Despedida do meu Pai que Ja Morreu
Há o momento de chegada
E o instante de partida
Quanta vida já vivi
Quanto resta a ser vivida?
São dois espelhos quebrados
Dois vezes sete de má sorte
Já vivi quatorze anos
Quanto resta para a morte?
É fácil vê-la chegar
Em cada momento que passe
Pois se começa a morrer
No momento em que se nasce
Estou caminhando pra morte
Não decidi meu nascer
Da morte não sei o dia
Mas posso saber!
Já me enganei sobre muitas pessoas e também me enganei sobre mim mesma. Já disse nunca mais e fiz tudo de novo. Já pensei que fosse pra sempre e nem percebi quando acabou. Sim, errei muito e erro sempre. Machuco quem não deveria e me decepciono com aqueles que eu mais amo. Já escrevi e não mandei, já disse te amo quando deveria dizer 'te quero bem' e já quis dizer te amo e no lugar disse apenas 'eu gosto de você'. Sei exatamente o que quero fazer daqui a 10 anos, mas não sei que roupa vou colocar amanhã. Não lembro o que comi ontem, mas lembro exatamente de cada palavra de carinho que já ouvi. Sinto saudade do que não tive, sinto falta até mesmo de quem está perto de mim. Posso amar sem ser notado, posso morrer de ciúmes e mesmo assim conseguir sorrir, posso esquecer quem me deixou triste; mas não esqueço jamais de quem me fez feliz.
Já julgou muitas pessoas durante a vida. Julgou os atos e até mesmo as motivações dos outros, como se soubesse quais eram. Julgou a cor da pele ,a linguagem corporal e o odor pessoal.(...) Até julgou o valor da vida de uma pessoa segundo seu conceito de beleza.
Já amou alguém a ponto de sentir que faria qualquer coisa por essa pessoa? Pois é, então faça esse alguém ser você e faça qualquer coisa que você queira muito.
Já não serei tão só nem irás tão sozinho. Há de ficar comigo uma saudade tua, hás de levar contigo uma saudade minha.
Para entender o coração e a mente de uma pessoa, não olhe para o que ela já conseguiu, mas para o que ela aspira.
Carpe Diem
Chega um dia em que tudo acabou,
Você já realizou metas,
Chorou, sorriu,
Batalhou, brilhou,
Obteve sucesso, fracassou,
Deu a volta por cima,
Viveu...
Nada mais parece satisfazer o desejo de novos desafios,
Novas conquistas,
Chega um dia em que nada mais parece ter graça,
Então você deita desapontado,
Encosta a cabeça no travesseiro,
E só então percebe que, o que foi feito não é nada,
E o que você ainda tem pela frente é grandioso, ousado,
Que você ainda tem muito a conquistar,
E que o tempo que lhe resta é curto demais para que você fique parado,
E no fim o que importa é aproveitar o dia, cada instante,
E que de nada terá adiantado o que já foi vivido, se não viver o hoje...
Portanto,
Viva, faça o que tiver que fazer,
Quantas vezes for possível,
Sem se preocupar,
E o que importa é o que acontecera daqui em diante,
Nada mais...
Viva a vida enquanto pode e ache motivos para ser feliz,
Motivos existem, basta querer enxergá-los...
Já me matei faz muito tempo
Me matei quando o tempo era escasso
E o que havia entre o tempo e o espaço
Era o de sempre
Nunca mesmo o sempre passo
Morrer faz bem á vista e ao baço
Melhora o ritmo do pulso
E clareia a alma
Morrer de vez em quando
É a única coisa que me acalma
Quando estiverem em uma situação difícil, e sentirem que já não podem mais, não desanimem, e estejam seguros, que ainda que as coisas pareçam muito complicadas, não deixem que frustem seus sonhos e não percam nunca... nunca a esperança, e lembrem-se que quando a noite estiver mais escura, é por que já vai sair o sol.
Eu já não acreditava na ideia de almas gêmeas, ou amor à primeira vista. Mas eu estava começando a acreditar que umas poucas vezes em sua vida, se você tiver sorte, você pode encontrar alguém que é exatamente o certo para você. Não porque é perfeito, ou porque você é, mas porque suas falhas combinadas permitem que dois seres separados formassem um só.
Querida melhor amiga, tenho que confessar que já faz dias que olho para esse papel e não sei exatamente o que escrever. Como descrever o que se passa em meu coração? Não leia como uma carta de despedida, pois não é. Mas escrevo porque estou indo embora… É, pequena, passei no vestibular, lembra? Estou indo estudar naquela Universidade que a gente tanto sonhou. Não havia dito nada antes porque não queria te deixar triste pelo simples fato de eu ter que partir. Estou feliz, muito feliz. Mesmo tendo deixado uma parte de mim aí com você, mas vou sorrindo. Ai, pequena, sinto tanto a sua falta. Queria ter dito isso olhando em seus olhos, mas não tive coragem. Nossa última briga foi horrível. Senti ódio no seu olhar, quando me jogou aquele peixinho de pelúcia que te dei de aniversário, e confesso que aquilo doeu. Só me recordo das últimas palavras que disse: “Suma da minha vida.” Como se fosse fácil. Estou enviando o peixinho de volta, porque quero que fique com ele. Quando sentir falta de um abraço, abrace-o e finja que estou aí, bem do seu lado. Cheirei ele para poder sentir meu cheiro e desapareceu. Agora ele tem o seu cheiro, né? Acho que alguém andou dormindo muito com ele. Lembra da promessa que fizemos? Que seríamos para sempre independente de qualquer coisa? E está sendo. Mesmo você me odiando, mesmo se ficarmos sem nos falar, mesmo quando pensarmos que tudo acabou. Ainda será para sempre. Pequena. Foi assim que te apelidei. Até porque você é 5 anos mais nova do que eu e ao mesmo tempo tão madura. Ou sou eu que esqueci de crescer? Nunca vou esquecer dos nossos momentos. Das madrugadas que eu ligava bêbada e não dizia coisa com coisa e você só ria de mim. Ou quando era você que me ligava chorando por causa dos idiotas que magoavam seu coração e eu, como sempre, dizia qualquer bobagem só para te fazer rir… E eu gostava. Gostava muito da sua gargalhada. Ainda gosto. Você nunca fez o tipo de garota que diz “Eu te amo” o tempo todo, mas eu fazia questão de perguntar se você ainda me amava. E, antes de responder, você sempre dava aquela risadinha boba dizendo que amava, amava muito. Foram momentos de altos até tocar na nuvem e baixos até o fundo do poço. Mas no final você sempre segurava meu rosto, olhava no fundo dos meus olhos e dizia: “Estamos juntas nessa”. E, por pior que era a situação, eu me tranquilizava. Lembra quando nos conhecemos? Estávamos brincando em um daqueles parquinhos perto de casa e acabamos caindo uma em cima da outra. Eu ralei o joelho e você a mãozinha. Só me recordo de você se aproximar do meu machucado, encostar a mão e dizer: “Agora somos irmãs de sangue.” Que ingênuas. Tínhamos acabado de nos conhecer e já éramos amigas. E somos. Até hoje. Perdão por todas as vezes que errei querendo acertar. Por ter me intrometido na sua vida no momento que mais queria ajudar. Por ter falado quando devia me calar. Por ter te deixado ir quando devia impedir. Mas aqui estou eu, escrevendo, quando o que mais queria era falar. E quando você vier para cá, me procure. Sua cama em meu quarto já está reservada. Estude muito, pequena, e, por favor, não apronte e não faça nada de ruim… Distante assim, não posso cuidar de você. Mas toma aí, metade do meu coração. Guarde-o como estou guardando o seu. Desculpe se a carta demorar um pouco a chegar em suas mãos, é que eu queria te mandar quando eu já me estabelecesse, para você se certificar de que estou em um lugar seguro. E lembre-se, pequena: “Não importa o que acontecer, sempre estarei ao seu lado. Amigas uma vez, amigas para sempre.” Se cuida, pequena, e cuida do peixinho. Eu te amo muito!
Com amor, melhor amiga.
Quem sou eu:?
Sou só mais alguém pensando no que ser.
Ja mudei várias vezes de opinião.
Entre ser ou não ser.
Ir ou não ir.
Gostar ou odiar.
Mais foi assim que eu realmente descobri quem eu sou...
Sou um personagem,eu sou o meu gosto,as minhas atitudes e pensamentos,sou o que eu quero a hora que eu quero.
Apenas mais um boneco nas mãos do destino!!!
Antes de Mussolini e Stalin já existiam as estrelas.
E mesmo depois que eles tiverem passado,
Elas continuarão a brilhar.
Sinto um vazio dentro de mim já faz alguns dias, uma coisa que não sei como explicar, é tipo um vazio que "preenche" toda minha alma, uma coisa que parece que vai explodir a qualquer hora… uma sensação terrível, uma vontade de fazer não sei o que, uma sensação de que vou vomitar tudo que tenho dentro de mim a qualquer momento, um nojo imenso de algumas pessoas. Vontade de fazer alguém feliz ou fazer alguém sofrer, vontade de rir ou de chorar, ou os dois ao mesmo tempo, meu olho se enche de lágrimas do nada, assim como começo a rir sozinha sem saber o motivo. Pode ser sentimento acumulado, ou coisas que ainda não senti, mas preciso sentir.
Um sentimento de culpa sem saber o motivo, vontade de nunca mais dormir, ou ir dormir e nunca mais acordar, vontade de mudar de vida, sei lá, fazer algo que nunca fiz, sair sem dizer para onde vou e nunca mais voltar, deixar pra trás tudo e todos que eu conheço e conhecer novas pessoas, pessoas que não saibam de como eu sou assim poderei ser quem eu quiser.
Não sei o que está acontecendo comigo, só sei que é ruim e tenho vontade de acabar de vez com isso, e um fato muito estranho e que me deixa com mais ódio de mim mesma é o fato de eu ter expressado meu sentimento nesse texto e não ter demonstrado nada disso em meu rosto, nada disso fisicamente.
Às vezes penso que só estou vivendo um sonho e que na verdade tudo isso aqui é uma mentira que pode acabar a qualquer momento…
Quando já não há pelo que lutar, não há nada a fazer a não ser desistir.
Quando as decepções são tão fortes, já não se consegue acreditar.
Quando lembranças atormentam, não há como fugir.
Quando não se chega aonde se deseja, não há como não desanimar.
Fingir alegria é fácil, mas só à noite em seu quarto você sabe porquê chora.
Você pode fazer mil esforços para ser compreendido, mas no fundo só você consegue se entender exatamente.
Só você conhece os seus traumas e os seus medos.
Só você sabe pelo que já passou.
Mas a solidão é inerente ao ser humano, por mais que muitos a neguem.
O problema maior é quando você não consegue saber se Deus ainda te ouve.
É quando sorrir se torna apenas o caminho mais fácil para não precisar explicar a ninguém o que nem você entende.
É quando o ânimo já se perdeu e o futuro parece distante demais.
É quando você já não sabe se acredita em você.
O silêncio já se tornou para mim uma necessidade física espiritual. Inicialmente escolhi-o para aliviar-me da depressão. A seguir precisei de tempo para escrever. Após havê-lo praticado por certo tempo descobri, todavia, seu valor espiritual. E de repente dei conta de que eram esses momentos em que melhor podia comunicar-me com Deus. Agora sinto-me como se tivesse sido feito para o silêncio.
Você já esteve tão perdido? Conhecia o caminho e mesmo assim se perdeu?
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