Deus Criou o Sentimento mais Sublime
"Lembro-me daquela vez em que errei.
Fitei seus olhos, te amei.
Foi a única e a mais dolorosa vez, em que errei.
Tu tratastes meu coração como escravo, eu tratei seu coração feito rei.
Nessa vez, eu errei.
Um sorriso de deusa, não deveria me apaixonar, eu sei.
Mas o que posso fazer, se errei?
O coração é parvo, a mente insana e nós fomos da certeza, a um doloroso talvez.
Eu errei.
Errei nas vezes em que não só despi minha roupa, mas também despi minh'alma, naquela cama de insensatez.
Você ama o erro, então por ti, errei.
Meu peito, implora mais um lampejo dos nossos momentos à minha mente fraca, não hesitei.
Lembrei-me de todas as vezes, em que com a nudez do seu corpo em meus braços, errei..."
"Existe mais razão nas palavras de um ébrio, mais sanidade nas palavras de um louco, que amor no coração de uma mulher..."
"Era mais uma daquelas chuvas de verão.
Eu sabia que viria.
Eu sabia que a veria.
Eu sabia que ainda residia em meu coração.
Eu sabia que tinha sua indiferença, mas precisava era do seu perdão.
Eu sabia, que não sabia nada e quem nada sou eu, no seu mar de paixão.
Afoguei-me nas águas das lembranças e não existem palavras capazes de dar a esse sentimento, uma vazão.
Por vezes, a distância que nos separou, levou pra longe minha felicidade, sem porquê, sem razão.
Como uma enxurrada de amarguras, descontentamentos, solidão.
Hoje, o céu em um completo de trevas, me aterroriza com sua escuridão.
Me traz o medo em cada relampejar, em cada trovão.
Mas o meu maior temor é o porvir ser mais uma daquelas suas chuvas, de verão..."
"A vida, por vezes, turva por completo o que eu sei.
O que é mais danoso à uma existência? A arma nas mãos de um homem ou uma coroa sobre a cabeça de um tirano rei?
Desdenhar do amor por essas terras, parece-me, tornou-se lei.
Como chuva, o viver vem e turva por completo o que eu sei.
Jamais confunda a posição de um consorte, com a grandeza de um rei.
A amargura é lei.
A indiferença eu conheço, eu sei.
E então diz-me: 'Não posso amar-te, pois isso eu não sei.'.
Se não sabes, então até hoje, o que eu lhe ensinei?
Eu que pouco ou nada sei.
Ensinei.
Suas palavras são uma arma e eu da solidão, sou rei.
Sua indiferença é minha coroa, com orgulho e tristeza, a ostentei.
A vida é uma piada, que por vezes, turva por completo, o pouco que eu sei.
O que eu sei? A ti, amei.
Amo-te? Hoje, não sei..."
"A Lua, com sua palidez, me seduz uma vez mais.
Me traz aquelas lembranças, que nem mesmo o tempo desfaz.
Aquelas, ora doces, por vezes amargas, lembranças de anos atrás.
Não sei o que me fez, ou o que ainda me faz.
A balança do universo é um tanto eficaz.
Não existiria guerra, se não existisse a paz.
Por falar em paz, ela só existe quando em nosso abraço, um só ser se faz.
O que seria de nós se nossos corações fossem iguais?
Amaria eu, você, ainda mais?
Ou nossa igualdade nos separaria ainda mais?
É certo, você se amaria ainda mais.
Nessa adição de loucura, quanto mais penso em ti, mais e mais suas lembranças, a razão me subtrai.
Bem da verdade, a muito que em solo frio minha razão jaz.
Nas raras orações implorei ao Deus que fizesse daquele amor algo fugaz.
Mas coração parvo, para amores infundados é solo feraz.
Lembrei-me de quando, sob a luz da Lua, seu olhar me devorava com apetite voraz.
E como você, ela com sua palidez, me seduz uma vez mais..." - EDSON, Wikney
"Existe mais coragem nos homens dispostos a terminar uma guerra, que naqueles dispostos à iniciá-la..."
"Os dias gris, são quando eu mais a lembro.
A lembro em cada gota de chuva, em cada folha levada ao vento.
Lembro-a em cada lágrima, que inunda meu rosto, lembro de cada momento.
Lembro do sofrimento.
Da indiferença, do beijo, do meu eu em pedaços, do desalento.
Mas eu lembro.
Lembro-me, quando ao me ver, ao meu abraço, vinha correndo.
Não deveria, eu sei, mas eu a lembro.
Lembro da guerra serena dos nossos corpos e o suor escorrendo.
Lembro que em nossas lutas, éramos nós contra o tempo.
Ele, inexorável, insistia em correr, e nós, congelava-nos, naquele momento.
Lembro-me de quando se foi, deixando minha vivenda despedaçada e minh'alma, ao relento.
Olho pro céu, os olhos inundam, vi o tempo escurecendo.
Cada trovão, que assusta qualquer existência, não te afasta do meu pensamento.
Os relâmpagos, que iluminam a mais escura das noites, não é sequer uma centelha, pra escuridão que deixara aqui dentro.
Cada raio, que parte os céus, rasga minha pele, mata meu eu e mesmo em morte, eu te lembro.
Acordo durante a madrugada, vejo um feixe de luz, será o Sol nascendo?
Olho pro céu, não existe azul, só um manto branco, que enevoa meus pensamentos.
Hoje, sei que sofrerei de novo, pois os dias gris, são quando eu mais a lembro..." - EDSON, Wikney
"O mais sortudo dos homens, é aquele, o qual, tu chamas de namorado.
Motivo dos seus sorrisos, dono do seu corpo e servo dos lábios.
Cada lágrima, cada gota de suor, por ele, derramado.
Pai dos seus filhos, dono do seu futuro e mestre do seu passado.
Eu deveria ter lhe amado.
Lhe dominado.
Escrever-nos uma história, pique Jorge Amado.
Acho, que nunca fui amado.
Iludido, desiludido, de certo, decepcionado.
Ele lhe ofereceu uma eternidade de felicidade, eu, pelo contrário.
Fiz de ti, apenas mais uma, do Famigerado.
É triste, ver você se ir, do meu relicário.
Minha joia rara, meu tesouro escondido, pra sempre, guardado.
Mas tudo bem, estou demasiado acostumado.
Ao vê-la ir, da minha existência e deixar-me o peito, despedaçado.
Azar o meu e sorte daquele, o qual, tu chamas, namorado..."
"Me afasto, mas espero te ver ao longe, de novo.
Mais um sorriso tímido, um aperto de mão, um olhar bobo.
Imploro Cristo, preencha logo, meu coração, com algo novo.
Já que sobre os céus, em seus complexos planos, não nos planejou, um com o outro.
Não me disseram, que o amor, vem acompanhando com devaneios tolos.
Tristeza e desgosto.
Ela é como santa, eu, apenas um tolo.
Pecador, escravo do pecado, servo do próprio diabo, um louco.
Mas, vislumbrá-la, é o mais próximo que chegarei da salvação, o mais próximo que chegarei do paraíso; estou morto.
Vivo por vê-la; e por não tê-la, morto.
Quero salvá-la, por isso, me afasto, de bom grado, com gosto.
Mas espero, amor meu, te ver ao longe, de novo..."
"Eu já não tenho mais pudor, eu quero te ver em toda face.
Me ame, meu amor, rogo para que esse louco amor, não me mate.
Essa doença me faz bem, tudo bem; não se vá, mas se for, já vai tarde.
Tarde demais para as lágrimas; muito cedo pra saudade.
Busco conforto em cada esquina da cidade.
Tento encontrar-lhe.
No cheiro das flores, na calmaria dos parques.
No bailar de cada árvore.
Nos semáforos, nos prédios, no cinza céu, nas mesas dos bares.
Não passa, aquele nosso amor, que jurei ao meu eu, ser só uma fase.
Deus, que fase!
Eu queria que a saudade fosse aquele tipo de lâmina, que não rasgasse a alma, somente a carne.
Queria que, ao sentir seu cheiro no vento, aquela antiga ferida, não sangrasse.
Me acostumo com a dor, pois já não tenho mais pudor, eu quero te ver em toda face..."
"Deixei de precisar, no momento em que mais precisei.
Deixei de me importar, quando eu mais me importei.
Como Sócrates, quanto mais sei, nada sei.
Tornei-me seu escravo, pensando ser um rei.
Deixei de chorar, quando eu mais chorei.
Minha loucura, rouba o espaço, da minha sensatez.
Deixei de beija-la, quando eu mais beijei.
Por suas tempestades, eu velejei.
Nas suas idas e vindas, eu aguardei.
Uma vida sem ti, eu não suportei.
Você indo embora de mim, eu não superei.
Deveria ter lhe odiado, mas não odiei.
Não deveria ter te olhado, pois, me apaixonei.
Quisera eu, ter deixado de te amar, naquela tarde, onde eu mais te amei..."
"Talvez você seja só mais uma.
Mais uma cicatriz, mais uma ferida aberta.
Mais uma decepção.
Mais uma mazela.
Mais uma que trouxera alegria e hoje, só a tristeza resta.
Só mais uma.
Mais uma lágrima no olhar.
Mais uma inspiração do poeta.
Mais uma dele, talvez, eu fui só mais um dela.
Eu queria que fosse a única.
Mas talvez só mais uma, é tudo que mereço e seja tudo o que lhe resta..." - EDSON, Wikney
"Eu já não tinha mais motivos pra sorrir.
Eu não queria sentir seu cheiro, mas senti.
O que eu tô fazendo aqui?
Sofro e morro vendo você sem mim.
O que sou eu, sem ti?
Já não sei mais porque eu vim.
Cegou-me a alma, não sei o que vi.
Minha única certeza; não venci.
Me falta você, mas também não me faltou motivos para ir.
Hoje, eu tenho mil motivos pra chorar; à época, já não tinha motivos pra sorrir..." - EDSON, Wikney
"Você quer se dividir entre o seu ego e a razão.
Infelizmente, você não acresceu o mais importante, nessa equação.
O coração.
Quer viver uma vida de aparências, uma vida de solidão.
Uma vida de amores rasos, criou para si, a própria ilusão.
Verás que não se pode confundir amor, com uma simples paixão.
Toda face que você olhar, lá estarei, jamais escapará, desse grilhão.
Se tivesse pedido, haveria perdão.
Se torço por sua felicidade? Óbvio que não.
Primeiro, deves pagar a sua penitência, a sua expiação.
Depois que sua alma sangrar como a minha, cogitarei tal questão.
No jogo do amor saí e sempre sairei derrotado; no jogo da indiferença, sagrei-me campeão.
Você se afogou no seu ego, o que poderia te salvar, você abriu mão.
De mim? Não.
No pecado, não existe salvação.
Abriu mão de nós, da nossa felicidade, da sua própria razão..." - EDSON, Wikney
"Hoje, a chuva molha meu corpo e já não me importo mais.
Já não sinto frio mais.
Hoje é só indiferença, onde já fora amor por demais.
Já não te amo mais.
Sentir sua falta? Nunca mais.
É triste demais.
Já não choro mais.
Inté, nunca mais.
O que um dia fomos, em solo frio jaz.
Hoje, a chuva dos meus olhos, não inundou meu rosto, bom sinal, já não me importo mais..." - EDSON, Wikney
Viver a vida nada mais é que ter ótimos momentos para, no futuro, nos deleitarmos com as doces e belas lembranças...
A coisa mais difícil que existe é confiar em mim mesmo. Mas também, como posso confiar em alguém que ama de todo ser alguém como você?
O amor, minha amiga, decerto é a coisa mais estranha e irracional que nos existe quando humanos. O amor é extrafísico e ainda assim desafia as leis da física. Recordo-me sempre dela embalada em meus braços, o abraço me prendia, mas nunca me senti tão livre como naqueles dias. Quando eu desfrutava daquela companhia, o tempo parecia parar, mas também passava tão rápido. Sem falar do amor, minha amiga. Eu sabia que ela não me amava e, ainda assim, o sentia...
A coragem é, a cima de tudo, a qualidade que permite uma pessoa “ser” mais “ser humano” do que religioso.
Sermões se dispersam com o vento e não sobrepõe “atitudes”!
Sentimentos e opiniões instáveis agem ao presente através de pensamentos, emoções e reações não resolvidas!
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