Disputar uma Pessoa

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Não critique aquele que tem uma atitude infantil, lembre-se de que o mundo só se tornou o caos que é hoje por causa dos adultos.

"Ilusão é uma flor no meio de um jardim, pois promete maravilhas para murchar no fim"

Uma teologia mal aplicada, pode te levar a ver Deus apenas como teoria;
E nisso... Você deixa de sentir a essência do espírito!

Entre ser feliz com a simplicidade da realidade e infeliz com uma falsa sensação de alegria que as fantasias causam, escolho a realidade.

Embora o sexo a que pertenço seja considerado fraco, você me verá como uma rocha, que não se inclina para nenhum vento.

Se os teus projetos forem para um ano, semeia o grão; se forem para dez anos, plante uma árvore; se forem para cem, instrui o povo.

Me deu vontade de cantar, sacudir, me levantar e uma saudade de gritar: "EU SOU LIVRE".
A esperança não morreu, um novo dia amanheceu e a liberdade... olha eu sei ainda existe.
Hoje eu nao quero saber se o Papa morreu ou se o mundo ainda esta em crise.
Hoje eu não tenho nenhuma pressa, então nada me stressa, então nem vem de ideia triste.

“Às vezes uma coisa modesta é mais bonita que uma espalhafatosa. Depende muito dos olhos de quem admira.”

No coração, talvez, ou diga antes:
Uma ferida rasgada de navalha,
Por onde vai a vida, tão mal gasta.
Na total consciência nos retalha.
O desejar, o querer, o não bastar,
Enganada procura da razão
Que o acaso de sermos justifique,
Eis o que dói, talvez no coração.

José Saramago
Os Poemas Possíveis

Hoje acordei com uma vontade de deixar pra lá, todos os problemas que inventei!!!

Enfrentar preconceitos é o preço que se paga por ser diferente. Temos uma personalidade forte. Os outros são os outros e só.

Eu não uso cantadas copiadas, pois só preciso dizer a uma mulher que ela é linda.

Tem vontade de fazer? Então faça! De uma forma ou de outra irão te julgar.

Eu me perguntava se poderia ser forte mesmo sendo uma garota. E se eu poderia viver minha vida sem as pessoas me chamando de monstro desumano.

Uma coisa certa é que não há amor tão puramente angelical como o amor de um pai por uma filha. No amor às nossas esposas há desejo, no amor aos nossos filhos, há ambição; mas no amor por uma filha há algo que não há palavras para descrever!

O discurso da separação amorosa.

Um dos sentimentos mais comuns depois de uma separação amorosa é a enorme curiosidade em relação ao destino do outro.

Mesmo o parceiro que tomou a iniciativa fará de tudo para saber como o abandonado está passando. Esse interesse raras vezes resulta de uma genuí­na solidariedade. Decorre, na maioria dos casos, de uma situação ambivalente que lembra o mecanismo da gangorra.

Por um lado, ver o sofrimento de uma pessoa tão íntima nos deixa tristes; por outro, satisfaz a vaidade. Num certo sentido, é gratificante saber que o ex-companheiro vive mal longe de nós e teve prejuízos com a separação. Esse aspecto menos nobre da personalidade humana, infelizmente, cos­tuma predominar.

Se o outro está se recuperando com rapi­dez, se busca novas companhias, mostran­do-se à vontade na condição de descasado, ficamos surpresos e deprimidos. Percebemos que não somos tão indispensáveis quanto pensávamos. Nosso orgulho, então, é atingido, pois precisamos nos sentir importantes, precisamos saber que nossa ausência provoca dor.

Se o outro estiver feliz, duvidamos de nós mesmos e isso é desgastante. "Como é possível que alguém se ajeite na vida mais rapidamente do que eu?", indagamos, e a certeza de que seme­lhante absurdo aconteceu nos deixa tristes.

Muitas pessoas confundem essa tristeza com amor. Será que ainda estamos apaixonados? Será que a separação foi precipitada? Pode até ser. Mas o ingredi­ente principal de nossas emoções é a vaidade, o orgulho ferido. Às vezes, procu­ramos disfarçar esse sentimento menos nobre, escondendo-o por trás de uma ines­perada dor de amor. É uma forma de negar pensamentos que não gostaríamos de ter.

Quando um amigo lhe trai uma vez pode ter certeza que haverá outras vezes.

A vida é uma longa despedida de tudo aquilo que a gente ama.

Há duas maneiras de ter o suficiente. Uma delas é continuar acumulando mais e mais. A outra é desejar menos.

Meu livro favorito era, de longe, “Uma aflição imperial”, mas eu não gostava de falar dele. Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam. E aí tem livros como “Uma aflição imperial”, do qual você não consegue falar – livros tão especiais e raros e seus que fazer propaganda da sua adoração por eles parece traição.