Despedida de Emprego
O memorial do adeus
Um memorial aos sentimentos a que nunca demos nomes, filhos negligenciados dos nossos corações. Um memorial às histórias jamais contadas e às palavras nunca ditas, às vidas não vividas, às paixões não correspondidas, aos amores perdidos, ao que nunca foi, mas poderia ter sido. Um memorial ao sangue, ao suor e à lágrima não derramados; ao silêncio, às possibilidades esquecidas. Um memorial a todas as perguntas que ficaram na garganta, ao que ficou oculto, ao que jamais ganhou forma, mas ressoou nas profundezas do desejo e da imaginação. E, finalmente, um memorial ao potencial inacabado, às narrativas não escritas, que pulsaram, por um instante, no coração de quem ousou sonhar,
mas nunca realizar.
Sim, é um adeus, seguirei meu caminho
Cortarei ventos, amarei as estrelas
O brilho da lua, do fogo as centelhas
Em tudo que eu toque não estou mais sozinho
O cheiro da rosa, a flor e o espinho
É que uma vez tendo amado, aprendi a sonhar
Novo modo de ver, sentir, falar
Mas humildemente te falo
Ao meu orgulho eu calo
Se decidires voltar
Adeus
Essa é pra você que me teve:
Quando queria,
No dia em que a solidao batia,
Quando a saudade cristalizava,
Quando a carência não ia embora.
Eu sedia,
Tinha sede do seu amor,
Me submetia a tal situação pra me sentir acolhida, vista.
Julgava errado te encontrar,
Mas quanto menos "eu queria"
Mais o ciclo, se repetia.
Repetia porque eu permitia,
Que foda ter viciado em algo
Que me trazia tanta melancolia.
Aquela ressaca moral quando eu da sua casa, partia.
E quando na minha solitude eu entrava.
Percebia mais uma vez,
Que tinha sucumbido ao fracasso.
Tentei diversas vezes dizer chega,
Não quero mais,
O seu muito é, muito pouco.
Não quero mais estar na sua história,
Sou suficiente.
Mas só, tentativas em vão.
Até o dia que percebi,
Que tu, mudou.
Estava seguindo o seu roteiro.
Por incrível que pareça, me doeu.
Da minha parte, ainda existiam expectativas.
Que tapa na cara...
Logo, aquela visita trouxe a direção.
Da qual ansiava fortemente.
Esperava que a despedida
Aquela que demarca o fim,
Era o momentos de dizer coisas bonitas e agradecer.
Quando na verdade, simplesmente virar minhas costas enquanto tu dormia,
Já disse mais do que qualquer Adeus.
O seu Carnaval.
No compasso da vida, um ano se foi,
Desde que o adeus à mamãe, doeu tão fundo em mim.
Entre o brilho do Carnaval, ecoam lembranças,
Das passadas de samba, nos tempos de bonança.
Não deixe o samba morrer, ela sempre dizia,
Na cadência dos passos, sua alma fluía.
Retalhos de cetim, na avenida a bailar,
Sua presença viva, em cada sorriso a brilhar.
Um ano se passou, desde que ela partiu,
Mas ainda é difícil, sentir que ela sumiu.
Recebi as chaves do meu apartamento, um novo lar,
Mas na casa dela, meu coração ainda a procurar.
Por trás do sorriso, uma dor silenciosa,
Mas uma rede de amor, tão calorosa.
Família, amigos e trabalho, um abraço constante,
Que me sustenta e me ergue, mesmo diante da dor flagrante.
Neste poema, minha mamãe vive, eterna inspiração,
No ritmo do samba, na batida do coração.
Um ano se passou, desde que ela partiu,
Mas seu amor, sua força, em mim nunca se extinguiu
Chegou o momento de dizer adeus,
À amizade que foi tão intensa,
Que aqueceu nossos corações,
E fez brilhar nossos dias.
Foram risos, lágrimas, cumplicidade,
Momentos que jamais esquecerei,
Pois em cada abraço, em cada conversa,
Encontrei um pedaço de mim.
Mas o tempo nos leva por caminhos distintos,
E a vida nos chama para novas jornadas.
É hora de seguir em frente, com gratidão,
Por tudo que compartilhamos nessa amizade.
Guardarei cada lembrança com carinho,
E levarei conosco as lições e os sorrisos.
A despedida é apenas um até logo,
Pois no coração, a amizade sempre existirá.
Que a distância não apague nossa conexão,
Pois a amizade verdadeira transcende o tempo e o espaço.
E mesmo longe, estaremos unidos pelo coração,
Guardando as lembranças que nos fizeram tão especiais.
A despedida pode ser triste, mas também é um recomeço,
Um novo capítulo se abre, cheio de possibilidades.
E quem sabe um dia nossos caminhos se cruzem novamente,
E possamos reviver os momentos que fizeram nossa amizade tão valiosa.
Que um adeus, qualquer que seja ele, ainda que não apague a tristeza da separação, seja sempre regado de boas lembranças. E será exatamente em pequenos detalhes que as recordações irão nos convidar, de vez em quando, para revivermos aqueles bons filmezinhos de outrora.
O Adeus é uma proteção do inconsciente
Nosso Transpirar-certeza, nossas ejaculações, de extensão vocal raquítica, nossos fluidos comprimidos em meros arquétipos nos tornam incapazes de sorver, com todas as suas notas e nuances, e degustar, em toda a sua corpulência, as sinfonias de tormenta, ocultas em um novo
"Olá!"
A plenitude, talvez, nos seja mortal, por isso, há que se dosar a exposição a tamanha beleza.
Bruno Velásquez Rosa
Disse-te adeus -
Nessa noite de Setembro
disse-te adeus, bem me lembro
noite fria, noite calma,
nunca mais nasceu o dia
e passou a ventania
pela tarde da minha alma.
Prendeu-se-te aos ombros
por silêncios, entre escombros
uma noite tão funda,
e porque ficaste tu assim
como se fosse o teu fim
mar parado que me inunda?!
Como se acabasses para sempre
o teu corpo já nem sente
que tudo é frio e nostalgia,
em mim não nasce nada
sou todo água parada
nunca mais nasceu o dia.
Completam-se hoje15 longos dias da sua ausência Avó. Dificil. Saudade. Muita. Tanta.
"Adeus não é para sempre, é apenas um, até logo e em algum momento da vida todos iremos nos reencontrar novamente, assim são as amizades que são verdadeiras, são raras, e duram, vão além da distância e além do tempo..."
As vezes precisamos dizer adeus
Para que possamos ser nós mesmos!
As vezes precisamos dizer adeus!
Para termos um novo recomeço!
E neste recomeço, aprender a dar valor ao que realmente importa!
Quantas vezes você se doou?
Quantas vezes você se machucou por alguém que disse te amar?
As vezes precisamos dizer adeus!
Vai doer, parecerá insuportável,
Uma dor inenarrável..
Mas somente as vezes..
Precisamos dizer adeus
Para que um dia possamos novamente sorrir..
Pois! Para dias tempestivos de bravio mar,
Dias de bonança ão de raiar!
O adeus nos faz pensar,
Que a vida é breve, a passar.
O tempo voa sem avisar,
E nem sempre vencer é chegar.
Permanecer é a verdadeira glória,
Seguir em frente, escrever a história.
Não desistir, mesmo a sofrer,
Pois cada passo é um renascer.
O adeus encerra dores passadas,
Cura feridas, apaga jornadas.
Nos torna fortes, nos faz crescer,
E a cada dia, aprender a viver.
Despedir-se é necessidade,
Seguir os sonhos, buscar verdade.
Pois viver não é só existir,
Mas sim sentir, sem mais fingir.
Almas que tocam
Nem todo encontro é destino, nem todo adeus é final,
Mas quando há sintonia, tudo é quase imortal.
No vento que passa, um sopro de sensação,
Na troca de olhares, um eco da imensidão.
Não é sobre o tempo, nem sobre o porquê,
É sobre sentir sem precisar entender.
Quando almas se tocam sem medo ou razão,
Não há espaço, distância ou explicação.
A energia que flui, leve e tão pura,
É o que nos une além da aventura.
SimoneCruvinel
Se sentimentalizar imóveis, pode dar adeus aos lucros.
Martin 'Marty' Byrde
(Jason Bateman)
Ozark, T1E4
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