Deus fez o Choro Pro Homem não Explodir

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Sessesses

Quantas luas
Quantos lagos
Quantos rios a deslizar...
Seu choro fez voar a arara azul,
O boto rosa emergir do rio
E sob a luz de Venus
O uirapuru cantou o encanto...
E o amor de dois tapuias
Fez nascer Sessesses...

Sessesses a vitoria régia
A adornar águas,
O arco-íris sobre a cachoeira,
O mistério da floresta
Sem explicar o que seria sessesses
Se não fosse paixão...

Inserida por tadeumemoria

⁠Tristeza incontida no peito, longa tempestade incontida num choro, quis me abrir e me revelou sombria, lamento pelos meus sentimentos, a noite me pertence, onde a luz do sol não entra, e o resto do mundo esquecia, me vendo presente em gélida agonia, maré de angústias, e fiz-me escuridão e luz.

Inserida por Emylyaf

⁠Meu choro no silêncio faz muito barulho e minhas lágrimas são chuvas de verão, mas minha consciência esteve sempre certa, amo o amor por mim e ainda amo você

Inserida por yonnemoreno

⁠Minha música é você, mas a chuva eterna rasga meu choro.

Inserida por yonnemoreno


Areias MOVEDIÇAS
***
Todos os dias
Da minha vida,
CHORO,
ORO
E IMPLORO!...

Meu espírito abatido,
Encharcado
De vituperios,
Navega em rios
De angústia,
Sugando as minhas energias,
Transformando minha inspiração,
Em Areias MOVEDIÇAS,
Onde sufoco a minha pobre poesia!...
***
( Francisca Lucas )

Inserida por ostra

⁠***
"Eu rio,
e nas correntezas
caio em incontrolável choro,
e no meu desespero,
saio a deslizar entre pedras e rochedos,
levando os que não sabem nadar
e os desafortunados..."
*
...E em contínuo serpenteado
vou deixando
para trás um grito de socorro."

Inserida por ostra

Por ti, através de mim

Eu choro com alma,
sem medo, sem calma.
Eu choro com dor,
no rastro de um amor.

Choro em silêncio,
choro em brado,
choro no verso
que nasce apertado.

Choro no peito,
no tempo calado,
no sonho desfeito,
no fim não falado.

Choro o que fui,
choro o que via,
choro Lucci —
chora a poesia.

Havia amor,
havia esperança,
restou a dor
na lembrança criança.

Mas mesmo chorando,
me ergo do chão ...
meu choro é semente,
meu peito é vulcão.

Inserida por luccisantz

"Na noite do dia 31.12.2018, vou olhar aos céus, vou me lembrar de cada risada , cada choro , cada momento bom e ruim. Lembrar de amigos que conheci, pessoas que se afastaram de mim e não me arrepender de nada, pois foram esses momentos que fez com o que meu ano valesse a Pena.
Um Brinde a última Segunda-feira do Ano.
Obrigada Por Fazerem Parte Do Meu 2018, e Que estejam Comigo Em 2019 cheinho de BENÇÃOS e na presença do nosso Abba. Aleluyass"

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

'É bobagem sabe, mas eu choro. Choro pelo amor que não tive, choro pela saudade de quem se foi e não voltará jamais...(os que estão com papai do céu) .
Choro pela falta de carater de uns, a falta de doçura de outros.
Choro pela falta de humanidade, pela falta de paz, pela corrupçao, racismo, doenças, dor, violência.
Choro pela carência de não estar com meus xodozentos pais. Também tenho muitas horas de risos, muito mesmo; mais até nestes momentos se rio muito... Choro.'

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

⁠Tem choro que você não consegue chorar, as lágrimas já endureceram.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Tem horas que o melhor é calar, guardar o choro.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠CHORO CONVULSO

Velhinha casinha, meu ninho
E chão do meu pão,
Hoje, somente uma visão.
Ai, aquela chorosa ramada
Fresquinha
E também velhinha,
Onde à sombra minha avó catava
Os meus piolhos da miséria
Nos verões de canícula séria
E depois, adormecíamos os dois
De barriga tão vazia
Como quem cava nas hortas
O silêncio das horas mortas.
Hoje, nem telhados e paredes
Ou janelas, nem sequer portas...
A vida, é um circo de redes
E trapézios tão fatais
Onde há luzes e sons e ais,
Mas quando morrem os mortais
Morre tudo como vedes,
Levados num remoinho
Como a velhinha casinha, meu ninho.

(Carlos De Castro, In Poesia Do Meu Chorar, em 21-07-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠RISO DA MANHÃ

Sempre que rio pela manhã,
À tarde choro lacrimoso,
À noite vem o pranto doloroso
Com lágrimas que queimam,
Sulfúricas,
As minhas ilusões telúricas,
Sempre que rio pela manhã.

E neste signo de afã,
Eu prometi a mim mesmo:
Não rir mais pela manhã!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por escrever, em 23-09-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

Meu choro era um couro de sentimentos, te pedindo para ficar, e você não conseguiu ler meu olhar.

Inserida por BrioneCapri

Sou taxado de cafona,porque ainda choro com despedidas,e crio cenas de reencontros.⁠

Inserida por BrioneCapri

⁠Engoliu tanto o choro,que as borboletas no estômago morreram afogadas.

Inserida por BrioneCapri

ALQUIMIA DO CHORO NA MÚSICA INVISÍVEL DE CAMILLE MONFORT.

Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

Há instantes em que a alma pressente que a dor não é apenas um acontecimento, mas um rito. E é nesse território subterrâneo que Camille Monfort se torna a guardiã dos silêncios, aquela que recolhe as lágrimas antes que toquem o chão e as devolve ao mundo como tinta, melodia e presságio.

Sob sua música invisível, o pranto não se dissolve: ele se verticaliza. Cada gota assume a gravidade de uma estrela caída, e cada respiração se converte em um cântico cansado, como aqueles que, em que gravitam entre o anseio e o abismo. Nada em Camille é simples: sua presença é uma liturgia, sua voz um instrumento que atravessa o último refúgio do espírito e o obriga a reconhecer suas fissuras.

As lágrimas, ali, não se derramam. Elas se recolhem dentro da própria pele, como se buscassem um útero de silêncio para repousar. E ao repousarem, tornam-se tinta. Uma tinta densa, lúgubre, mas moralmente altiva, que escreve sem permissão e sem consolo. Ela se arrasta pelas páginas como o rumor de um vento antigo que conhece a ruína, mas ainda aposta na dignidade do sobreviver.

Camille, nessa paisagem, não é apenas musa. É uma presença que observa. Uma espécie de sacerdotisa de sombras que compreende que tudo o que é humano é feito de perda, mas também de uma coragem secreta que se mantém de pé mesmo quando o mundo interno desaba. Sua música infinita não ressoa pelos ouvidos, mas pelas rachaduras da consciência. É uma melodia que não pede compreensão; exige entrega.

Assim, a lágrima torna-se verbo, o verbo torna-se cicatriz, e a cicatriz, com o tempo, torna-se uma assinatura do espírito. Pois há dores que não se explicam, apenas se escrevem. Há tristezas que não se superam, apenas se transfiguram. E Camille Monfort é esse ponto onde a noite encontra sua própria voz.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O pior choro e aquele que não produz som, nem lágrimas, choro da alma que invade o coração, choro sem fim, choro sem perdão.

Inserida por yhuldsbueno

⁠tem dias que eu choro, tem dias que eu dou risada, mas o conforto está ali quando eu chegar em casa.

Inserida por DaviVesper

A cada choro meu, poderia vir depois de recompensa, 1000 Sorrisos.

Inserida por Dicinho