Mensagens para o Dia do Professor (para reconhecer sua importância)

" O vento ensina à areia aquilo que os séculos ensinam aos homens. Nada permanece exatamente como era. "

"A alvorada ensina que nenhuma escuridão possui direitos eternos sobre o céu."

Vencer ensina isso: alguns só aparecem quando a linha já foi cruzada.

Estamos criando filhos fortes por fora, mas ensinando-os a esconder o que sentem por dentro.

O que vocês chamam de ensino, eu chamo de obediência, você não está gerando ideias, está obedecendo ideias estabelecidas⁠

A Sabedoria dos Ciclos


A maturidade nos ensina que a vida é feita exclusivamente de momentos. Nada neste mundo físico dura para sempre, e essa é a nossa maior lição de humildade e de esperança. A dor que hoje aperta o peito e parece eterna é apenas um ciclo que vai passar; da mesma forma, a alegria que ilumina o hoje deve ser saboreada com gratidão, pois ela também é um instante. As dificuldades, as tristezas, as perdas e os ganhos são como as estações do ano: vêm, cumprem o seu papel de nos transformar e vão embora. Compreender a impermanência de todas as coisas nos liberta da ansiedade e nos dá a paz de espírito necessária para aceitar cada dia como ele se apresenta. Tudo passa, só o aprendizado fica.

Todos os sábados decidi firmemente estudar Inglês, meu professor, Walbert, não fala uma palavra em Português, e eu o adoro. Um senhor que perguntou hoje como estava meu coração, sem muitas palavras em Inglês para responder, eu disse: Eu amo, por isso, estou sofrendo. Ele disse: Você é linda e seu coração é lindo, quem não ver isso, não sente isso. Feliz Natal quero você feliz. - Eu tenho admiração por ele. E sei que no futuro ele também será lembrado. Como eu...

"Aquilo que o tempo ensina"


Eu tinha dificuldades em superar desafios e ser resiliente, mas, ao decorrer do tempo, percebi que, aos poucos, estava aprendendo a ser resiliente e a manter a calma quando as dificuldades da vida se aproximavam.


Hoje em dia, aprendi que posso não ser forte o tempo todo e nem sempre conseguir suportar o peso da vida. Mas, com maturidade e equilíbrio, consigo me manter de pé e continuar.


É tão estranho perceber que, às vezes, precisamos passar por algo ruim para alcançar um crescimento maior.


Com o momento e o entendimento certos, conseguimos ultrapassar aquilo que antes parecia impossível. Isso só mostra que nossos esforços valem mais do que apenas palavras.


Tomar atitude é importante para conseguir aquilo que desejamos, mas ainda não conseguimos alcançar.


O tempo passou tão rápido que nem parece que um dia eu fiquei tão mal por ser assim.

“O tempo não apaga as marcas do coração; apenas ensina a transformá-las em páginas de sabedoria.”

"A escola transmite conhecimentos. A verdadeira educação forma destinos."

A MEDIDA DO ESPÍRITO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
No ensinamento moral preservado em "O Evangelho Segundo o Espiritismo", encontra-se uma das mais límpidas expressões do critério espiritual pelo qual a vida humana é avaliada. O pensamento atribuído a "uma rainha da França", comunicado em "Le Havre, 1863", integra o conjunto das "Instruções dos Espíritos", nas quais se expõe a ética superior do Evangelho compreendida à luz da doutrina espírita.
O trecho é apresentado de forma essencialmente moral e universal, afirmando:
"Para preparar um lugar no reino dos Céus são necessárias a abnegação, a humildade, a caridade, a benevolência para com todos.
Não se pergunta o que fostes, que posição ocupastes, mas o bem que fizestes e sobre as lágrimas que enxugastes."
Essa afirmação está em perfeita consonância com o princípio central da moral evangélica. O valor do espírito não se mede pelas hierarquias sociais, pelos títulos humanos ou pelas distinções transitórias da Terra. O critério espiritual reside exclusivamente na qualidade moral das ações e na capacidade de amar.
Na interpretação doutrinária preservada nas traduções clássicas do Espiritismo, compreende-se que a existência corporal é uma etapa educativa da alma. Durante a vida terrena, os indivíduos ocupam papéis variados na sociedade. Alguns exercem autoridade, outros vivem na simplicidade. Contudo, do ponto de vista espiritual, essas diferenças são circunstanciais e passageiras.
O ensinamento apresentado pelo Espírito comunicante elimina qualquer ilusão de grandeza baseada em posição social. No mundo espiritual não prevalece o prestígio humano, mas a luz moral adquirida pela prática do bem.
Esse pensamento encontra profunda harmonia com a mensagem evangélica registrada em "Mateus 20:16":
"Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos."
A lição indica que o verdadeiro mérito espiritual nasce do serviço silencioso e da caridade vivida. A abnegação representa o ato de renunciar ao próprio orgulho em favor do bem alheio. A humildade dissolve a vaidade que obscurece a consciência. A caridade eleva o espírito ao exercício do amor ativo. A benevolência estabelece a fraternidade universal.
Na perspectiva psicológica, essa orientação moral possui profundo significado interior. O ser humano tende naturalmente a buscar reconhecimento social, distinção e poder. Entretanto, tais conquistas não satisfazem as necessidades profundas da consciência. A alma encontra verdadeira paz apenas quando participa do bem que consola e ampara.
O gesto de "enxugar lágrimas" possui um valor simbólico extraordinário na ética espírita. Ele representa o ato de aliviar a dor moral do próximo. Cada sofrimento humano compartilhado e consolado torna-se um passo na evolução do espírito.
Assim, a pergunta espiritual decisiva não será dirigida ao orgulho humano. Não se perguntará sobre títulos, riquezas ou prestígio. O exame moral será simples e profundo.
Que bem realizaste.
Que sofrimento ajudaste a diminuir.
Quantas lágrimas conseguiste consolar.
Essa perspectiva transforma completamente a compreensão da existência. A vida deixa de ser uma disputa por poder e torna-se um campo de aprendizado moral.
Cada encontro humano converte-se em oportunidade de fraternidade. Cada gesto de bondade torna-se uma semente espiritual destinada a florescer além da morte do corpo.
A mensagem transmitida em "Le Havre, 1863" permanece como um chamado silencioso à consciência humana. Ela recorda que a grandeza verdadeira não se constrói com glórias exteriores, mas com a delicadeza invisível das virtudes.
Pois no silêncio do mundo espiritual não ressoam os aplausos da Terra. Ali somente permanece aquilo que o amor realizou.

“O medo é um mestre severo. Ensina prudência aos sábios e submissão aos fracos.”

" A mente que se devota à luz dos estudos, conquista claridade e transmite sempre por efeito mais luz. "

"Toda personalidade forte carrega cicatrizes invisíveis que a ensinaram a permanecer de pé."

O QUE ENSINA O ESPIRITISMO.
Há criaturas que perguntam quais são as conquistas novas que devemos ao Espiritismo. Pelo fato de ele não ter dotado o mundo com uma nova indústria produtiva, como o vapor, concluem que ele nada produziu. A maior parte dos que fazem tal pergunta, não se tendo dado ao trabalho de estudá-lo, só conhecem o Espiritismo de fantasia, criado para as necessidades da crítica, e que nada tem de comum com o Espiritismo sério. Não é, pois, de admirar que perguntem qual pode ser o seu lado útil e prático. Teriam tido que buscá-lo em sua fonte, e não nas caricaturas que dele fizeram os que só têm interesse em denegri-lo. Assim, desde o início, impõe-se uma distinção essencial entre o Espiritismo autêntico e as representações deformadas que dele fazem os espíritos apressados ou os críticos de ocasião.
Numa outra ordem de ideias, alguns acham, ao contrário, a marcha do Espiritismo muito lenta para o seu gosto. Admiram-se que ele não tenha ainda sondado todos os mistérios da Natureza, nem abordado todas as questões que parecem ser de sua alçada. Gostariam de vê-lo diariamente ensinar coisas novas, ou enriquecer-se com alguma descoberta espetacular. Como ele ainda não resolveu a questão da origem dos seres, do princípio e do fim de todas as coisas, da essência divina e de algumas outras do mesmo porte, concluem que não saiu do alfabeto, que ainda não entrou na verdadeira via filosófica e que se arrasta nos lugares comuns, porque prega incessantemente a humildade e a caridade. Dizem eles que nada de novo foi ensinado, pois a reencarnação, a negação das penas eternas, a sobrevivência da alma, a gradação do princípio inteligente e o perispírito não seriam descobertas propriamente espíritas. Contudo, tal objeção revela mais a incompreensão do método do que qualquer deficiência real do corpo doutrinário.
A tal respeito julgamos que devemos apresentar algumas observações, que também não serão novidades, mas há verdades que, pela sua importância, exigem repetição sob múltiplas formas, a fim de que penetrem mais profundamente no entendimento humano. A repetição, neste caso, não é redundância estéril, mas pedagogia da verdade.
É verdade que o Espiritismo nada inventou de tudo isso, pois não há verdades autênticas senão aquelas que são eternas e que, por isso mesmo, devem ter germinado em todas as épocas. Mas não é alguma coisa havê-las tirado do esquecimento, de um germe fazer uma planta vivaz, de uma ideia dispersa fazer uma convicção coletiva. Não é mérito haver provado o que estava apenas em estado de hipótese, demonstrado a existência de leis onde se via o acaso, transformado teorias vagas em aplicações práticas e fecundas. Nada é mais verdadeiro que o antigo provérbio que afirma não haver nada de novo sob o sol. Ainda assim, cada época tem o seu dever de redescobrir, organizar e aplicar o que antes estava disperso.
Além disso, é incontestável que o Espiritismo ainda tem muito a nos ensinar. Nunca pretendeu haver dito a última palavra. Mas reconhecer que há um vasto campo ainda a explorar não implica afirmar que nada foi feito. Seu alfabeto foram as manifestações iniciais, e desde então o progresso foi sensível e, em muitos aspectos, notável. Comparado com outras ciências, que levaram séculos para atingir certo grau de maturidade, o avanço em poucos anos é digno de consideração. Nenhuma ciência atinge o seu ápice de imediato. Todas avançam conforme as circunstâncias permitem, pois há uma ordem providencial que regula o ritmo das descobertas.
Em falta de novas descobertas espetaculares, cessaria o trabalho dos estudiosos. A Química deixaria de existir por não descobrir novos elementos diariamente. A Astronomia se tornaria inútil por não encontrar novos astros a cada observação. Em todas as áreas do saber, há um tempo de assimilação, aplicação e consolidação. A Providência, em sua sabedoria, estabelece intervalos para que o conhecimento seja assimilado e frutifique. Não há estagnação, mas maturação silenciosa.
O Espírito humano não pode absorver incessantemente ideias novas sem se desorganizar. Assim como a terra necessita de repouso para produzir, o entendimento necessita de tempo para integrar o que aprende. Ideias novas devem apoiar-se nas já adquiridas. Sem base consolidada, toda tentativa de avanço resulta em esterilidade intelectual.
Dá-se o mesmo com o Espiritismo. Seus adeptos já assimilaram plenamente suas lições. Já se tornaram inteiramente caridosos, humildes, desinteressados, benevolentes. Já dominaram o orgulho, a inveja, o ódio e o egoísmo. Se a resposta for negativa, então ainda há muito a fazer. As lições consideradas simples são, na verdade, as mais difíceis de viver. É por meio delas que o ser se eleva e se torna apto a compreender ensinamentos superiores.
O objetivo essencial do Espiritismo é a regeneração da Humanidade pelo aperfeiçoamento moral. Os conhecimentos metafísicos são acessórios diante da necessidade de transformação íntima. Não se trata apenas de saber, mas de ser. O valor do indivíduo não se mede pelo acúmulo de ideias, mas pelo bem que realiza e pelas inclinações que vence.
Vejamos, entretanto, os resultados práticos que ultrapassam o campo puramente moral.
1.º Inicialmente ele fornece a prova da existência e da sobrevivência da alma. Ao transformar hipótese em certeza, combate o materialismo e suas consequências desagregadoras, promovendo uma revolução silenciosa nas ideias humanas.
2.º Pela convicção que estabelece, exerce profunda influência moral. Consola nas dores, fortalece nas provas e desvia o pensamento do desespero.
3.º Corrige concepções errôneas acerca do destino da alma, eliminando concepções incompatíveis com a justiça divina e apresentando uma visão racional do futuro.
4.º Esclarece o fenômeno da morte, retirando-lhe o caráter de mistério absoluto e oferecendo compreensão sobre essa transição inevitável.
5.º Pela lei da pluralidade das existências, fornece chave interpretativa para as desigualdades humanas e estabelece bases racionais para a fraternidade e a justiça.
6.º Pela teoria dos fluidos perispirituais, explica fenômenos psíquicos antes incompreendidos, ampliando o campo de estudo da fisiologia e da psicologia.
7.º Demonstra a interação entre o mundo material e o espiritual, revelando uma dimensão ativa da natureza antes ignorada.
8.º Elucida a origem de diversas perturbações atribuídas exclusivamente a causas orgânicas, oferecendo novos caminhos de tratamento.
9.º Explica a natureza da prece e a interação entre encarnados e desencarnados, mostrando o poder moral como instrumento de auxílio e regeneração.
10.º Introduz o conceito de magnetização espiritual, ampliando o horizonte das práticas terapêuticas.
O mérito não está em criar princípios inéditos, mas em dar-lhes aplicação viva. Ideias como a reencarnação e o corpo espiritual existiam, mas permaneciam como conceitos inertes. O Espiritismo as transformou em elementos dinâmicos, integrando-as em um sistema coerente e operativo.
Esses princípios, outrora dispersos, tornaram-se base de uma nova filosofia que abrange a moral, a ciência e a religião em uma síntese harmônica. Longe de serem estéreis, produziram uma fecundidade intelectual e prática que continua a expandir-se.
Em resumo, um conjunto de verdades fundamentais, antes fragmentadas, foi organizado, demonstrado e aplicado, abrindo novos horizontes ao pensamento humano. Mesmo que se limitasse a isso, já representaria um avanço significativo. Contudo, trata-se apenas do início de uma obra muito mais vasta.
Esses pontos são centros irradiadores de novas compreensões que se desenvolvem progressivamente. Cabe aos adeptos aplicá-los antes de exigir novas revelações. O progresso não consiste apenas em adquirir conhecimento, mas em vivê-lo.
Dizem que os espíritas conhecem apenas o alfabeto. Se assim for, é preciso antes aprender a soletrar com exatidão. Há ainda muito a ensinar, a consolar, a esclarecer e a transformar. A tarefa está longe de concluída.
Saibamos, pois, estudar, assimilar e aplicar, antes de desejar avançar precipitadamente. O grande livro da Natureza se abre gradualmente àqueles que demonstram maturidade para compreendê-lo. O tempo não pode ser violentado sem prejuízo.
A árvore do conhecimento não se conquista por impaciência, mas por crescimento legítimo. Quem tenta elevar-se sem preparo arrisca-se à queda. Quem persevera no aperfeiçoamento moral, esse sim, gradualmente se torna digno de compreender as verdades mais elevadas.
E assim, entre a disciplina do espírito e a fidelidade ao bem, o Espiritismo não apenas ensina, mas forma consciências capazes de transformar o mundo a partir de si mesmas.

O SILÊNCIO NÃO TRANSMITE SOMBRAS.
Referente em apoio a questão 459 de O Livro Dos Espíritos

Dizem que o umbral infiltra-se nos fios invisíveis da tecnologia, que percorre o ar como um sussurro maligno, que atravessa o Wi-Fi como se este fosse um portal aberto às trevas. Mas tal ideia não resiste ao exame da razão serena.
O mal não necessita de antenas, tampouco de roteadores. Ele se aloja onde sempre habitou: na consciência indisciplinada, no pensamento viciado, na inclinação moral que se desvia de si mesma. Transferir à matéria o poder que pertence ao espírito é apenas um modo elegante de fugir à responsabilidade íntima.
O Wi-Fi transmite dados, não intenções. Propaga sinais, não consciências. Não há frequência tecnológica capaz de substituir a sintonia moral, pois esta não se mede em hertz, mas em escolhas.
Se algo atravessa o invisível, não são entidades conduzidas por ondas digitais, mas pensamentos que se afinam por afinidade. E essa lei não depende de dispositivos humanos, mas da estrutura profunda da própria alma.
Atribuir ao umbral o uso de ferramentas materiais é reduzir o espiritual ao mecânico, o que constitui um equívoco conceitual grave. O espírito não precisa de meios físicos para influenciar, assim como a luz não precisa pedir licença à escuridão para existir.
Portanto, não é o Wi-Fi que abre portas ao invisível, mas a mente que se abre ao que cultiva. Quem disciplina o pensamento não teme redes, sinais ou conexões. Pois a verdadeira conexão, esta sim inevitável, é aquela que cada ser estabelece com aquilo que escolhe sustentar dentro de si.
E é nessa soberania silenciosa da consciência que se decide, sem ruído e sem cabos, o destino das próprias influências.

Muitos estão acordados e vêm ensinar a filosofia, mas poucos estão despertos e a aplicam no dia a dia.


Sebastian Striquer

“Evite aprender com aqueles que não vivem os valores que ensinam.”

“No caminho do Reiki, não escolha como referência quem não vive aquilo que ensina.”

Nunca escute um pastor, que
quer te ensinar a votar; e nem,
um político que quer te ensinar a orar...