Deus Criou o Sentimento mais Sublime

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Se há na terra, e entre todas as nulidades, algo a ser adorado, se há algo de sagrado, puro, sublime, algo que deva sustentar esse imenso desejo pelo infinito e vago que chamamos de alma, esse algo é a arte.

Gustave Flaubert
Memoirs of a Madman (1838).

SUBLIME POEMA AO AMOR.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Amor, silêncio em veste de agonia,
Relíquia acesa em pálida amplidão;
És flor que nasce à sombra mais sombria,
E morre cedo dentro do coração.
Teu beijo traz o gosto da saudade,
Teu riso é véu de oculta solidão;
Prometes sempre a eterna claridade,
Mas deixas noite em cada despedida, então.
Há sinos mudos sobre os cemitérios,
Cantando preces para quem partiu;
E os ventos, como monges funerários,
Guardam o nome de quem já dormiu.
A lua, em seu sudário prateado,
Embala as cinzas de um jardim sem cor;
O céu contempla, imóvel e calado,
A lenta procissão de cada amor.
Quem ama aprende o idioma das ruínas,
O peso amargo de esperar em vão;
Colhe espinhos onde havia boninas,
E faz do pranto a própria oração.
Contudo, amor, mistério inesgotável,
Mesmo vestido em luto e escuridão,
És o mais doce e o mais inevitável
Fantasma a visitar o coração.
Pois toda vida curva-se ao teu fado,
Toda esperança busca teu calor;
E até a morte, em seu silêncio alado,
Ajoelha-se, vencida, ante o Amor.

A sublime essência de ser quem somos, faz-nos reconhercer lugares na qual não somos bem-vindos

A SUBLIME FORÇA DA COMUNHÃO ESPIRITUAL: A QUALIDADE DOS CORAÇÕES ACIMA DA MULTIDÃO DOS HOMENS.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Fragmentos de “Viagem Espírita em 1862” — Allan Kardec.
A verdadeira grandeza de uma assembleia espírita não se mede pela quantidade de participantes reunidos, mas pela elevação moral, pela sinceridade dos propósitos e pela harmonia dos sentimentos que unem os seus integrantes. Allan Kardec, em sua peregrinação doutrinária pela França, em 1862, trouxe uma advertência de profunda atualidade: um pequeno grupo de almas esclarecidas e comprometidas com a verdade pode produzir frutos muito mais elevados do que uma multidão numerosa, porém desprovida de preparação espiritual.
Disse o Codificador:
"Cinco ou seis pessoas, se são esclarecidas, sinceras, imbuídas pelas verdades da doutrina e unidas pela mesma intenção, valem cem vezes mais do que uma multidão de curiosos e indiferentes."
Essa afirmação não representa desprezo pela coletividade, mas uma exaltação da qualidade moral como elemento fundamental para a edificação espiritual. O Espiritismo, enquanto doutrina de renovação íntima, não busca apenas convencer inteligências, mas transformar consciências. O número pode impressionar os olhos humanos; entretanto, somente a sintonia dos sentimentos favorece a aproximação dos benfeitores espirituais e a assimilação profunda dos ensinamentos superiores.
Em “O Livro dos Espíritos”, na questão 886, os Espíritos Superiores esclarecem que a essência da caridade não se restringe à esmola material, mas consiste na benevolência para com todos, na indulgência para com as imperfeições alheias e no perdão das ofensas. Assim, uma reunião espírita legítima deve ser construída sobre esses fundamentos: respeito, fraternidade, humildade e desejo sincero de aperfeiçoamento.
A reunião espiritual não deve ser confundida com simples encontro social ou ambiente destinado à curiosidade. Em “O Livro dos Médiuns”, Allan Kardec dedica importantes reflexões às condições necessárias para a prática mediúnica segura, destacando que a seriedade das intenções, a disciplina e a união dos pensamentos são fatores indispensáveis para uma comunicação proveitosa com o plano espiritual.
Por essa razão, Kardec afirma em “Viagem Espírita em 1862”:
"O objetivo essencial proposto deve ser o recolhimento, a manutenção da ordem mais perfeita e o afastamento de toda e qualquer pessoa que não estiver animada de intenções sérias e possa se transformar em motivo de perturbação."
A severidade recomendada pelo Codificador não nasce de intolerância, mas de prudência. O ambiente espiritual é igualmente regido por leis de afinidade e sintonia. Onde predominam a leviandade, a vaidade ou o desejo de espetáculo, enfraquece-se a possibilidade de uma comunhão elevada. Onde existem disciplina, respeito e sincero desejo de aprendizado, estabelece-se um campo favorável ao auxílio dos Espíritos superiores.
Em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, no capítulo XVII — Sede Perfeitos — Kardec demonstra que o verdadeiro espírita não é aquele que apenas conhece os princípios doutrinários, mas aquele que procura vivenciá-los pela transformação moral. A reunião espírita, portanto, deve ser uma oficina de iluminação interior, onde cada participante comparece não para exigir manifestações extraordinárias, mas para oferecer sua parcela de renovação.
A força de uma pequena comunidade espiritualizada reside justamente na pureza de suas intenções. Uma chama acesa em poucos corações sinceros pode iluminar caminhos que uma multidão distraída jamais perceberia. O progresso espiritual não depende da ostentação dos números, mas da profundidade dos compromissos assumidos diante da própria consciência.
A mensagem de Kardec permanece atual: antes de buscarmos grandes assembleias, devemos formar grandes almas; antes de multiplicarmos seguidores, devemos multiplicar exemplos; antes de conquistar multidões, devemos conquistar a nós mesmos.
A verdadeira união espírita não nasce da quantidade dos presentes, mas da qualidade dos pensamentos, da elevação dos sentimentos e da fidelidade ao ideal cristão que a Doutrina Espírita apresenta como caminho de renovação da humanidade.
FONTES CONSULTADAS.
KARDEC, Allan. Viagem Espírita em 1862. Discursos e instruções sobre a organização e o funcionamento das reuniões espíritas.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Questão 886 — definição e fundamentos da caridade.
KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Capítulos sobre reuniões espíritas, seriedade, disciplina e condições de comunicação mediúnica.
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo XVII — Sede Perfeitos.
KARDEC, Allan. Obras Póstumas. Estudos sobre a organização do movimento espírita e a missão do Espiritismo.

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RAUL TEIXEIRA E A ÉTICA SUBLIME DA MEDIUNIDADE.
A reflexão de Raul Teixeira acerca da mediunidade insere-se no cerne mais elevado da disciplina moral proposta pela Espiritismo. Não se trata de mera advertência periférica, mas de um verdadeiro tratado ético condensado em exortações lúcidas e profundamente responsáveis. O médium, longe de ser um protagonista vaidoso, é instrumento transitório de forças superiores, cuja dignidade repousa precisamente na renúncia de si mesmo.
Ao afirmar que aqueles que laboram com Jesus Cristo não buscam elogios nem reconhecimento, Teixeira reafirma o princípio kardeciano segundo o qual a mediunidade é uma faculdade natural, e não um privilégio espiritual. Tal compreensão dissolve qualquer pretensão de superioridade, deslocando o foco da exaltação pessoal para o serviço desinteressado. O verdadeiro médium não se compraz em aplausos, mas recolhe-se na consciência do dever cumprido, sabendo-se aprendiz em permanente lapidação.
Nesse sentido, a proposta de substituir elogios superficiais por preces e apoio espiritual revela uma compreensão psicológica e moral de rara profundidade. O elogio, quando não temperado pela lucidez, pode converter-se em fermento da vaidade. A prece, ao contrário, eleva, protege e harmoniza. Ela sustenta o médium nas zonas invisíveis de sua luta íntima, onde se travam os combates mais decisivos contra o orgulho e o egoísmo.
As advertências quanto às armadilhas da vaidade, do orgulho e do egoísmo não são meras fórmulas retóricas. Constituem diagnósticos precisos das fragilidades humanas. O médium, por lidar com o invisível e frequentemente ser alvo de admiração, encontra-se particularmente exposto a tais desvios. A vigilância, portanto, não é opcional, mas imperativa. Trata-se de uma disciplina interior contínua, um exercício de autoconhecimento que exige rigor moral e honestidade intelectual.
A humildade, nesse contexto, não é uma virtude ornamental, mas estrutural. Reconhecer a própria imperfeição não diminui o médium, antes o legitima. É essa consciência que impede a cristalização do ego e permite o fluxo mais puro da comunicação espiritual. A mediunidade sã nasce, assim, de uma alma que se conhece limitada e, por isso mesmo, se abre à transcendência com reverência e responsabilidade.
O CHAMADO PERENE AO AMOR E À CARIDADE.
Ao encerrar sua exposição com um apelo ao amor e à caridade, Raul Teixeira reconduz a mediunidade ao seu eixo essencial. Toda faculdade mediúnica que não se converte em serviço ao próximo perde sua finalidade e degrada-se em espetáculo vazio. Amor e caridade não são adereços da prática espírita, mas sua substância vital, os pilares sobre os quais repousa toda a edificação moral do ser.
A evocação de Jesus como o sol das nossas vidas não constitui mera metáfora devocional, mas uma síntese teológica de elevada densidade. O Cristo, enquanto modelo e guia, ilumina o caminho do médium e de todos os que aspiram à elevação espiritual. Seguir seus ensinamentos é orientar-se por uma ética do bem absoluto, na qual cada ação se mede pelo benefício que produz ao outro.
Trabalhar em prol do bem, portanto, não é um gesto episódico, mas uma vocação contínua. É no exercício silencioso da caridade, na renúncia às próprias inclinações inferiores e na dedicação ao próximo que o médium encontra sua verdadeira grandeza.
E assim, entre a vigilância interior e o serviço amoroso, delineia-se a senda austera e luminosa daquele que, sem buscar ser visto, torna-se digno de ser instrumento do invisível, onde a consciência reta vale mais que qualquer aplauso e o bem realizado ecoa além do tempo.

JOÃO 19.26 A 27
A SUBLIME TRANSFERÊNCIA DE AMOR E RESPONSABILIDADE.
O trecho de João 19.26 a 27, pertencente ao quarto Evangelho, insere-se no conjunto tradicionalmente denominado as Sete Palavras de Cristo na cruz. Nele lemos.
"Vendo, pois, Jesus sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe. Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo. Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa."
A cena ocorre no Calvário, momento culminante da Paixão. Segundo o Evangelho de Evangelho segundo João, estavam junto à cruz Maria, mãe de Jesus, algumas mulheres e o discípulo amado, tradicionalmente identificado como João. A declaração não é meramente afetiva. É um ato jurídico, moral e espiritual.
No contexto judaico do século I, a responsabilidade filial pelo cuidado da mãe viúva recaía sobre o filho primogênito. Ao confiar Maria a João, Jesus cumpre a Lei e reafirma o quarto mandamento. Honrar pai e mãe não é apenas reverenciar. É prover, proteger, sustentar. Mesmo sob extrema agonia física, Ele preserva a ordem moral.
A expressão Mulher não denota frieza. É forma solene e respeitosa, semelhante à empregada nas bodas de Caná. Ao dizer Eis aí o teu filho, Cristo inaugura uma nova família fundada não no sangue, mas na fidelidade espiritual. E ao declarar Eis aí tua mãe, estabelece uma comunhão que ultrapassa a biologia.
Sob perspectiva histórica, o gesto garante amparo concreto a Maria. Sob perspectiva teológica, simboliza a formação da comunidade cristã como família espiritual. A cruz, instrumento de suplício romano, converte-se em altar de fundação comunitária.
Na tradição cristã antiga, essa passagem foi compreendida como sinal da maternidade espiritual de Maria em relação aos discípulos. Já na leitura ética clássica, destaca-se o exemplo supremo de responsabilidade mesmo em sofrimento extremo. A cruz não anula o dever. Antes o consagra.
Do ponto de vista psicológico, a cena revela lucidez e domínio interior. O condenado não se encerra na própria dor. Ele volta-se ao outro. O amor, aqui, não é emoção efêmera. É decisão consciente que organiza vínculos e assegura continuidade.
No horizonte moral, o texto ensina que a verdadeira grandeza não está no poder, mas na capacidade de cuidar. A autoridade espiritual manifesta-se no zelo silencioso.
Assim, João 19.26 a 27 não é apenas despedida. É instituição. É testamento afetivo. É pedagogia do amor responsável.
E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa. Esta frase encerra uma verdade perene. O amor autêntico não se limita a palavras pronunciadas no auge da dor. Ele traduz-se em atos concretos, cotidianos, silenciosos.
Na cruz, o sofrimento não gerou desordem. Gerou família. E toda família que nasce do dever vivido com amor transforma a história.

Sublime para mim é ver homens de joelhos.

O desconhecido não precisa de um nome para continuar sendo sublime.

A mulher é uma sublime entropia em canção.

"Amor sublime amor"
364🙏🌹Você foi um ser de muita relevância na minha caminhada evolutiva no planeta, você foi especial de suma importância e que saudades deixou, o amor brotou em nossos corações surgindo um jardim de flores alegrando nossas vidas, com esse sentimento profundo vindo de vidas pretéritas e que amadureceu em nós que não pode ser esquecido, abalado, e quando exercitamos esse amor em nós espelhamos em outros seres, sentimento de luz, é contagiante é curador em nossas vidas, é luz para humanidade, luz para vencer o ódio, ás mágoas nos corações feridos...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA.Ayache Vidal.

455🙏❤️O amor divino, eterno é imortal, sublime e está dentro de nós, n'alma, no coração em nossa consciência, na essência da humanidade que desperta cada qual no seu tempo seu querer, vem de vidas pretéritas, de lutas, e sofrimentos, e grandes turbulências e distúrbios interno, uma conquista onde os afins do amor se completam num simples olhar, brota dentro de nós, não é troca, é doação, é luz, é expantaneo, é de convívio diário onde nada destrói, nada ofusca, nada fere, nada atinge e separa vidas que se amam, não é ilusório, é verdadeiro, tem diferentes formas de amar, mas um só destino, amor de pais, de filhos, cônjuges, casais, irmãos, amigos, entre povos e raças, o amor é universal, viva esse amor tá dentro de você, o despertar da consciência te faz sentir no seu interior a presença de Deus seu reino e sua morada, de Jesus nosso mestre e irmão que nos ensinou a importância do amor que faz brotar a caridade e a doação do perdão, reflita sempre que esquecer de amar. Estude a doutrina dos Espíritos que te esclarece e te mostra o caminho do amor...❤️🙏BOM DIA FAMÍLIA.
Ayache Vidal.

Há uma estética sublime na pureza de intenções: quando o coração age sem segundas intenções, a vida ganha a leveza e a harmonia de uma obra de arte intocada.

⁠Nos tratar com respeito é uma demonstração sublime de humanidade e de cidadania.

⁠Quando o azul celeste vespertino
encontra o Pico do Montanhão
e concede a sublime visão
também enche a alma e o coração.

Assim o divinal acontecimento
amaina o meu pensamento
levando-me ao mergulho austral
neste céu do nosso Hemisfério.

Enquanto uns aos outros se colocam
pelo mundo afora em situações difíceis, busco e escuto com ouvidos
espirituais as notas musicais
da minha Cidade de Rodeio
que fazem crer que tudo tem jeito.

Buscando no canteiro do peito
ajeitar as flores do meu alívio
para que preparada esteja
quando encontrares o meu destino.

Alma que se expande
e no coração floresce
a sublime Bunga Raya
para que nada distraia
sutil revela seguir com
união a Rukun Negara
que cada pétala leva
e faz a vida renovada.


Tudo começa pela fé,
respeito com quem crê,
É Deus ou Deus sempre
com todos e com você.

Tua sublime habitante
entre Rayleigh e Mie,
no Médio Vale do Itajaí,
é imperativo não perder
o destino que eu elegi.


Do acender ao apagar
das luzes de Rodeio,
meu coração permanece
sempre o mesmo:
sonha contigo
do aperto de mão
à glória do teu beijo.


O céu de Outono
mostra seu tesouro
a quem sabe ler a estação
que nos acena suave,
época feita
para a aurora descansar.


No Caminho dos Anjos
tu haverás de te derreter,
e ali encontraremos a hora
de nos declararmos
sem jamais olhar para trás.

Quando o Rio Napo
bailar o pasacalle
em terna retribuição
ao sublime charme
da aurora vespertina,
tu haverá de me fazer
parte da tua vida linda.


Num breve estalo
bailaremos o nosso
todo festivo pasacalle
ainda mais apaixonado,
ao redor da mais bonita
e mais antiga cascarilla.


Conheceremos a folia,
o encanto e a alegria,
e para isso não será
preciso esperar a vinda
do inverno para ver
o florescer da cascarilla.

⁠Poesia formosa, corpo sublime, suntuoso, vestido por um vermelho avassalador, o mesmo tom que cobre os seus lindos lábios, cor que se destaca no seu lindo rosto, resultado fortemente sedutor assim como o brilho deste teu olhar astuto, o fulgor da tua alma, paixão do teu mundo, onde o fogo se propaga, avivando cada parte da tua estrutura, flor forte e delicada, de sentimentos profundos, verdadeiros, por seres assim, na minha mente poética, ficas guardada, em lugar de muito apreço.

Na tua estrutura sublime, uma exposição provocante, a superfície da tua pele, a profundez intensa, emocionante, que floresce na tua alma, reflete na tua personalidade atrevida, uma paixão que se propaga constantemente como uma chama viva, as águas de um lindo mar imponente, as palavras expressivas de um poema que se espalham, livres pela mente

E diante desta tua arte exposta, presto muita atenção, tanto com os meus olhos quanto com a minha compreensão poética, um momento muito satisfatório, edificante, de uma contemplação completa a partir do que é palpável até o que é sentido, um jeito único que desperta naturalmente o meu entusiasmo para um mundo fascinante, onde o essencial é invisível,

Então, este impacto aprazível que provocas é capaz de tornar um instante em um acontecimento memorável, que na lembrança sem faz eterno ainda que o que venha a ser vivido seja temporário, comprovando a relatividade do tempo e o seu valor, principalmente se for bem aproveitado, momentos usufruídos de verdade com cores e sabor, construindo ricos significados.

O teu olhar charmoso atenciosamente olha de volta, és uma rosa onde o amor floresce, arte sublime, cuja natureza é formosa como uma flor que reflete o teu íntimo, uma fragilidade aparente com uma força imprescindível que muitos desconhecem

Desabrochando uma emoção intensa, que pode ser nutrida pelo romantismo com um pouco de audácia, gentileza e o fervor de um desejo correspondido, que aceleram o teu coração e despertam os teus instintos

Amando e sendo verdadeiramente amada com uma certa veemência, superando o êxtase físico, tocada também na tua essência,
não somente na tua pétala delicada, assim, recebendo um cultivo raro bem merecido

Consequentemente, vejo que o teu universo é um lindo jardim, o teu jeito de ser e de amar tornam cada experiência ao teu lado inesquecível, és uma mulher singular, uma rosa com um belo florescer que faz a minha inspiração desabrochar.