Dialogar
Experimente, então... dialogar familiarmente com o Cristo Crucificado, por um espaço de tempo curto ou longo, conforme a oportunidade, como você faria comigo - e converse com Ele sobre suas coisas e também Lhe peça conselhos, sejam quais forem os assuntos: pessoais, materiais, seus ou dos outros.
Quando os corações afastam-se, dialogar torna-se quase que impossível compreenderem-se.
Em meio uma pequena fala se não cuidadosa, os gritos surgem, o conflito está gerado, um quer falar mais alto que o outro.
Embora bem próximos, precisam gritar, parece que não se ouvem, de fato essa é a maior distancia entre dois seres, pois não são os corpos distantes mas sim seus corações.
Mas quando próximos os corações, quando a paixão impera entre os dois, pela mesma causa,bastam olhares e sussurros e compreende-se, pois a distancia não existe quando se tem sentimentos nobres.
Eu proponho, que sejam cuidadosos com as falas, por mais sinceras que sejam.
Não mensure frases espinhosas ou em farpas por calor do momento, nem em estado de fortes emoções, pois são as ditas palavras que distanciam os corações e se não ministradas com sabedoria pode levantar muros, barreiras, e a distancia será tanta que não encontrarão mais o caminho da volta, forçando assim o distanciamento dos corpos geograficamente.
E nobre ter a sinceridade por companheira, mas esta, se não moderada em momento oportuno é venenosa, visto que a franqueza que ofende não é sinceridade, e sim grosseria, grosseria que humilha e pode ferir ou matar a alma e lá se vão os anéis.
Se não consegue ainda dialogar, se ainda não consegue exercer a compaixão, busque o silêncio como o plantio da semente do perdão.
Quem realmente quer dialogar não foge do diálogo, ao contrário, procura se aproximar, se antecipa, promete e cumpre, responde!
Quando estou só, aproveito meu próprio silêncio para dialogar comigo mesmo, saber um pouco mais de mim, o que tenho feito
e em que posso melhorar.
Dialogar sobre pessoas, fatos e informações é comum. Dialogar sobre eventos, coisas e fenômenos é superficial. Mas dialogar sobre pensamentos, emoções e motivações é profundo.
Vivemos numa era do sem paciência.
Sem paciência para dialogar!
Sem paciência para trabalhar!
Sem paciência para chefe!
Sem paciência para família!
Sem paciência para amizade!
Sem paciência para estudar!
Sem paciência para ler!
Sem paciência para esporte!
Sem paciência para malhar!
Sem paciência para assistir cinema, televisão, vídeos e teatro!
Sem paciência para orar!
Sem paciência para viver a vida, más com muita paciência para o depois e quando chega no fim, tem muita paciência, mas não tem mais tempo.
Os prós e contras não são para rusgar, são para dialogar no intuito de chegarmos em um denominador comum.
Enigmático, mas há quem compreenda a falta de ar ao dialogar, talvez as nuvens deitaram por terra com o acusado.
Em um relacionamento é fundamental compartilhar, dialogar e ser franco, para que a gente corrija o que precisa melhorar e faça mais do que é bom e está dando certo! Pense nisso!
Vamos dialogar?
Por que tantas mulheres estão trocando a sensualidade pela vulgaridade?
Ser sensual não é mostrar-se inteira, ser sensual é ter atitude.
Não é a roupa curta, decotada, transparente e principalmente a ausência desta que faz a mulher sensual.
A mulher sensual possui uma exuberância natural em suas atitudes, no modo de falar, de se movimentar, de gesticular e não precisa de nudez para ser fascinante. Ela simplesmente é.
A sensualidade forçada, os excessos tornam a mulher vulgar.
E o corpo exposto em demasia por mais belo que seja, torna-se banal, passa uma mensagem de vulgaridade porque quando se se mostra tudo e não se deixa espaço para a imaginação e acaba-se o mistério.
Nem todos os sins são reais para mim.
Prefiro dialogar com o ato, do que me perder em palavras.
Prefiro caminhar sozinha, no silêncio, do que vagar por mentes perturbadas.
Sou sol, e encaneço em todo lugar.
Seja aqui,
Ali,
Ou lá.
Eu ainda vou querer brindar, sobre a luz do luar.
"Desculpe-me, mas fui recentemente diagnosticado com baixa capacidade cognitiva para dialogar com sofomaníacos. Tradução: não tenho habilidade mental o suficiente para entender pessoas estúpidas, que se acham extremamente inteligentes."
Aceito dialogar mesmo que acirrado possa ser o diálogo, mas não aprovo a grosseria, a ignorância e a intolerância mesmo que sutilmente ela possa ocorrer.
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