Despedida e Agradecimento
A água de um rio é sempre despedida e nascimento: aquilo que tocamos já pertence ao passado, enquanto aquilo que se aproxima ainda não recebeu nossas mãos.
Somos TODOS IGUAIS,
Na CHEGADA e na PARTIDA, NO AdEUS e Despedida...
Sentimos dores, amamos os eternos Amores,
Plantamos e também colhemos Flores.
As damos e talvez as recebemos tudo em volta de um atenção que quase sempre não temos.
Somos todos iguais...
Até na árdua estranheza de Amar...
O indivíduo que conhece seus limites não precisa transformar cada despedida em tragédia nem cada encontro em promessa eterna.
A verdadeira elegância de uma despedida não está em fingir que nada sentimos, mas em compreender que nenhum afeto merece ser preservado à custa da liberdade de quem parte ou da dignidade de quem fica.
A gente acha que a despedida é o choro no portão,
ou o silêncio pesado que rasga o coração.
Mas o último olhar acontece no meio do dia,
fantasiado de rotina, de pressa, de ironia.
Ninguém avisa que o "até logo" virou o fim,
que o universo recolheu o tapete do jardim.
E o mistério mais cruel que ninguém nunca contou,
é o sumiço do arquivo que o abraço guardou.
Aquela piada boba que só vocês entendiam,
os códigos secretos que os olhos traduziam...
Quando aquela pessoa cruza a linha do nunca mais,
esses pequenos mundos se tornam digitais:
existem na memória, mas não têm onde pousar,
viram línguas extintas que ninguém sabe falar.
O adeus definitivo não é só perder alguém,
é ver morrer o único espelho que te conhecia bem.
Você continua vivo, caminhando na calçada,
mas com uma gaveta interna trancada e deserta,
onde a chave foi embora na última piscada.
A Vinda da Tua Felicidade e o Agradecimento do Teu Sorriso
Veio uma brisa suave e chamou alguns fios dos teus cabelos para dançar; o teu belo sorriso estava emocionante, brilhando como raios de sol em um fim de tarde — uma cena hipnotizante; o real ornado pela ludicidade.
Tu parecias uma arte singular, cheia de amor em movimento, usufruindo de uma felicidade sincera que não sentia há muito tempo, que reanimou a tua essência e acelerou os teus batimentos; tudo numa mesma frequência.
Logo, aquele cenário à tua volta foi tomado por tua intensidade, por teus sentimentos — um fervor incansável de liberdade, elegância e um toque de atrevimento. Graças ao meu imaginário, pude ver de perto o teu avivamento.
O crepúsculo deu
a sua despedida,
as luzes da cidade
foram acesas,
a Lua coroada
está de estrelas
iluminando o Rio.
Ao mundo inteiro
oferto a veia
da paixão que não
oculto no peito
feita de vibração
e teu amor perfeito.
O desejo de viver
para cantar o amor
seja como for
é só o começo:
nos teus lábios
a sede de me amar.
No ritmo do Universo
a canção eterna
aos olhos lindos
voltados para quem ama,
esta temperatura
que amorosa chama
ao ardente total amplexo.
A despedida
da tarde soprou
as nuvens
com suavidade
e fez percussão
com as folhas
do sublime
bosque do deserto.
E pensando em ti
a todo instante,
não desistirei
custe o que custar
de ir em tua busca
nesta noite
de luar brilhante.
O interessante
é o quê sinto
e já é imenso,
e sei que ainda
não te conheço;
algo forte vem
me dizendo
que és todo meu
e a você pertenço.
“Há despedidas que não terminam quando alguém parte; apenas aprendem a continuar em silêncio dentro de nós.”
Você ainda ouvirá seu nome, suas conquistas, agradecimentos, palavras de carinho, mas antes terá que morrer primeiro.
Há encontros que parecem reencontros, despedidas que parecem antigas e dores que chegam com a intimidade de quem já nos acompanhava havia séculos; talvez a eternidade, se existir, deixe marcas onde a memória não alcança.
Existe um silêncio que não pede paciência, pede despedida. É aquele em que você já disse tudo, mas o outro nunca ouve nada.
DAS PRENDAS DO LAR.
QUANDO ELOGIAREM
O JARDIM DA CASA
AGRADEÇA.
POIS O AGRADECIMENTO
É FORTUNA RARA.
Nunca há despedidas fáceis, sobretudo daqueles que não tem o nosso sangue, mas tem aquele que o bombeia.
A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.
A vida, em essência, é uma sucessão de chegadas e partidas.
Um amontoado de despedidas silenciosas que se acumulam, quase sempre sem aviso.
Nunca sabemos qual abraço será o último, qual conversa não se repetirá, nem qual olhar se prenderá eternamente na memória.
Talvez seja justamente essa incerteza que valorize o instante — a consciência de que ele é frágil, transitório, irrepetível.
Por isso, a vida nos convida a viver cada encontro com reverência, cada presença com gratidão e cada despedida com a delicadeza de quem entende que até a separação faz parte do milagre de existir.
No fim, não é a derradeira despedida que mais importa, mas sim a intensidade dos encontros que a antecedem.
Se pudéssemos ao menos mensurar a agonia das Ligeiras e Inesperadas Despedidas, certamente aproveitaríamos um pouquinho mais a companhia uns dos outros.
Talvez demorássemos menos para dizer “eu te amo”, “senti sua falta”, “fica mais um pouco”.
Talvez deixássemos de economizar abraços, de adiar encontros, de acreditar que haverá sempre um amanhã disponível para aquilo que hoje nos parece tão pouco urgente.
A vida, porém, tem essa maneira estranha, silenciosa e até cruel de nos ensinar que algumas Despedidas não fazem anúncio.
Não batem à porta, não pedem licença, não nos concedem o privilégio de uma última conversa.
Às vezes, a pessoa parte enquanto ainda estamos distraídos com coisas tão pequenas, preocupados com problemas que, depois, descobrimos que nunca foram realmente importantes.
E é justamente isso que assusta: perceber que muitos dos nossos “depois” podem nunca mais chegar.
“Depois eu ligo.”
“Depois a gente se encontra.”
“Depois conversamos com calma.”
“Depois eu digo o quanto você é importante para mim.”
Mas a vida não assina contratos com o tempo.
Não nos garante reencontros, segundas chances ou despedidas dignas da importância dos que partem.
Talvez por isso devêssemos olhar com mais atenção para aqueles que caminham ao nosso lado.
Escutar um pouco mais…
Julgar um pouco menos.
Perdoar enquanto há tempo.
Celebrar presenças sem esperar que se transformem em saudade para que finalmente compreendamos o seu valor.
Porque, no fim, não são os grandes acontecimentos que necessariamente permanecem em nossa memória.
São os detalhes: uma conversa qualquer, uma risada inesperada, um café compartilhado, uma mensagem recebida num dia difícil, um abraço que parecia comum e que, mais tarde, se tornaria inesquecível.
A saudade é uma espécie de arqueóloga do afeto: vasculha o passado procurando vestígios daquilo que não soubemos valorizar enquanto estava presente.
E talvez a grande sabedoria esteja justamente em não esperar pela ausência para reconhecer a presença.
Que a gente aprenda, enquanto ainda há tempo, a estar inteiro onde o coração estiver.
A olhar nos olhos.
A demonstrar.
A agradecer.
A permanecer um pouquinho mais quando alguém precisar de nós.
Porque algumas Despedidas duram apenas alguns segundos, mas podem deixar uma eternidade inteira de profundos silêncios.
E, se não podemos impedir que as pessoas partam, podemos ao menos fazer com que, enquanto estiverem conosco, saibam o quanto são amadas.
Talvez seja essa a maneira mais bonita de vencer, ainda que por instantes, a dolorosa impermanência da vida: fazer do tempo que temos juntos um lugar onde ninguém precise duvidar do próprio valor.
"A cozinheira foi despedida não somente porque cozinhava mal, mas também por 'atrevimento'. Ela queria que a patroa justificasse porque não gostava da comida dela!"
Frase Minha 0374, Criada no Ano 2009
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
- Relacionados
- Frases de despedida para refletir sobre finais e recomeços
- Frases de agradecimento para momentos especiais
- Mensagens de despedida para amigos para marcar o coração de quem parte
- Poemas Despedida
- Despedida
- Despedida de Emprego
- 57 mensagens de despedida para colega de trabalho com carinho
