Destino poema
Na caminha da vida vou seguindo o meu destino com muita luta. Eis-me aqui firme e forte. Entre erros e acertos vou criando o meu legado.
Caminho sem destino. Maya me guia pelo nada. Aprendendo intuindo: os aromas de Lakshimi. Pombo alça vôo, adeus Shiva.
“A maior armadilha da mente é transformar uma interpretação em destino.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá
“A doença começa muitas vezes quando a mensagem se perde antes de encontrar seu destino.”
Do livro Sinapses e Neurotransmissores — A Linguagem Invisível do Corpo, da Mente e da Doença, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Toda sombra negada retorna como destino; toda sombra reconhecida pode tornar-se matéria de transformação.”
Do livro O Livro Vermelho da Alma — Jung, o Inconsciente e a Alquimia Simbólica da Sombra à Individuação, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A oração não muda apenas o destino pedido; ela transforma a alma que aprende a pedir com entrega.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A palavra repetida sem consciência pode transformar uma ferida antiga em destino.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A boca revela, muitas vezes, aquilo que a alma aceitou como destino sem perceber.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A alma se levanta quando deixa de confundir ferida antiga com destino permanente.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Boca amaldiçoa. Boca cura. Boca destrói destino e também pode levantar alguém do chão.
Por isso você rejeita insulto, maledicência e mal agouro. Não é fragilidade. É consciência. Quem conhece o peso das palavras passa a tratar o silêncio como oração.
Não é coincidência, é destino. Todas as pessoas que conhecemos, tem seu tempo certo, para que venhamos a conhecer. ❤️✨
Não se prenda, não se esconda, ache a chave, nade a onda.
E quando chegares ao destino gargalhe pôs terá sido válido abrir o portão e sair da escuridão.
O destino não é uma linha reta. É cheio de voltas, curvas, pausas e silêncios. Mas nenhuma dor é em vão.
O autoconhecimento não é um destino, mas um processo contínuo de expansão da consciência. Quando falamos de luz e sombra, masculino e feminino, virtudes e limitações, não estamos apenas abordando polaridades humanas, mas a dinâmica interna que existe por trás de tudo isso.
O gosto silencioso da verdade era a sonoridade invisível do destino no aroma imemorial dos séculos, na textura celeste da dúvida que se esvaia no perfume matemático das estrelas, cuja a voz arquitetônica do universo se espraiava no sabor abstrato da liberdade. A claridade oceânica do pensamento era a melodia filosófica da impermanência que levava consigo a textura sideral da esperança no aroma intemporal da beleza na voz geométrica do infinito. A luminosidade silenciosa da consciência tinha gosto estelar da transcendência e a música subterrânea do destino era o perfume primordial do ser, cuja claridade poética era astronômica na saudade e na voz mineral da verdade. O aroma gravitacional do amor era etéreo na arqueologia do passado, na luz oceânica da eternidade. O perfume triangular da lua era a voz hexagonal das nuvens no sabor espiral do vento. A textura circular da saudade tinha a claridade prismática do amor na melodia vertical da aurora no aroma espelhado do céu. A voz labiríntica das montanhas estrelava a chuva na textura flutuante da memória. A sonoridade cristalizada da neve era o perfume errante dos caminhos, navegantes do tempo. A condição peregrina da esperança tocava a música planetária da noite, que orbitava em silêncio na luz nômade da ternura constelar da distância desmedida na vida celeste do infinito luminário dos sonhos. A voz navegável da saudade faziam as mãos mais descrentes no instante ambivalente de fechar as cortinas e finalizar o espetáculo, no sabor astral da lembrança numerosa tanto quanto onerosa, na forma galáctica da poesia no intermitente destino que se fazia mais vivo na música suave no instante do amor.
"Viver o próprio destino é um ato de coragem e honestidade de quem se recusa a pesar na vida alheia enquanto luta por um ideal mais elevado."
"Não controlamos o destino, mas podemos navegar por nós mesmos, escolhendo a direção a tomar em nossas jornadas."
