Disputar uma Pessoa
-Amor Platônico-
O amor platônico pode começar por uma amizade, ou simplesmente por um olhar.
Amores platônicos são divertidos no começo, mas depois de um tempo a pessoa pode acabar se iludindo.
Quando isso acontece, esse amor deixa de ser tão divertido e passa a ser dolorido.
Você passa horas pensando na pessoa, se iludindo cada vez mais, tendo esperanças de algo possa acontecer entre ambos.
Sente saudades (muitas), chora pelos motivos mais bobos, e odeia a pessoa pelo fato de ela não corresponder o amor que você sente.
Mesmo que esse, nem saiba o que você sente por ele(a).
Quando ela lhe dá atenção, pela mínima que seja, você deixa de odiá-la e passa a ama-la novamente.
Por que todos sabemos que do ódio pro amor é somente um passo.
Se ele lhe abraça, ou faz algum tipo de contato físico, você derrete. E passa a achar que ele sente algo (Mais ilusão).
Mas isso muda novamente quando ele faz algo que a deixa com ciúmes, ou quando ele deixa de te dar atenção (mesmo que só por algumas horas).
Assim, você fica na dúvida, iludida. Chora, fica depressiva, achando que ninguém gosta de você e etc.
Começa a pensar, "Será que vale a pena chorar por alguém que mal sabe que você existe? Não. Mas então, se não vale, porque insistir?".
Daí você começa a dizer, tentar convencer a si mesma que não vai mais pensar na determinada pessoa, que não falará mais um simples "oi" ou sorrir quando a vê-la. E você fica determinada a fazer isso, mas no segundo em que você vê de novo seu amor platônico, tudo isso se dissipa, mesmo que você tente e consiga ficar sem contato por certo período de tempo. O sentimento volta. E aquele "ciclozinho" acontece novamente: Olhares, sorrisos, contato, ilusão, choros, ódio, amor , ódio, falta de contato breve, olhares...E por aí vai.
Infelizmente (ou não) o amor platônico só acaba quando encontramos alguém bem melhor, que nos aprecie do mesmo jeito que nós os apreciamos.
E isso pode demorar muito tempo. Enquanto esperamos temos que viver com as dores e as alegrias de se ter um "Amor Platônico".
Claro, pode acontecer desse amor platônico não ser platônico e você ser correspondida. Mas pra isso, você tem que insistir, correr atrás e esperar que o destino junte os dois. Afinal, o que tiver de ser, será.
A dor da ingratidão é pior que o fio de uma faca afiada, pior ainda é ver seu filho chorar por um pai que o deixou, e te deixar sozinha e ignorada, mesmo você tendo feito seu melhor papel. O de mãe amorosa, dedicada e que te protegeu das maldades do mundo!
Casar, para ela, não era negócio de paixão, nem se inseria no sentimento ou nos sentidos; era uma ideia, uma pura ideia. Aquela sua inteligência rudimentar tinha separado da ideia de casar o amor, o prazer dos sentidos, uma tal ou qual liberdade, a maternidade, até o noivo. Desde menina, ouvia a mamãe dizer: "Aprenda a fazer isso, porque quando você se casar"... ou senão: "Você precisa aprender a pregar botões, porque quando você se casar..."
A todo instante e a toda hora, lá vinha aquele -- "porque, quando você se casar..." -- e a menina foi se convencendo de que toda a existência só tendia para o casamento. A instrução, as satisfações íntimas, a alegria, tudo isso era inútil; a vida se resumia numa coisa: casar.
De resto, não era só dentro de sua família que ela encontrava aquela preocupação. No colégio, na rua, em casa das famílias conhecidas, só se falava em casar. "Sabe, Dona Maricota, a Lili casou-se, não fez grande negócio, pois parece que o noivo não é lá grande coisa"; ou então: "A Zezé está doida para arranjar casamento, mas é tão feia, meu Deus!..."
A vida, o mundo, a variedade intensa dos sentimentos, das ideias, o nosso próprio direito à felicidade, foram parecendo ninharias para aquele cerebrozinho; e, de tal forma casar-se se lhe representou coisa importante, uma espécie de dever, que não se casar, ficar solteira, "tia", parecia-lhe um crime, uma vergonha.
De natureza muito pobre, sem capacidade para sentir qualquer coisa profunda e intensamente, sem quantidade emocional para a paixão ou para um grande afeto, na sua inteligência a ideia de "casar-se" incrustou-se teimosamente como uma obsessão.
Adoro uma travessura... dessas bem feitas.. de tirar o fôlego.. de pedir quero mais...de deixar sorrisos bobos no canto do rosto.. e pensamentos safados na cabeça...
Não é porque eu não gosto de você. Só estou com medo. Há uma longa estrada à minha frente. Mas eu sou fraca demais. É por isso… é por isso que estou te deixando pra trás.
"Uma flecha só pode ser lançada se for puxada pra trás. Então, quando a vida te puxa pra trás, com dificuldades, significa que vai te lançar para algo grande. Apenas mantenha o foco e continue mirando."
Amar não é apenas sentir atração pelas as características físicas e psicológicas de uma pessoa, é ter a consciência de que ela esquadra-se perfeitamente com as suas ideologias e que ela irá lhe ajudar a constituir a sua vida, tanto no presente como no futuro.
Vende-se Felicidade!
Seja sincero... onde você viu uma placa com produtos á venda que sejam sinonimos de felicidade, ou ela própia.
É verdade, a felicidade existe, está a venda e pode ser adquirida por um preço bem acessível basta você estar interessado.
E aí? vai querer um quilo de felicidade?
Bom, deixa eu explicar, felicidade...ela está em qualquer esquina ou em todo canto basta você olhar direitinho e tentar prestar bem atenção.
Tá vendo o mundo á sua volta!...você tem milhões de motivos pra ser feliz, nem precisa tentar sair comprando felicidade.
Pois felicidade não se compra, se conquista, se luta por ela, tem que vir naturalmente mediante seus esforços e a sua vontade de se feliz.
Um bom motivo de estar feliz é a certeza da presença de Deus em sua vida, isso já é um ótimo começo, depois você consegue o restante.
Sim, um bom relacionamento humano nos deixa muito felizes, a pessoa amada traz a nossa felicidade, junto com o frescor da noite de lua cheia.
Lembre-se que a cada amanhecer você tem o dever e deverá ter o atrevimento de ser feliz.
Devemos imaginar que tem pessoas que precisam da nossa felicidade, e nunca podemos nos negar de tamanho sentimento.
As pessoas que realmente amamos ao ve-las sorrindo é uma felicidade, um beijo na boca é muito gostoso e as carícias de amor ja diz tudo.
Ser feliz é isso, saber amar, levar o mundo do seu jeito e fazer da vida a sua maior e melhor ponte, para os seus objetivos.
Quando você faz aquela carinha de felicidade é porque você esta feliz, então veja onde foi que você encontrou ela e não a deixe escapar.
Sim, agarre sua felicidade com unhas e dentes seja persistente com você, não pense que você irá possui-la simplesmente comprando.
Os verdadeiros merecedores da tal felicidade sempre são os mais corajosos, aqueles que entram na briga sem ter medo ou receio de se machucar.
Conquistar um bem querer ou um bem material nos deixa felizes, mas passamos por momentos não muito felizes ou agradáveis para adquiri-lo.
Quem sabe não será esse o verdadeiro motivo da felicidade, ou ela em forma de satisfação, porque estar satisfeito é estar feliz.
Se buscamos a felicidade todo tempo podemos então parar pra pensar... "que coisa mais difícil de ser conseguida!"
Levamos uma vida inteirinha insistindo em uma coisa que muitas vezes para algumas pessoas ela nunca vem, se vier passa rapidinho.
Pode até pensar que nas pessoa felizes a felicidade é uma mentira ou simplesmente um disfarce, por cima de um sofrer, mero engano.
Se não consegue amar é infeliz, ou se está amando está sendo desafortunado, são as várias faces da tristeza que a felicidade não consegue operar.
Joga tudo de lado põe a camisa da alegria e venha pro time dos satisfeitos, você será um vencedor e ainda vai levar a taça da felicidade.
A solidão é uma droga, um narcótico; cresce nas veias, nos nervos e nos músculos; assume um direito de posse sobre seu corpo e sua mente; alimenta-se e cria sua própria exigência.
Enchi uma jarra de porcelana azul, com as lágrimas que já verti, transparentes de saudade, magoa e amor...
Quando a tristeza não me deixa chorar, enfio as mãos na jarra azul e lavo o rosto com as lágrimas que já deitei...
Só se busca um ídolo enquanto não se alcança uma posição igual a dele. Quando não mais precisar das bengalas, não precisarei mais de ídolos.
Tudo o que a gente precisa está aqui. Tem eu, tem você, tem uma madrugada inteira de nós dois. E isso é tudo.
Colcha de retalhos...
Acho que minha vida é isso... ‘uma colcha de retalhos’, que quanto mais se desgasta menos bela é.
Eu sou feita de tantos retalhos e minhas ilusões são os remendos que fazem com que esses retalhos, pedacinhos de mim, permaneçam juntos. Mas os remendos estão se tornando cada vez mais gastos, o tecido apodrece cada vez mais depressa e a única coisa que consigo enxergar são os pedacinhos que vão se perdendo no caminho.
Hoje essa colcha já não me protege como antes, nem do frio, nem do medo, já não basta esconder a cabeça para que o sono venha, percebi que o mal que me assombra não é o que está fora, no escuro, mas sim o que se apodera do interior, e eu não tenho tido forças para reprimi-lo, é a inocência em confronto com a realidade, da qual não tenho como fugir.
E nesse ritmo vou perdendo, retalhos, alguns pedacinhos, e remendando outros, mas mo fim não é mas minha colcha, é apenas um pano velho costurado pela vida.
Sam: Então a praga é transmissível?
Dean: É uma DST mágica. Rapaz, pensando nisso dá até saudade do bom e velho herpes.
Encontrava-me exausta. Tudo até então não havia passado de uma longa caminhada.
Percorri por muito tempo estradas estreitas e escuras até bater à sua porta.
Trazia nos pés as feridas resultantes de cada tropeço e, na face, os sinais provocados por cada decepção que cruzou meu caminho.
Você, mais por descuido que por compaixão, ofereceu-me abrigo.
Acolheu-me, alimentou-me, matou minha sede e tratou minhas feridas, deixando que eu dormisse ao seu lado.
E eu, pouco a pouco, mais por descuido que por inocência, comecei a acreditar que finalmente havia encontrado a minha pousada.
Atrevi-me a desfazer as malas, repousando em suas prateleiras tudo que acumulei ao longo da jornada:
Cada dor, cada mágoa, cada lágrima, cada objetivo não concretizado
E ousei sorrir...
Os pés, já sem feridas, ousaram dançar, plenamente realizados por caminharem ao seu lado.
Aproveitei-me dos dias mornos, banhados numa felicidade efêmera, dando-me o direito de sonhar.
Mas um dia, ao acordar, pude ver num canto do quarto minhas malas feitas, e pelo zíper entreaberto notei que nelas você havia colocado, meio sem cuidado, tudo aquilo que estava nas prateleiras...
Mas, engraçado, as malas pareciam bem mais cheias do que antes!
Me fez calçar novamente os sapatos e os pés reconheceram imediatamente cada uma das antigas bolhas.
Despediu-se de mim com um beijo na testa, indicando-me a porta da rua.
E eu, mais uma vez, pus-me a caminhar, aceitando o destino que não pude escolher.
Chovia muito.
As alças das malas de outrora, muitíssimo mais pesadas agora, pareciam querer cortar-me as mãos.
Olhei pra trás, na esperança de encontrá-lo na soleira, vendo-me partir e me afastar ao longe,
Mas a porta da sua casa, fria e imóvel, já estava fechada...
