Desprezo para Homem
Lágrimas do português
Natural de Portugal, na mesa de um restaurante
Está o velho homem apreciando o vinho do Porto
Enquanto no fundo se sente um tanto morto
Ao fitar os olhos de sua sedutora amante
Filhos e esposa em casa, dura lembrança
Mais um sentimento que ele jogou fora
Não restando nem mesmo alguma esperança
De consertar o que é o seu presente agora
As lágrimas que o português então derrama
Todas tão frias, desaparecem ao anoitecer
Sua vida é o seu próprio pesadelo, veja
O sujeito não dorme, mal consegue comer
Apenas mais uma dose e outras tantas
Que amenizam a sua vergonha moral
Vendeu sua alma por um preço medíocre
Foi presenteado com o prazer infernal
As lágrimas do português, de crocodilo
Não comovem mais os seus semelhantes
Longe de casa, dos amigos e de si mesmo
Encontra fôlego na companhia da amante.
Havendo um clima festivo, devemos desconfiar do homem que não aceita o drinque e da mulher que bebe apenas uma dose. A negação, bem como a aceitação parcial, revelam traços de conduta.
Se o homem passa a acreditar enxergar formas dela em outras mulheres, pode estar certo de que ele a ama.
Ame a si mesma e seja feliz. Homem nenhum vai poder te fazer sentir feliz se o que for importante pra ele não significar nada pra você.
O homem que te ama quer saber o que você pensa, de que forma você vê o mundo, quais são os seus objetivos de vida e entender as suas razões. Ele vai valorizar a sua opinião sempre, por mais que discorde de você. Ele vai respeitar as suas opiniões e não vai querer mudá-las.
Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos, a serem renovados no modo de pensar e a revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade provenientes da verdade.
O homem não será feliz se viver apenas cultivando os prazeres carnais ou o intelecto, mas, sim, se desenvolver e encontrar todas as suas capacidades e possibilidades.
O homem criou todos os nomes que definem significados apenas desta criação.. Meras criaturas em seus próprios dilemas criados.
A miséria não busca o homem, mas o homem a busca. Ele caminha sob o sol, mas não se detém por causa de uma nuvem; confiante, ele segue seu caminho, até a tempestade que, ao se aproximar, ele poderia ter evitado, irrompe sobre sua derrotada cabeça. Assustado e surpreso, ele se arrepende de sua temeridade. Ele pede ajuda, mas é tarde demais; ele corre, mas é o trovão que o segue! Assim é a presunção do homem, assim é ao mesmo tempo a arrogância e a superficialidade de sua natureza!
