Direito do Trabalho
Ninguém tem o dever de narrar a minha história. Mas ninguém tem o direito de apagar a minha história.
Eu sei que a culpa é da filosofia que não explica direito a quem não entende o que seja essa tal filosofia. – mas a filosofia é pessoal e cada pessoa deve buscar o seu ápice pessoal de entender, primeiro, sua filosofia de vida, depois, se caso possa, se for capaz, integrar as outras filosofias de vida na sua vida, mas, de maneira que se acrescente para somar, não para saquear, furtar, roubar ou destruir. – será que isso é possível? – se é possível eu não sei. – o que sei é que, se você continuar acreditando nas suas próprias convicções, quem poderá dizer que você não há de conseguir? – eu pessoalmente não chegarei a tanto. – não ousarei em dizer. – mas posso dizer; quem falou que você não consegue?
“O Direito sempre estará adstrito à ética, à moral, à filosofia, à sociologia, à epistemologia, à antropologia, entre outros, pois, em frígida análise, são ambiências que se complementam entre si, nutrindo-se mutuamente uma das outras.”
A filosofia também é: arte, direito e política; não existe reflexão filosófica sem estruturação poética, ética e retórica - como as três não existem sem filosofia.
Vivemos um tempo em que a privacidade deixou de ser um direito silencioso para tornar-se um território constantemente tensionado.
A entrada definitiva na era digital,
e-mails, redes sociais, smartphones,
inaugurou uma nova forma de exposição: voluntária, muitas vezes; inevitável, quase sempre.
Hoje, a vigilância já não se limita a câmeras fixas nas esquinas.
Ela veste óculos, repousa em relógios de pulso, habita acessórios discretos e tecidos inteligentes.
A tecnologia, que prometia praticidade e conexão, também carrega a possibilidade permanente de registro, captura e difusão da nossa imagem, às vezes sem consentimento, quase sempre sem controle real.
Ninguém está integralmente protegido.
Mesmo os mais prudentes deixam rastros. Dados circulam, imagens são armazenadas, algoritmos nos interpretam.
Somos observados não apenas por olhos humanos, mas por sistemas que analisam comportamentos, preferências e rotinas.
A exposição tornou-se condição quase estrutural da vida contemporânea.
Até que ponto é possível conviver com essa presença constante de “olhos invisíveis”?
Devemos responder com medo?
Ou com cautela consciente?
A linha entre prudência e paranoia é delicada. Blindar-se completamente significaria abdicar da vida social e das facilidades do mundo moderno.
Ignorar os riscos, por outro lado, é uma ingenuidade perigosa.
Alguns vislumbram no retorno a um estilo de vida mais simples, menos conectado, mais rural, menos dependente de dispositivos inteligentes, uma tentativa de reconquistar espaços de silêncio e resguardar a intimidade.
No entanto, mesmo o afastamento físico não garante invisibilidade total em uma sociedade interligada por redes e sistemas globais.
Talvez o desafio do nosso tempo não seja escapar completamente da vigilância, o que parece cada vez menos viável, mas aprender a conviver com ela de forma crítica, exigindo regulamentação ética, proteção jurídica efetiva e responsabilidade das empresas e do Estado.
A tecnologia não é, em si, inimiga; o problema reside na ausência de limites claros e no uso indiscriminado de seus recursos.
Viver neste século é, de certo modo, sobreviver às pressões e aos riscos que acompanham o progresso.
O avanço tecnológico amplia horizontes, mas também estreita zonas de intimidade.
Cabe à sociedade decidir se deseja apenas adaptar-se ou se pretende estabelecer fronteiras que preservem a dignidade humana.
A privacidade talvez nunca mais seja absoluta. Mas ainda pode, e deve, ser defendida como um valor essencial do indivíduo.
✍©️@MiriamDaCosta
Nem sempre ganhamos o que queremos e às vezes somos rudes e não pensamos direito. Aí está, um assunto dos mais delicados. Ninguém quer errar. Todos querem ganhar, sem se importar em plantar o bem para colhê-lo. Aí está, a sociedade não quer saber de seus erros. "Ai mas tudo é culpa de tãnanã", "É por causa do fulano" ... Mas nunca é a sua culpa.
Sabemos o quão difícil é admitir sua parte e não culpar o outro, ou perdoar os outros. O perdão. O perdão é uma forma de nos livrarmos de rancor guardado à toa. Uma pessoa que te fez mal pode melhorar e evoluir. Não temos que ignorá-la, falar mal dela ou rejeitá-la pelo seu passado, a pessoa quer se redimir, mas o orgulho é maior...
É melhor um homem,
que conserta bicicleta. Bike.
Precisa trabalhar, direito? Perguntei.
Ele disse: Sim, precisa.
"Se algo não funciona direito na minha vida, MUDO. Não tem esta história que: -Jamais mudarei... porque as circuntâncias da vida te levam a isso.
No meu caso como sou testaruda (cabeçota) mudei por Cristo. Só Ele eu faria tal coisa. E continuo mudando por Ele e claro que pra melhor, porque se for pra pior tenho a forma de pensar; que não se mexe naquilo que está bom. E se não é pra melhorar deixa como está ( não sou caranguejo) ou descanso onde estou em Cristo, ou sigo; e como sempre pra frente."
—By Coelhinha
“Há experiências que carregam em si um direito sagrado: o de serem reveladas no tempo escolhido por quem as vive. A pressa alheia, quando invade esse espaço, não fere apenas a ordem dos acontecimentos, mas a dignidade de sentir cada etapa em sua plenitude. O silêncio, a espera e a delicadeza são guardiões da intimidade. Rompê-los é negar ao outro a liberdade de florescer no seu próprio ritmo. Respeitar o tempo de alguém é mais do que cortesia — é reconhecer sua humanidade.”
um agráfo, trata-se daquele que não tem nenhuma habilidade nem do lado direito e nem do lado esquerdo.
um ambidestro, trata-se daquele que tem uma habilidade genérica tanto no lado direito quanto no lado esquerdo.
"" Todos nós temos o direito de sonhar. Acordamos todos os dias para lutar para que um dia nossos sonhos se realizem, todos temos oportunidades é só saber aproveitar!
Quando somos crianças sempre temos aquele desejo de ter um brinquedo, carrinho/boneca etc e não sabemos onde enfiar a cara de felicidade quando ganhamos, quando crescemos a realidade é outra, temos que batalhar para ter! Mas no final é gratificante!
"Não posso dizer que cometi um erro, não posso dizer que não entendi direito, mas posso dizer que continuo tentando".
Qualquer pessoa tem o direito de dizer o oposto do que disse antes. Não é vergonha mudar de posições, não é feio se arrepender.
