Deus te Ouve

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Sempre que puder, fale de amor e com amor para alguém. Faz bem aos ouvidos de quem ouve e à alma de quem fala.

A razão, assim, se aproxima da natureza não como um aluno, que ouve tudo aquilo que o professor se decide a dizer, mas como um juiz que obriga a testemunha a responder questões que ele formulou.

Onde quer que você vá, você ouve coisas que não são verdadeiras..

O silêncio, eu descobri, é algo que você na verdade ouve.

Pra pessoa errada você nunca terá valor nenhum, mas pra pessoa certa você será tudo.

Morre lentamente

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.

Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Morre lentamente...

Martha Medeiros

Nota: Trecho da crônica "A Morte Devagar", de Martha Medeiros. Muitas vezes é erroneamente atribuída a Pablo Neruda.

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Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música e quem não acha graça de si mesmo.

Martha Medeiros

Nota: Trecho da crônica "A Morte Devagar", publicada por Martha Medeiros no dia 1 de novembro de 2000. Muitos vezes é equivocadamente atribuída a Pablo Neruda.

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Se não for para mudar, a gente nem mexe. Se não for alto, a gente nem ouve. Se não for para aparecer, a gente nem marca. Se não for para chocar, a gente nem diz. Se for para acontecer, a gente nem começa. Se não for para lembrar, a gente nem age. Se não for para amar, a gente nem gosta. Se não for para curtir, a gente nem vai. Se não for para fazer, a gente nem fala. Se não for para conseguir, a gente nem tenta. Se não for para ser nosso, a gente nem quer. Se não for para aprontar, a gente nem arrisca. Se não for para lutar, a gente nem vive!

À todos, teu ouvido; a voz, a poucos; ouve opiniões, mas forma juízo próprio.

⁠E quando me faltam palavras para orar...
Deus ouve as batidas do meu coração.

Não quero que Deus me dê nem um dia de vida a mais de que eu não possa me orgulhar.

O chamado deus dos exércitos está sempre do lado da nação que tem a melhor artilharia, os melhores generais.

Cada ser humano é único; é uma palavra de Deus que não mais se repete.

O homem é um ator de Deus no palco do Universo.

Deus, que eu morra no palco!
Não me coroem
De rosas infecundas a agonia!

O resultado / está nas mãos de Deus.

A caridade é a virtude predileta de Deus.

Quanto mais próximo da Igreja, mais longe de Deus.

Nada neste mundo se oculta dos olhos de Deus: a sua providência estende-se a tudo e por tudo.

Quem fraterniza com a dor, comunga no grémio de Deus.