Deus Escreve Certo por Linhas Certas

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⁠“Nascemos como folhas em branco. Crescemos, e as tintas que preenchem nossas linhas não são iguais. Amadurecemos, arrancamos algumas páginas e reescrevemos outras. Morremos, e deixamos nossa história eternizada no livro da vida.”

As suas linhas seguramente foram reunidas de uma maneira sábia graças à Compreensão Divina e resultaram nas suas formas exuberantes, um relevo atraente de curvas perfeitas, uma emoção naturalmente explícita,

Arte rica, abundante, que reúne intensidade e delicadeza, com certeza, uma venustidade interessante, uma natureza majestosa, apaixonante, que não deve ser comparada a outras, considerando a sua singularidade que é tão cativante

A sua exposição é irresistível, ainda que seja apenas uma parte da existência, feita de muitos detalhes, que vão muito além da sua beleza assim como a sua personalidade sempre verdadeira, sua inegável integridade, sendo bem mais do que pensam.

Refúgio nas Linhas


Eu poderia me declarar, mas o medo de ser rejeitada me faz recuar. Não nasci para o desprezo – nasci para ser aceita, amada e adorada. São as minhas exigências como mulher. Trago em mim a convicção de que a mulher nasceu para ser amada, admirada e idolatrada. É a minha essência: romântica, inteira e sonhadora. Prefiro recolher-me em mim mesma do que receber um “não” ou um “talvez” sem coragem. Há dentro de mim um lugar sagrado, reservado ao amor e o amor, quando chega, precisa ser inteiro.


Eu poderia ligar, mandar mensagens, áudios – qualquer outra coisa revelando o que sinto. Poderia fazer surpresas, enviar músicas que tocam meu coração e minha alma, músicas que talvez tocassem a dele também. Eu poderia escrever uma carta manuscrita. Cartas a próprio punho são tão românticas –revelam a presença íntima de quem escreve, o perfume do papel, o calor das mãos que desenharam palavras amorosas. É como se o coração encontrasse refúgio nas linhas.


Há tantas formas de se declarar. No amor são infinitas as possiblidades. Eu saberia como fazê-lo, mas e se...e se desse errado? E se ele apenas achasse graça da minha declaração? E se não entendesse minha intenção? E se não sentisse o mesmo que eu? Esses “e se” ficam pipocando na minha cabeça e não me deixam seguir adiante. Deixam-me em polvorosa, só de imaginar-me tentando me declarar – e recebendo um “não” como resposta.


Preciso tratar esse meu ferimento interno. Cuidar da autoestima que, talvez, ande em baixa. Não sei responder às perguntas que me faço diariamente sobre esse medo da rejeição. Já pensei, repensei, tentei encarar o que pode ter acontecido num passado não tão distante. Tentei relembrar fatos que me deixaram assim, mas nada vem à mente. Talvez, eu precise reorganizar meu mundo interno, entender que é coisa da minha cabeça, que esse medo não existe de verdade. Talvez essa rejeição que sinto seja apenas fruto da minha imaginação. Talvez seja só isto. Talvez.


Talvez eu escreva uma carta ou mande uma mensagem me declarando. Amar é se arriscar. É colocar o coração na beira do precipício. E se ele dizer não, aceitarei, pois terei dito o que sinto – e isso, por si só, já é uma forma de liberdade.


Rita Padoin
Escritora

Carta sem endereço


Escrevi em linhas abertas o meu sentimento. Mostrei em palavras o amor que sinto. Escolhi um papel delicado, adornado com borboletas – símbolo de despertar, de alma e de espírito. Minhas mãos tremiam enquanto eu derramava sobre a folha todo meu afeto, meu carinho, minhas intenções.


A carta ficou pronta.
O problema é o endereço.
Não sei onde ele mora.


Talvez more nas lacunas escondidas do tempo, em algum canto perdido entre o momento e espera. Talvez viva dentro do meu peito, oculto nas entrelinhas do que ainda não foi dito.


Dobrei o papel com cuidado, coloquei-o em um envelope e guardei. Quem sabe, um dia, ele entre em contato – e eu possa entregar pessoalmente. Cartas assim, sem data, podem esperar em uma gaveta. E, se não chegar ao destinatário, ao menos aliviam o peso da alma que ama silenciosamente.


Rita Padoin
Escritora

O destino é escrito nas linhas tênues do livro da vida, que nos conduz a um mundo criado por nós, realizado à medida que componhamos nossa história.

Quebrei expectativas alheias, surpreendi as minhas, reescrevi limites como linhas de água, agora planto rotas onde havia muros.

O mapa da existência nunca é traçado na claridade fácil das manhãs de bonança, mas nas linhas escarpadas e densas que a escuridão da noite insiste em nos impor, e é na vertigem do vazio, após o desmoronamento de tudo o que era concreto, que reside o pilar inabalável da nossa essência, o ponto de apoio que desafia a gravidade do desespero. O ato de reiniciar a jornada é um juramento silencioso que se faz sem testemunhas, revelando a indestrutível arquitetura da alma, onde a esperança se recusa a ser extinta, e a vitória se manifesta no simples ato de seguir.

Nas entre linhas somos copilidos a ser conduzidos por um ser se diz dono mundo.
Será que somos vassalos da democracia,
No arauto do mundo somos formigas brincando de ser gente.
Sera poder financeiro manda na terra dos outros.
Sera pilhar e fazer o que quer direito de uma nação soberba...?

O Último Relato de uma Alma Ausente
Se estas linhas te alcançam, entenda o meu fim:
Não é que o sopro cessou, ou que o sangue parou de correr,
É que o meu verdadeiro eu sucumbiu dentro de mim,
Cansado de tantas guerras que ninguém pôde ver.
Meus sentimentos partiram há muito tempo atrás, Deixando apenas um corpo oco, uma carapaça vã.
Onde existiu amor, hoje a desilusão é o que jaz,
Em uma mente atormentada que teme o amanhã.
Talvez eu tenha partido em doses de álcool e remédio,
Ou talvez tenha morrido no vácuo de uma escolha qualquer.
Nada faz sentido quando o mundo se torna esse tédio,
E o teu perfume é uma lembrança que o tempo quer varrer.
Tentei acreditar em uma salvação para a alma, Fui hipócrita ao buscar luz no meio do meu breu.
Mas o peso mental roubou de vez a minha calma,
E o que você lê agora já nem ao menos sou eu.
Morri da pior forma: em silêncio e na dúvida,
Sendo cinzas de um incêndio que ninguém tentou apagar.
Resta apenas esta sombra, solitária e desprovida,
De uma vida que se foi antes mesmo de o corpo parar.

LINHAS TORTAS

Na palma da mão
estava escrito
esta paixão
este fogo

Estava previsto
este descontrole
descrito este compêndio

Só não se previa
a loucura
o incêndio
a insanidade

Tem coisas
que o amor
não avisa

por pura malícia
ou por pura
maldade!

Inserida por MellGlitter

Embriagado de versos, inspiração tonta, linhas bambeiam e horizontes distantes, resultado dessa ressaca de amor.

Inserida por danilogutofeli

Entre linhas

Fria mas tão brilhante, breu para a dor.
Inverso do dia mas não da luz, não haveria luz se não fosse a escuridão.
Hoje é noite.
É nela que a luz se destaca, inerente da luz o escuro.
Aonde os fogos de artifícios fazem o show.
como espelho dos sentimentos ela cai.
Logo chega o dia para repousar em mais uma noite.

Inserida por cleytoncley

"As linhas que separam o que eu fui, o que eu sou e o que eu serei são tão frágeis, que se apagam no passado, contornam o presentem e apenas esboçam o futuro." (V.H.S.C.)

Inserida por vitorap

Vazios cheios...de lembranças recheadas de uma vida vivida repleta de história escrita nas linhas do tempo.

Inserida por BALSAMELO

Alinhei.
Observei.
Acenei.
Nada.
Tudo... significava as linhas vazias do silêncio.

Inserida por BALSAMELO

"Vida, um filme em minha cabeça, uma página de linhas escritas em branco em papel branco...Só que nós lemos!
Tempo, uma corrida que você nunca ganha...
Olhe atrás para onde nós estivemos.
Olhe nunca será a mesma coisa.
Esperança, uma vela brilhante queimando e acabando aos poucos.
... Uma luz temporária.
Amor, é como uma droga poderosa que nós almejamos.
Eu não sei o que sentir.
Não sei o que dizer.
Não sei o que fazer
Eu não sei onde ir.
Não sei quem devo ser.
Não sei o que saber...
A vida nunca é o que parece!
Esqueça tudo aquilo que eu disse...
São só palavras jogadas na linha do tempo."

Inserida por wennerali

Assim...
A vida passa entre linhas..."

Inserida por wennerali

Eu poderia escrever mil linhas recheadas de palavras vazias, mas preferi não escrever uma palavra se quer.
Eu poderia armar meu guarda-chuva nessa tempestade, mas preferi tomar este banho revigorante.
Eu poderia abrir meu sorriso para disfarçar a dor, mas preferi derramar minhas lágrimas para amenizá-la.
Eu poderia ouvir aquela música bem baixinho, mas preferi topar o volume e dançar loucamente a meu estilo.
Eu poderia fechar os olhos para as coisas ruins, mas mantê-los fechados não irá fazer com que coisas ruins desapareçam.
Eu poderia falar tantas coisas, mas mesmo não falando nada, você entende tudo.
Eu poderia, pelo menos nos fins de semana, agir sem pensar. Mas minha razão sempre questiona meus atos: antes, durante e depois.
Eu poderia ser uma pessoa totalmente lucida, mas minha loucura é indispensável.
Eu poderia fazer planos para te colocar em meu presente, mas preferi te enterrar em meu passado.
Eu poderia andar com os pés fincados ao chão, mas preferi voar por entre o céu azul.
Enfim, eu poderia, eu poderia, eu poderia... muitas possibilidades para uma garota cheia de sonhos, com pouco juízo e muita fé.

Inserida por BeaneFerreira

Posso até compreender as entrelinhas do universo.
Algumas linhas mostram-se incompreensíveis ,
outras claras demais,outras indecifráveis.

Inserida por milena-ha

Queria não ousar saber sobre as linhas que me algemam neste enredo.
Tampouco, gostaria de entender o desânimo frente aos pequenos desencontros dos passos.
Queria, apenas, saber se o meu amor incomoda o seu coração!

Inserida por BALSAMELO