Deus Criou o Sentimento mais Sublime
Para hoje:
Que Deus abençoe e proteja você, guiando os seus passos e auxiliando-o a escolher sempre o que é bom, justo e verdadeiro.
Que a sua vida seja uma fonte de amor e alegria, e que você encontre forças para superar todos os obstáculos que surgirem em sua caminhada.
Que você tenha como referência aquilo que é belo, bom e feito com amor e carinho. Que saiba cuidar de si, sem se esquecer de que viver também é oferecer aos outros aquilo que gostaríamos de receber.
A grande batalha desta vida é, e sempre será, entre nós e o nosso próprio ser. Afinal, somos todos anjos de Deus em construção, e o caminho que chamamos de vida é a forja que molda e aperfeiçoa aquilo que somos.
Cada coisa acontecerá no momento certo, conforme o plano perfeito de Deus. Assim como a fruta precisa do tempo adequado para amadurecer, também nós precisamos do nosso tempo. Assim como os pássaros aguardam o instante certo para alçar voo, também nós somos preparados pela vida antes de alcançar novos horizontes.
Por isso, é importante termos paciência, sem deixarmos de caminhar em direção ao nosso maior objetivo: a verdadeira perfeição. Não a perfeição física, material ou financeira, mas a perfeição do amor.
Devemos buscar ser expressão do bem em forma de pessoas, fazer o melhor que nos for possível e elevar nossos pensamentos a um padrão que nos permita escolher sempre o bem. Que esses pensamentos se reflitam em nossas ações, inclusive nas mais simples e espontâneas.
Quando alcançarmos esse estágio, estaremos naturalmente motivados a ir além, pois a bondade e o amor não têm limites.
. Templo
O corpo é o templo.
Deus dá ao corpo
um tempo de vida.
Para refletir no mundo
brilho e a trajetória.
Modo visível e simbólico
que Inicia_se e finaliza_se
uma história
"Deus me deu 3 motivos pra ser forte, 3 motivos pra sorrir e 3 motivos pra agradecer todos os dias:
Minhas 3 filhas.
Minha vida inteira em 3 corações."
Quando Descobri Que Deus Ainda Me Esperava
Há uma verdade que me acompanha todos os dias.
Quanto mais conheço a bondade de Deus, mais conheço também as minhas fraquezas.
Durante muito tempo imaginei que a maturidade espiritual me impediria de cair.
Hoje sei que não.
Continuo tropeçando.
Continuo errando.
Continuo descobrindo, dia após dia, o quanto ainda preciso da misericórdia de Deus.
Às vezes pensamos no pecado apenas como grandes escolhas erradas.
Mas a vida me ensinou que ele também se esconde nas pequenas coisas.
Numa palavra impensada.
Num julgamento precipitado.
Num orgulho silencioso.
Numa indiferença que machuca.
Num olhar que se afasta daquilo que Deus nos convida a contemplar.
São pequenas escolhas que, pouco a pouco, revelam a fragilidade do coração humano.
Não escrevo isso para condenar ninguém.
Escrevo porque reconheço essa realidade primeiro em mim.
Todos os dias descubro que ainda tenho muito a aprender.
Todos os dias percebo que ainda existe algo em mim que precisa ser transformado.
O mais impressionante, porém, não é a minha fraqueza.
É a paciência de Deus.
Antes mesmo que eu tropece, muitas vezes sinto que Ele já me alerta.
A consciência fala.
O coração percebe.
A verdade se apresenta diante de mim.
Mas, mesmo assim, nem sempre escolho o melhor caminho.
Não porque Deus tenha se calado.
Mas porque, tantas vezes, prefiro ouvir a minha própria vontade.
E, quando finalmente percebo o erro, descubro que Deus não se afastou.
Continua ali.
Esperando.
Chamando.
Acolhendo.
Foi então que compreendi algo que mudou a minha maneira de rezar.
A oração não é apenas um momento para pedir.
É um lugar onde a verdade encontra a misericórdia.
Quando me coloco diante de Deus sem máscaras, reconhecendo aquilo que sou e aquilo que ainda preciso mudar, acontece algo difícil de explicar.
Não escuto uma voz com os ouvidos.
Mas sinto uma paz que nenhuma palavra humana conseguiria produzir.
É como se Deus respondesse ao meu arrependimento com um abraço silencioso.
Há dias em que os olhos se enchem de lágrimas.
Há dias em que apenas um profundo alívio invade a alma.
Não porque eu mereça esse perdão.
Mas porque Deus nunca deixou de amar quem eu ainda estou aprendendo a ser.
Talvez seja esse um dos maiores mistérios da fé.
Quanto mais conheço a minha pobreza espiritual, mais descubro a riqueza da misericórdia de Deus.
E quanto mais descubro Sua misericórdia, menos desejo permanecer no mesmo lugar.
Não mudo por medo.
Procuro mudar porque fui amado.
É por isso que hoje acredito que a oração é uma das maiores dádivas que Deus nos concedeu.
Ela não muda apenas o que dizemos.
Muda o nosso coração.
Cada oração sincera abre uma porta para a graça.
Cada pedido de perdão rompe um pouco do orgulho que nos afasta de Deus.
Cada lágrima derramada diante d’Ele nos lembra que nunca somos fortes o bastante para viver sem Sua presença.
Hoje já não me aproximo de Deus porque me considero digno.
Aproximo-me justamente porque reconheço que preciso d’Ele.
E talvez esta seja uma das mais belas descobertas da minha caminhada:
O perdão de Deus não é uma recompensa para quem nunca caiu.
É um presente oferecido àquele que, depois de cair, encontra coragem para voltar.
Enquanto houver esse caminho de volta, haverá esperança.
E enquanto houver esperança, haverá sempre um Pai esperando por mim de braços abertos.
Entre a Queda e Deus
Quantas vezes pedimos a Deus que nos livre do pecado, enquanto nossos próprios passos continuam procurando os mesmos caminhos?
Pedimos força, mas alimentamos as fraquezas. Pedimos que Ele nos afaste daquilo que nos destrói, mas permanecemos próximos demais daquilo que sabemos que pode nos fazer cair.
Talvez essa seja uma das maiores contradições do ser humano: queremos que Deus mude aquilo que nós mesmos não fazemos esforço para mudar.
Há vícios que não moram apenas nos nossos hábitos. Estão impregnados na pele, escondidos nos pensamentos, acomodados nos desejos e, muitas vezes, profundamente enraizados na alma. Tornam-se tão familiares que começamos a tratá-los como parte de quem somos. Dizemos: “Eu sou assim. Não consigo mudar.”
Mas será que não conseguimos ou simplesmente nos acostumamos a não tentar?
É mais fácil pedir um milagre do que enfrentar a disciplina da mudança.
É mais confortável pedir que Deus retire as pedras do caminho do que aprender a olhar onde colocamos os pés.
E quando caímos novamente, olhamos para o céu e perguntamos: “Deus, por que não me ajudou?”
Talvez Ele tenha ajudado.
Talvez tenha colocado diante de nós a consciência, o discernimento, os sinais e até aquela pequena voz interior dizendo: “Não vá por aí novamente.”
Mas ainda assim fomos.
Deus pode mostrar a porta, mas existem portas que somente nossas mãos podem decidir atravessar.
A fé não deveria servir para retirar de nós a responsabilidade pelas escolhas. Pelo contrário: talvez a verdadeira fé comece justamente quando compreendemos que pedir ajuda a Deus também exige disposição para ajudar a nós mesmos.
Não somos perfeitos.
Caímos.
Erramos.
Repetimos erros que juramos nunca mais cometer.
E talvez o problema não esteja simplesmente em cair, porque a queda também pertence à fragilidade humana. O verdadeiro perigo está em transformar o chão em morada.
Uma queda pode nos humilhar ou nos ensinar.
Pode nos enfraquecer ou nos tornar mais conscientes.
Pode ser apenas mais um erro repetido ou o instante em que finalmente olhamos para dentro e perguntamos: “O que existe em mim que continua me trazendo até aqui?”
É preciso coragem para vigiar os próprios pensamentos.
Coragem para reconhecer nossos desejos antes que se transformem em atitudes.
Coragem para admitir que nem toda culpa pertence ao mundo, às circunstâncias ou a Deus.
Há batalhas que acontecem dentro de nós.
E talvez sejam justamente as mais difíceis.
Por isso, quando cairmos, que não desperdicemos a queda.
Que ela nos ensine alguma coisa.
Que levantemos mais atentos, mais fortes, mais conscientes daquilo que somos e, principalmente, daquilo que ainda precisamos transformar.
E então, sim, olhemos para Deus.
Não apenas pedindo que Ele nos carregue para longe dos nossos erros, mas pedindo sabedoria para reconhecê-los, força para enfrentá-los e humildade para assumir nossas próprias escolhas.
Porque talvez Deus não esteja distante quando caímos.
Talvez sejamos nós que, algumas vezes, desviamos os olhos enquanto caminhamos.
E voltar para Deus pode começar com algo profundamente simples e profundamente difícil:
olhar para dentro de nós mesmos, reconhecer nossos passos e escolher, verdadeiramente, um caminho diferente.
A justiça de Deus nunca falhará. Pode parecer que a injustiça venceu por um tempo, que pessoas erradas prosperaram ou que aquilo que você sofreu ficou sem resposta. Mas Deus vê o que ninguém vê, conhece a verdade..."
“Sessenta e seis livros, uma só teologia: a glória de Deus!O PAI planejou, o FILHO realizou, e o ESPÍRITO SANTO inspirou. Toda a Escritura proclama a majestade do DEUS Triúno, revelando Sua glória de Gênesis a Apocalipse.”
A oração, a leitura, a meditação e o estudo da Palavra de Deus são um remédio eficaz para a desintoxicação virtual, porque nos afastam do excesso que distrai a mente e nos aproximam da presença de Deus, renovando o coração, purificando os pensamentos e alinhando a vida com a vontade do SENHOR.
(Cf: Josué 1.8; Filipenses 4.8)
"Quem ama a Palavra de Deus não se cansa de estudá-la. Assim como um torcedor apaixonado passa horas falando sobre uma partida de futebol, o cristão que ama a Bíblia pode passar horas meditando nas Sagradas Escrituras, porque sabe que cada palavra foi inspirada por Deus e revela as riquezas da Sua sabedoria, conforme Ele quis dar a conhecer ao Seu povo. Quanto mais estudamos a Palavra, mais conhecemos o Senhor, compreendemos Sua vontade e contemplamos a beleza da Sua verdade."
Referências bíblicas:
•2 Timóteo 3.16-17;
•Salmos 1.1-3;
•Salmos 119.97-105;
•Josué 1.8;
•Colossenses 1.9-10;
•Romanos 11.33;
•João 17.3;
•2 Pedro 3.18.
"A desorganização espiritual nunca é uma virtude; ela revela negligência para com Deus. Quem abandona a disciplina da oração, da Palavra e da comunhão torna-se relapso na fé, pois o Senhor exige que tudo seja feito 'com decência e ordem' (1 Co 14:40), exorta-nos a não sermos 'preguiçosos, mas diligentes' (Rm 12:11) e adverte: 'Sejam sóbrios e vigiem' (1 Pe 5:8). A verdadeira espiritualidade bíblica não floresce na desordem, mas na obediência, na vigilância e na perseverança diante de Deus."
"Se a Bíblia é a Palavra de Deus, então a teologia é o esforço humano para compreendê-la. Desprezá-la é dizer que Deus fala, mas preferir não compreender a sua Palavra."
Em Paris
"Meu Deus! Quanta beleza..."
exclama o poeta Castro Alves...
Meu Deus! Quanta tristeza...
horror, indignação
achar que a solução está...
nas próprias mãos...
Ou... pior... achar que É a solução.
Desde pequenos, muitos de nós aprendemos que a pobreza fazia parte da vontade de Deus. Mas, se isso fosse verdade, por que tanto luxo entre aqueles que dizem falar em nome da fé, da justiça ou da igualdade?
Enquanto multidões lutam para sobreviver, existem catedrais suntuosas, palácios, mansões, carros de luxo e uma concentração de riqueza nas mãos de pessoas e instituições que discursam diariamente sobre a pobreza. Alguns defendem discursos igualitários, mas desfrutam dos privilégios do mundo que criticam.
A pergunta não é se a riqueza é um pecado. A pergunta é: por que a miséria continua sendo aceita como destino para milhões de pessoas?
Talvez Deus nunca tenha desejado a pobreza. Talvez a pobreza tenha sido, muitas vezes, conveniente para quem encontrou nela uma ferramenta de poder, influência e controle.
Vale a pena refletir: será que confundimos a vontade de Deus com os interesses dos homens?
Aqueles que usam o nome de Deus e a biblia para enriquecerem, não são dignos do paraíso que falam, pois tornam miseráveis os que aqui vivem, tornando suas falas vazias e inuteis!
NO LIMITE DO CALVÁRIO, A [FILOSOFIA] DESCOBRE A FALÊNCIA DA LÓGICA DIANTE DE UM DEUS QUE ESCOLHE A FRAGILIDADE DA CARNE. A [PSICOLOGIA] TESTEMUNHA O ÁPICE DA ANGÚSTIA HUMANA NO SUOR DE SANGUE DO GETSÉMANI, ONDE O HOMEM ENFRENTA O SEU MAIOR MEDO. MAS [O DESFECHO TEOLÓGICO] REDEFINE A PRÓPRIA EXISTÊNCIA: O SOFRIMENTO HUMANO NÃO É ANULADO, MAS É DIVINIZADO, PROVANDO QUE SUPORTAR A DOR COMO HOMEM FOI O ATO SUPREMO QUE TRANSFORMOU A NOSSA MAIOR FRAQUEZA NO PORTAL PARA A ETERNIDADE.
“Aqueles para quem Deus não é suficiente são gananciosos.
A recompensa por todas as suas obras deve ser que elas sejam conhecidas por Deus e que você busque Deus nelas.
Que isso sempre lhe seja suficiente.”
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