seus livros.

De vez em quando te vejo passeando em mim, é uma viagem ter você na minha estrada.

Espero que no fim dessa pandemia possamos sentir uma nova Independência Nacional e reiniciar o país com verdadeiro espírito de um só Povo e uma só Nação.

O Realismo é uma reação contra o Romantismo: o Romantismo era a apoteose do sentimento; o Realismo é a anatomia do caráter. É a crítica do homem. É a arte que nos pinta a nossos próprios olhos - para condenar o que houve de mau na nossa sociedade.

Há homens para quem a noite é mais bela do que o dia, para quem uma estrela perdida no azul do céu é mais encantadora do que o astro rei com todo seu fulgor.

Desculpa pela preocupação,
Mas não sou quem pensa,
Sou um ser vazio sem crença

Uma farça
A farça que sou,
O ser que criei para "agradar-te"
O ser que te encantou,

Te encanto porque?
Se não sou o que pensa,
Sou a miragem que criou

O meu ser pede socorro,
Ele grita e chora,
Toda hora,
Que ser é esse?, que ser sou eu.

Se tem uma coisa que aprendi na vida é que maldade não é coisa de gente feliz.
Gente feliz não perde tempo desejando ou fazendo o mal para os outros...gente feliz está muito ocupado amando, colorindo o mundo e perfumando os caminhos. Gente feliz usa o tempo para distribuir flores, colorir caminhos, porque de alguma forma, elas encontram meios de colocar ternura na estrada para fazer a diferença na vida dos que encontram, buscando criar eternidades ainda que se tenha que caminhar pelo deserto.
Maldade é coisa de gente infeliz, de pessoa frustrada, de gente medíocre e para essas, a gente tem que rezar porque Deus é bom e misericordioso e só Ele pode curar certos tipos de feridas na alma do ser humano.

Uma vida sem rascunho, corre o risco de se perder na própria história.

Se você não fizer, nada é possível. Mas se tentar, ao menos têm uma chance.

Uma sensação maravilhosa, é quando descobrimos que conseguimos vencer obstáculos, quebrar barreiras e no final de tudo, sairmos vitoriosos!

⁠Fábula A Lebre e a Tartaruga

Era uma vez... uma lebre e uma tartaruga.
A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga.
Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida.
A lebre muito segura de si, aceitou prontamente.
Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes.
Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar.
Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr.
Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada, toda sorridente

Moral da história: Devagar se vai ao longe.

“Tenho uma amiga que quando percebe que eu estou triste costuma me perguntar quem roubou a minha caixa de lápis de cor. Tem vez que nem pergunta, apenas comenta: “poxa, dessa vez levaram as cores que você mais gosta!” A tristeza afrouxa um pouco, por mais que eu esteja chateada. Primeiro, porque é muito bom a gente se sentir olhado com carinho. Depois, porque essa expressão tem uma inocência capaz de fazer gente grande tocar em coisas sérias sem ficar com medo de queimar a mão. De vez em quando, ao ouvir a pergunta, acontece de uma lágrima ou outra escapulir, afeitos que alguns sentimentos são a desaguar no rosto quando o coração fica apertado. Mas, algumas vezes, quando eu choro diante dessa indagação não é pelas cores que não encontro na caixa nem por lembrar de quem supostamente as roubou. Choro por perceber que ainda dou aos outros o poder de roubá-las. Por notar que, no fim das contas, quem rouba os meus lápis de cor preferidos sou eu.”