Despedida do meu Pai que Ja Morreu

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[A Carta]
Quando completei quinze anos, meu compenetrado padrinho me escreveu uma carta muito, muito séria: tinha até ponto-e-vírgula! Nunca fiquei tão impressionado na minha vida.

Sou homem e, por conseguinte, trago todos os demônios no meu coração.

- O senhor cultiva
epigramas?
- Não, só a grama do meu jardim.

Beleza e Verdade

Morri pela beleza, mas apenas estava
Acomodada em meu túmulo,
Alguém que morrera pela verdade,
Era depositado no carneiro próximo.
Perguntou-me baixinho o que me matara.
– A beleza, respondi.
– A mim, a verdade, – é a mesma coisa,
Somos irmãos.
E assim, como parentes que uma noite se encontram,
Conversamos de jazigo a jazigo
Até que o musgo alcançou os nossos lábios
E cobriu os nossos nomes.

Emily Dickinson
Antologia da Poesia Americana

Nota: Tradução de Manuel Bandeira

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Quando o ateísmo quiser mártires, que o diga, o meu sangue está pronto.

A minha língua jurou, o meu coração não.

Eu ainda preciso de mais descanso saudável para trabalhar no meu máximo. Minha saúde é meu capital principal e eu tenho e quero administrá-la inteligentemente.

Meu destino depende de mim, não de Deus. Os estrategistas não acreditavam em predestinação e não estimulavam as pessoas a consultar livros que diziam a sorte ou esperar o que fosse acontecer. Ensinavam às pessoas a examinar suas situações e seus atos, e a assumir a responsabilidade consciente de seu comportamento e as conseqüências que ele provoque.

Eu escrevo o meu nome nos livros que compro apenas depois de os ter lido, porque só então posso dizer que são verdadeiramente meus.

Não quero flores no meu enterro, pois sei que vão arrancá-las da floresta.

A única coisa que interfere com meu aprendizado é a minha educação.

Albert Einstein

Nota: Autoria não confirmada.

Honrarei o Natal em meu coração e tentarei conservá-lo durante todo o ano.

O meu poema é a resposta da alma ao apelo do universo.

Prefiro Rosas

Prefiro rosas, meu amor, à pátria,
E antes magnólias amo
Que a glória e a virtude.

Logo que a vida me não canse, deixo
Que a vida por mim passe
Logo que eu fique o mesmo.

Que importa àquele a quem já nada importa
Que um perca e outro vença,
Se a aurora raia sempre,

Se cada ano com a primavera
As folhas aparecem
E com o outono cessam?

E o resto, as outras coisas que os humanos
Acrescentam à vida,
Que me aumentam na alma?

Nada, salvo o desejo de indiferença
E a confiança mole
Na hora fugitiva.

A culpa é dos fatos, meu amigo. Somos todos prisioneiros dos fatos. Eu nasci, logo existo.

as nuvens, meu irmão,
são leviandades
da criação

Meu desejo maior é ter em casa uma mulher razoável, um gato a passear entre meus livros e, a todo tempo, amigos. Sem tais prazeres eu não viveria.

Uma fealdade e uma velhice confessada são, a meu ver, menos velhas e menos feias do que outras disfarçadas e esticadas.

O meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correta: Deu um passo à frente.

O que é meu é meu, o que é vosso é negociável.