Deus Criou o Sentimento mais Sublime

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Você paga caro pelo plano de saúde, mas na hora em que você mais precisa é tratado
como mercadoria. O hospital conveniado procura reduzir ao máximo os gastos com os
pacientes para levar vantagem.
Sérgio Furquim

Cada dia traz um novo desafio, mas não desanime. Mesmo que demore um pouco mais, você vai superar tudo isso.

Continue em frente, pensando de forma positiva. Você é capaz!

Combinado?

Sérgio Furquim

Hoje em dia, muitas pessoas estão mais preocupadas em conquistar dinheiro do que buscar a verdadeira felicidade

Sérgio Furquim

Os Disfarces Que Me vestem


Carrego no rosto mais do que carne, mais do que expressão: carrego um fenômeno. Aquilo que se vê não me encerra. O que aparece não sou eu — sou o que sustenta o aparecer. O rosto é palco, sim, mas não de encenação: é o lugar onde o ser tenta se afirmar contra o nada. E o sorriso — ah, o sorriso — não é máscara, é tradução imperfeita de algo que não cabe em palavra. Ele não pretende enganar, apenas sobreviver ao indizível.


Não há essência em mim — só processo. Não sou uma, sou intervalo. Um entre: entre o que fui, o que sou, e o que ainda não fui capaz de ser. Vivo no desequilíbrio, na oscilação contínua entre o desejo de permanência e a força da mudança. E as camadas que me vestem — aquilo que o mundo chama de disfarce — não escondem: sustentam. São defesa, mas também revelação. São o modo como meu ser suporta o insuportável: o peso de ter que ser, sem jamais poder ser por completo.


Habito o tempo com angústia. O que sou hoje já está se desfazendo. Não fui feita — estou me fazendo, constantemente, sob o risco de não conseguir. Ser é lançar-se, é escolher sem garantias. Não sou essência descoberta, sou projeto arriscado. E cada escolha é feita à beira do abismo. A finitude me cerca — e ainda assim, escolho. Sou liberdade que se debate contra as paredes da situação.


Fui moldada na facticidade — nas circunstâncias que não escolhi, mas que me exigem respostas. Minha forma não é dom, é ato. Contingência tornada existência. Não reivindico beleza porque a beleza é estética sem responsabilidade. O que reivindico é coerência: mesmo no absurdo, mesmo quando tudo parece ruir, ainda posso decidir não me dissolver.


Rir, para mim, não é leveza — é lucidez. É saber do abismo e, ainda assim, não recuar. É o som de quem se recusa a ceder ao desespero. E se brilho, é apenas reflexo da luta: uma luz nascida da tensão entre o que sou e o que o mundo exige que eu negue em mim.


Sou presença fraturada, sempre em tensão. Liberdade sitiada. Pergunta aberta diante do outro, do mundo, do tempo. Sou ser-para — para o outro, para o mundo, para a morte. E se ainda permaneço, é porque intuo, mesmo sem certezas: a existência vem antes de qualquer definição.

Os Disfarces Que Me vestem




Carrego no rosto mais do que carne, mais do que expressão: carrego um fenômeno. Aquilo que se vê não me encerra. O que aparece não sou eu — sou o que sustenta o aparecer. O rosto é palco, sim, mas não de encenação: é o lugar onde o ser tenta se afirmar contra o nada. E o sorriso — ah, o sorriso — não é máscara, é tradução imperfeita de algo que não cabe em palavra. Ele não pretende enganar, apenas sobreviver ao indizível.


Não há essência em mim — só processo. Não sou uma, sou intervalo. Um entre: entre o que fui, o que sou, e o que ainda não fui capaz de ser. Vivo no desequilíbrio, na oscilação contínua entre o desejo de permanência e a força da mudança. E as camadas que me vestem — aquilo que o mundo chama de disfarce — não escondem: sustentam. São defesa, mas também revelação. São o modo como meu ser suporta o insuportável: o peso de ter que ser, sem jamais poder ser por completo.


Habito o tempo com angústia. O que sou hoje já está se desfazendo. Não fui feita — estou me fazendo, constantemente, sob o risco de não conseguir. Ser é lançar-se, é escolher sem garantias. Não sou essência descoberta, sou projeto arriscado. E cada escolha é feita à beira do abismo. A finitude me cerca — e ainda assim, escolho. Sou liberdade que se debate contra as paredes da situação.


Fui moldada na facticidade — nas circunstâncias que não escolhi, mas que me exigem respostas. Minha forma não é dom, é ato. Contingência tornada existência. Não reivindico beleza porque a beleza é estética sem responsabilidade. O que reivindico é coerência: mesmo no absurdo, mesmo quando tudo parece ruir, ainda posso decidir não me dissolver.


Rir, para mim, não é leveza — é lucidez. É saber do abismo e, ainda assim, não recuar. É o som de quem se recusa a ceder ao desespero. E se brilho, é apenas reflexo da luta: uma luz nascida da tensão entre o que sou e o que o mundo exige que eu negue em mim.


Sou presença fraturada, sempre em tensão. Liberdade sitiada. Pergunta aberta diante do outro, do mundo, do tempo. Sou ser-para — para o outro, para o mundo, para a morte. E se ainda permaneço, é porque intuo, mesmo sem certezas: a existência vem antes de qualquer definição.

"O mundo seria mais próspero e igualitário se cada um seguisse estritamente os próprios conselhos que dá aos outros"
Herbert Saavedra

Quanto mais sou ignorante sobre os seres humanos, mas gosto deles.

Às vezes o que chamamos de "lar" é o lugar que mais exige perdão.
A casa cristã também pode gritar, chorar, calar... e ainda assim buscar restauração.
Lá em casa – Uma contemplação da família perfeita SQN

Quando o corpo grita, até os guerreiros mais corajosos precisam aprender a lutar de joelhos.


Trecho do livro Lá em casa – uma contemplação da família perfeita SQN

Nem sempre o que grita mais alto é o que traz verdade. Às vezes, a verdade vem sussurrada na brisa.


Trecho do livro Lá em casa – uma contemplação da família perfeita SQN

Conquistamos um ao outro quando não tínhamos mais nada para oferecer.
trecho do livro Lá em casa
Sem o filtro do romantismo, enxergamos a verdade: dois seres imperfeitos escolhendo permanecer.
trecho do livro Lá em casa
Ainda que decepcionados e feridos, mantínhamos as alianças nos dedos e a decisão no coração.


trecho do livro Lá em casa

🌸 Seu modo de viver valida o que você ensina. O perfume do exemplo fala mais alto que mil discursos.


Lá em Casa

🌸 Nossos filhos aprendem mais com o cheiro da nossa vida do que com o som da nossa voz.


Trecho do livro: Lá em Casa

Famílias desestruturadas começam quando pais e mães não sabem mais quem são em Cristo.


Trecho do livro Lá em casa

Seu exemplo fala mais alto do que qualquer sermão que você possa pregar.


trecho do livro Lá em casa

A ilusão é o mais doce entre os desenganos — embriaga a esperança antes de entregar o gosto amargo da realidade.

Um Dia Por Vez


A vida é feita de uma série de presentes, e o mais valioso deles é o presente. Não o amanhã que ainda não chegou, nem o ontem que já se foi. O hoje é o único território que realmente nos pertence, a única tela em branco onde podemos pintar algo novo...

O cotidiano vai te ensinado a ser uma pessoa mais atenta aos detalhes, a escuta fica mais ativa e a fala cada vez mais cuidadosa.
O aprendizado é lento, mais uma vez que se aprende você leva para vida.
O o tempo te faz ser mais cautelosa e não é qualquer coisa que te faz sair da zona de conforto.
Você vai aprendendo que não é possível agradar sempre aos outros e que a sua prioridade na vida é com você.
O sorriso sincero, o abraço apertado e o cuidado daqueles que amamos é de uma preciosidade tão grande que as outras coisas são apenas coisas.
A vida é mais leve , não dá para perder tempo em rodas de conversas vazias e cheia de maldade.
Tudo passa muito rápido!
Um piscar e a vida passou.

⁠Se você tem mais de 33 anos, então, já viveu mais que Jesus Cristo!
Augustinho

Escuta ativa é mais do que ouvir palavras.
É perceber intenções, sentimentos, necessidades e contextos.
É gerar conexão real.