Deus Criou o Sentimento mais Sublime

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Queria que meu amanhã fosse diferente, que não fosse mais um dia sem nada de interessante.

⁠Comece a partir de hoje colocando um ponto final a tudo que não lhe cabe mais. Agora é o momento de transformar sua vida.
Renove, Recomece e Reconstrua-se.

"O que eu achava lindo, não vive mais em você."

Simpatia para ganhar dinheiro: acorde cedo, tome banho, café, vá trabalhar, produza mais que todos juntos e saiba vender seu trabalho melhor que os outros.

Quanto mais você sua nos treinamentos, menos sangra no campo de batalha.

A profissão músico está cada dia mais difícil de se exercer, já a arte música qualquer um acha que pode ter.

Vou ser importante pra mim, não vou ser mais discreta e nem mais ousada. Vou ser sempre como uma borboleta, que se tranforma dentro do casulo e conserva sua essência até se sentir preparada para mostrar-se para os outros.

Hoje aprendi que; o coração diz as mais belas palavras no seu silêncio - através da força do caráter. Assim como o pôr do Sol - através de sua original beleza - no seu silêncio encanta nossos olhos.

Aprendi que conhecer as pessoas é muito complicado. Então, o mais importante é saber conviver, pois o conhecimento se constrói com o tempo.

❝ ... Eu tenho a mais profunda admiração por pessoas que sentem na alma a melodia linda que o nosso coração canta todos os dias... estes anjos que nos acompanham disfarçados de amigos ... nos fazem ter esperanças e fé nos dias das mais difíceis adversidades... sejam com palavras... sejam com pequenos gestos ... tocam nossas emoções e nos fazem mais fortes ... mais alegres... mais felizes !! ... ❞

Quanto mais eu conheço as pessoas, mais eu admiro os animais" - Desconhecido

Para um cachorro não importa se você foi demitido de um emprego, ou se ganhou na loteria, se você está perfumado ou todo suado, ele sempre fica feliz por apenas estar perto de você.

Quanto mais consciência você têm do valor das palavras, mais fica exigente no emprego delas.

Na verdade, as mulheres são mais corajosas do que os homens, são mais impetuosas, mas racionais quando a questão é amar e desamar.

Quando o amor enche o coração, não deixa nele lugar para mais nada. Nem para o ódio, nem para o rancor, nem para o orgulho.

A gente viveu, cresceu, aprendeu. Sofreu e riu. Mas saiu mais vivo.

Tô bem mais feliz do que antes, autolibertação faz um bem incrível! Tchau, idiota.

Os homens em geral julgam mais com os olhos que com as mãos; porque todos são capazes de ver, mas poucos, de sentir; todos veem aquilo que você parece, poucos tocam aquilo que você é

Para atravessar agosto é preciso antes de mais nada paciência e fé. Paciência para cruzar os dias sem se deixar esmagar por eles, mesmo que nada aconteça de mau; fé para estar seguro, o tempo todo, que chegará setembro – e também certa não fé, para não ligar a mínima às negras lendas deste mês de cachorro louco. É preciso quem sabe ficar-se distraído, inconsciente de que é agosto, e só lembrar disso no momento de, por exemplo, assinar um cheque e precisar da data. Então dizer mentalmente ah!, escrever tanto de tanto de mil novecentos e tanto e ir em frente. Este é um ponto importante: ir, sobretudo, em frente.

Para atravessar agosto também é necessário reaprender a dormir, dormir muito, com gosto, sem comprimidos, de preferência também sem sonhos. São incontroláveis os sonhos de agosto: se bons, deixam a vontade impossível de morar neles, se maus, fica a suspeita de sinistros angúrios, premonições. Armazenar víveres, como às vésperas de um furacão anunciado, mas víveres espirituais, intelectuais, e sem muito critério de qualidade. Muitos vídeos de chanchadas da Atlântida a Bergman; muitos CDs, de Mozart a Sula Miranda; muitos livros, de Nietzche a Sidney Sheldon. Controle remoto na mão e dezenas de canais a cabo ajudam bem: qualquer problema, real ou não, dê um zap na telinha e filosoficamente considere, vagamente onipotente, que isso também passará. Zaps mentais, emocionais, psicológicos, não só eletrônicos, são fundamentais para atravessar agostos.

Claro que falo em agostos burgueses, de médio ou alto poder aquisitivo. Não me critiquem por isso, angústias agostianas são mesmo coisa de gente assim, meio fresca que nem nós. Para quem toma trem de subúrbio às cinco da manhã todo dia, pouca diferença faz abril, dezembro ou, justamente, agosto. Angústia agostiana é coisa cultural, sim. E econômica. Mas pobres ou ricos, há conselhos – ou precauções — úteis a todos. O mais difícil: evitar a cara de Fernando Henrique Cardoso em foto ou vídeo, sobretudo se estiver se pavoneando com um daqueles chapéus de desfile a fantasia categoria originalidade… Esquecê-lo tão completamente quanto possível (santo ZAP!): FHC agrava agosto, e isso é tão grave que vou mudar de assunto já.

Para atravessar agosto ter um amor seria importante, mas se você não conseguiu, se a vida não deu, ou ele partiu – sem o menor pudor, invente um. Pode ser Natália Lage, Antônio Banderas, Sharon Stone, Robocop, o carteiro, a caixa do banco, o seu dentista. Remoto ou acessível, que você possa pensar nesse amor nas noites de agosto, viajar por ilhas do Pacífico Sul, Grécia, Cancún ou Miami, ao gosto do freguês. Que se possa sonhar, isso é que conta, com mãos dadas, suspiros, juras, projetos, abraços no convés à lua cheia, brilhos na costa ao longe. E beijos, muitos. Bem molhados.

Não lembrar dos que se foram, não desejar o que não se tem e talvez nem se terá, não discutir, nem vingar-se, e temperar tudo isso com chás, de preferência ingleses, cristais de gengibre, gotas de codeína, se a barra pesar, vinhos, conhaques — tudo isso ajuda a atravessar agosto. Controlar o excesso de informações para que as desgraças sociais ou pessoais não dêem a impressão de serem maiores do que são. Esquecer o Zaire, a ex-Iugoslávia, passar por cima das páginas policiais. Aprender decoração, jardinagem, ikebana, a arte das bandejas de asas de borboletas – coisas assim são eficientíssimas, pouco me importa ser acusado de alienação. É isso mesmo, evasão, escapismos, explícitos.

Mas para atravessar agosto, pensei agora, é preciso principalmente não se deter de mais no tema. Mudar de assunto, digitar rápido o ponto final, sinto muito perdoe o mau jeito, assim, veja, bruto e seco.

Caio Fernando Abreu
Pequenas epifanias. Rio de Janeiro: Agir, 2006.

Nota: Crônica Sugestões para atravessar agosto, publicada originalmente no jornal "O Estado de S. Paulo", em 6 de agosto de 1999.

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Eu te amo mais do que odeio tudo o resto.

Evite sentir raiva por alguém. No final, acabará fazendo o que ele mais queria: lhe fazer perder momentos preciosos da sua vida.