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Despertar Sentimento

Cerca de 23511 frases e pensamentos: Despertar Sentimento

O fim é apenas o renascimento de quem decide despertar para si mesmo.

Sem despertar interior, toda tecnologia será apenas reflexo da nossa inconsciência.

A mudança gera desconforto.
É preciso transpor a barreira do medo e despertar para novas possibilidades.

Brincando com fogo

Te observar me fez despertar um desejo

Dentro daquela timidez, quais são os seus segredos?

Uma mulher reservada, de poucas palavras e de muita beleza

Eu a observar seu sorriso, seu corpo, seu cabelo.



Mesmo na defensiva, deixou escapar seu endereço

Difícil acreditar, onde você estava escondida esse tempo inteiro?

Será que ela vai deixar escapar o que é preciso para conquistar esse coração em estado de defeso



Me proibi pensar em qual seria o sabor do seu beijo

Conversar com você me fez relutar a esse desejo

Uma conversa descontraída fez o tempo passar ligeiro

Me permitindo sonhar em me perder nas curvas do seu corpo inteiro



E se vendedora é sua profissão

Onde eu compro a passagem que me leva até seu coração?

Nessa viagem só quero te encontrar

Não importa o dia, a hora, nem o lugar

Vamos fazer da cachaça o combustível para essa paixão

E deixar tornar possível: eu e você, desejos, segredos, destinos...

Cultive o otimismo como a melodia que embala a alma, e a cada despertar, celebre o milagre da vida. Encontre a beleza nas pequenas coisas, a força nos desafios e a alegria em simplesmente existir. Valorize cada sopro, cada sorriso, pois são eles que tecem os fios da nossa preciosa jornada.

O despertar para vida, a clareza que faz sentido, o equilíbrio nas emoções.
O amor enriquecedor, a abundância do que é bom.
A cada novo amanhecer uma oportunidade de fazer diferente, são suas escolhas que definem o amanhã desejado.
O hoje um presente de Deus para você, um abraço sincero de luz e esperança,
Que a vida te proporcione o melhor
Que a alegria seja uma constância
Que pessoas boas façam parte desse seu caminho e que você possa brilhar no palco da vida.
Seja o ator principal, não um mero coadjuvante,
Escreva seu roteiro, conte a sua história,


Islene Souza

As mitocôndrias guardam a senha do seu despertar.




Dra Zaika Capita

Dos meus surtos, despertar pra ser feliz foi a que mais me alucinou, aliciou e inebriou. Pois, ser feliz é uma das melhores overdoses que se pode ter. Porque insanidade é não correr atrás e nem ao lado da felicidade. Insanidade é não ser feliz; é deixá-la pra trás!

Despertar não é um instante mágico. É um processo. Às vezes lento, às vezes confuso. Mas cada dia traz um convite sutil: estar mais consciente, mais presente, mais inteiro. Não te desesperes por ainda não ser o que sonhas. O importante é seguir — com fé, com amor, com verdade. A alma sabe o caminho.

Cada um desperta no seu tempo. Forçar um despertar é como tentar abrir um botão de flor à força.

“Há trabalhos que não foram feitos para serem apenas lidos, mas para despertar memórias ancestrais adormecidas.”

Quem vive preso à vingança desconhece o verdadeiro sentido da liberdade: despertar nos braços da felicidade.

O mundo em transe, imerso na verdade, sonha em despertar para a realidade —
livre para desbravar segredos, desvendar mistérios, libertar enigmas,
e conhecer a verdade oculta,
aquela que nem os pensamentos ousaram atravessar nas paredes do tempo.
Caminhos seguem, rumando a direções onde poucos têm a audácia de carregar seus próprios passos.

ECOS DO ACASO...

O despertar é uma fagulha num vasto vazio pré-existente, um instante de luz contra a escuridão eterna e silenciosa. Não há um propósito inscrito nas estrelas ou em tabletes de argila, apenas o choque mudo de estar consciente, de respirar. A pergunta é um eco que se perde nos corredores da mente, uma ânsia por uma placa de sinalização num caminho não trilhado. Somos um acidente com a audácia de exigir explicações, uma canção breve que insiste em conhecer a partitura completa. A existência precede qualquer razão, qualquer desígnio oculto, e o porquê talvez seja apenas o som do próprio pulso...

O relógio é um tirano que inventamos para medir nossa queda, seus ponteiros giram velozes, colhendo segundos como flores murchas. A infância é um país distante, visto da janela de um trem em movimento, cuja paisagem desfoca-se em tons de verde e poeira dourada. A velocidade é a percepção do fim, o peso suave da despedida, cada momento um grão de areia escapando por entre os dedos. O tempo não acelera; somos nós que deslizamos ladeira abaixo, e o assombro não é pela rapidez, mas pela proximidade do solo. A memória comprime anos em fotografias sem nitidez, e a vida é esse breve clarão entre duas escuridões imensas...

A ordem do mundo é um quebra-cabeça com peças de outros mundos, não há uma lógica, apenas uma colisão constante de forças cegas. As coisas são assim porque o equilíbrio é um acidente momentâneo, o resultado de um jogo de dados jogado sobre um pano sem gravidade. O caos é a lei fundamental, vestindo o disfarce enganoso da ordem, e a razão busca padrões nas nuvens passageiras. Não há um arquiteto, apenas a poeira cósmica se rearrumando, e a beleza reside justamente nessa falta absoluta de motivo. Acontece porque acontece, uma cadeia de eventos sem testemunhas, e nós somos a parte que, por um instante, ganhou olhos para ver...

A mente é um rio de lava, um turbilhão de faíscas e sombras, pensamentos surgem como insetos efêmeros sob uma luz forte. Eles cruzam o céu interno sem pedir licença ou dar explicações, são estranhos passageiros em uma estação sempre lotada. Essa velocidade é o reflexo do mundo, sua overdose de estímulos, um mecanismo de defesa contra a quietude que assusta. É o cérebro tentando mapear a inundação com um copo de café, uma dança frenética para não ouvir o silêncio subjacente. Cada ideia é uma fuga, um pequeno universo paralelo e portátil, onde se esconder da pergunta é uma ideia no qual não será respondida...

A solidão é um planeta com atmosfera própria, uma gravidade diferente, onde os sons comuns chegam distorcidos e as cores vibram em outra frequência. Não se é de um lugar, mas de um tempo que ainda não chegou para os outros, ou de um passado tão remoto que virou lenda até para si mesmo. A diferença não é uma escolha, é uma geologia íntima, um fóssil na alma, uma assinatura escrita em uma língua que ninguém se dedica a aprender. É o preço de sentir as costuras do universo de forma muito clara, e o fardo de carregar um olhar que nunca se desliga, nunca descansa. Não é superioridade, mas um exílio, uma ilha de sensibilidade crua, onde se é simultaneamente o prisioneiro e o único habitante...

A data não foi um sorteio, foi uma convergência de infinitas variáveis, um ponto único no tecido do espaço-tempo que precisava de uma testemunha. O universo não escolhe; ele simplesmente é, e você aconteceu nele, naquele cruzamento exato de astros e histórias, de sangue e acaso. A pobreza é uma lição, é a geografia cruel onde a semente caiu, o solo árido que exige raízes mais profundas para encontrar água. E o cansaço e o peso de carregar todas essas perguntas sem repouso, a exaustão de ser a interrogação ambulante em um mundo de pontos finais. É a fadiga de um espírito velho que se vê preso em matéria efêmera, ansioso por um descanso que chegará, inevitável e completo...

--- Risomar Sírley da Silva ---

Ago - 2025

A hora do despertar


É natural ao ser humano relutar diante da experiência do luto, ainda que saiba, em sua consciência mais íntima, que tudo aqui é passageiro e nada é permanente. Há, porém, uma audácia silenciosa: a crença de que jamais irá partir, mesmo sabendo que cada um chega ao mundo com os dias contados.

A vida, sendo viagem de experiências (maduras ou infantis), passa sempre.

Ao desembarcar na estação da existência, o homem deixa para trás entes que sofrem com sua partida e, antes mesmo de chegar, muitos já anseiam pelo seu retorno à casa primeira.

Ao despertar do sono letárgico do período gestacional, o homem chora ao nascer: choro de socorro diante do novo. Contou cada fase para essa oportunidade, mas, ainda assim, sofre o medo de enfrentar o desconhecido: outra vida, outro tempo, outra história.

Assim como o nascimento, a morte pode ser dolorosa, sobretudo para aquele que se acostumou ao corpo material que lhe foi emprestado. Esqueceu-se das responsabilidades assumidas outrora, por livre escolha, ciente do livre-arbítrio de que desfrutaria nesta passagem.

Muitas vezes, o homem se permite a ilusão de ser seu próprio deus, entregando-se às coisas efêmeras e acreditando que detém o controle, sobretudo do seu próprio corpo e mente, jogando- se integralmente às trivialidades materiais. Porém, na hora do retorno à estação primeira, perde-se em descontentamento, arrependendo-se de ter lançado fatias da própria existência ao vento. E, como criança, o velho chora ao perceber que a única coisa que já não possui é tempo para recomeçar, reconstruir, reviver ou corrigir a rota.

Para que a vida não lhe soe como um fardo pesado, é necessário reconhecer, antes de tudo, seu próprio eu e as atribuições assumidas em tempos pretéritos. Pois todo aquele que escolhe retornar à vida jamais estará isento de, um dia, experimentar a morte.

Mari Machado

⁠⁠O Rock é como um desabafo
de uma mente cansada
um despertar pra um corpo desanimado,
Um impulso de vida
nas cordas de uma guitarra,
numa voz expressiva,
um alívio pra alma.

O despertar de um sonho
É tão penoso quanto...
Não querer adormecer
Para não velo
Dissipar-se...

Que hoje, não nos falte
a gratidão, a alegria e a fé ao acordar,
e o café pra despertar.

"Vai demorar muito para o ser humano despertar para os verdadeiros valores da vida" e eu, vendo o ser humano ser incapaz de evoluir só me resta rir!

Acordo. Não levanto. Prolongo o momento de despertar como quem escreve sem querer chegar ao final. O telefone toca. É minha irmã, lembrando-me de tomar os meus remédios. Sou obrigada a levantar para celebrar a rotina diária de quem tem uma doença crônica. Mas isso não importa mais. A doença virou cotidiano abstrato. Hoje acordei me sentindo melhor do ontem, o que me apraz. Véspera de Natal e troco comemorações por um silêncio que não me incomoda no momento. Eu observo os quadros que eu pintei. E me agrada o que vejo. Bom sinal. Hoje não quis rasgar os livros, pelo contrário, tirei alguns minutos para organizá-los na estante. E se ontem blasfemei, hoje fiz uma canção de fé. Deus se misericordioso é, perdoa minhas oscilações de humor. Deus não precisa de mim. Eu preciso de Deus. Preciso que cada poro do meu corpo respire a presença divina, para me colocar de pé e caminhar meu passo exato. Se ontem me fartei de ironia, hoje acho uma forma de expressão pueril. Sim, estou séria e não me cabe brincar com as palavras, nem querer profanar o sagrado. Se profano o sagrado, profano a mim mesma. E hoje será noite de Natal. A Bíblia está aberta em cima da mesa e lerei, não porque é Natal, mas porque busco a fé que me falta. Estou cansada de escrever o grotesco, negando minha própria natureza, que é farta de afetos, ainda que solitários. Hoje o maior dos homens será homenageado. Jesus, grande pacificador, e eu, centelha do seu amor.