Despedida da Empresa

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Tem muita empresa com
boa reputação no mercado
porque desconhecem
os bastidores.

NR-1 riscos psicossociais para empresas, sua empresa sabe o que é? sobretudo na questão psicológica? O que é fundamental e gera muitas despesas para as empresas e também funcionários que podem render menos.

Maiores dúvidas, sugiro meu colega especialista Tiago Jeison:

https://www.echo360.com.br/recursos/nr-1-riscos-psicossociais/

Levem a sério!

Melhoras.

⁠A direita vê o Congresso como empresa de capital aberto, e o povo é a procuração que autoriza a venda das ações pelo melhor preço!

Em 1953, próximo à minha casa, montaram um acampamento de uma empresa que estava asfaltando a rodovia. Havia várias casas. Umas mais simples e outras um pouco melhores, destinadas aos engenheiros, eu acho.

Como qualquer moleque da minha idade, uns seis ou sete anos, eu me maravilhava com aquele vai e vem de máquinas fazendo estrada e jogando aquela mistura de pedras que depois era coberta com piche, deixando no ar aquele cheiro de óleo diesel. O dia era curto.

Uma noite acordei com minha mãe me chamando. Estava pegando fogo em uma das casas do acampamento. Como era uma construção bem simples, com cobertura de sapé, queimou muito rápido.

Na manhã seguinte encontrei várias garrafas derretidas, parecendo figuras de bichos. Guardei algumas como relíquias. Eu tinha um esconderijo, uma espécie de caverna, que ficava debaixo do assoalho da nossa casa. Ali ficavam meus tesouros: estilingue, pião, faquinhas feitas de serra, bolinhas de gude, um canivete corneta — coisa rara —, algumas pedras coloridas e, agora, os vidros com aspecto de bichos.

Eu dividia o tempo em duas partes: de manhã ficava vendo as máquinas trabalharem e, à tarde, fuçando pelo acampamento, subindo e descendo nas máquinas quebradas, imaginando-me operando aqueles monstros.

Vez ou outra eu dava uma inspecionada nas casas dos engenheiros. Numa dessas fuçadas, achei uma casa com a janela da cozinha aberta e, como não podia deixar de ser, olhei para dentro. Sobre a mesa havia uma lata de abacaxi. Uma coisa inimaginável para o poder aquisitivo da nossa família.

Afastei-me rapidamente dali, mas algo me puxava de volta. Entre idas e vindas, numa das voltas pulei a janela e levei a lata de abacaxi, que, por um dia, passou a fazer parte do meu tesouro.

No dia seguinte, aquela máxima de que o criminoso sempre volta ao local do crime entrou em ação, e lá estava eu observando o movimento. Tudo calmo. Nada de anormal. A janela continuava aberta e, no lugar da ex-lata, havia um vasinho com flores.

Esperei mais um dia para dar fim àquela tentação. Tive que dividir uma boa parte com as formigas, mas faz parte. Dei cabo da lata e voltei a ver as máquinas que comiam e vomitavam terra.

Confessei-me alguns anos depois. Fiz um combo de pecados e entreguei tudo nas mãos do padre. Aquelas mesmas mãos que um dia eu havia beijado com a boca cheia de manga.

Claro que esse pecado não foi o maior. Mas ele só perdia para os das figurinhas.

O único trecho em que eu pensaria em mexer mais é o final. A frase "Mas ele só perdia para os das figurinhas" é boa, mas quem não leu suas outras histórias talvez não entenda a referência. Por outro lado, justamente por ser uma referência interna ao seu universo de memórias, ela tem muito charme. Eu provavelmente a manteria exatamente assim.

Durante 15 anos, ele entregou sua força, seu tempo e sua juventude a uma empresa, acreditando que o esforço seria recompensado. Mas, aos poucos, transformou-se em um homem preso à própria rotina, carregando responsabilidades como um burro de carga enquanto deixava sua própria vida para trás. Trabalhou para construir os sonhos dos outros, mas não teve a mesma disciplina para construir os seus.


Anos se passaram, e o que restou foi um homem cansado, vivendo na periferia, cercado pelas consequências das próprias escolhas. O salário baixo, a falta de planejamento e a acomodação diante da vida fizeram com que seus anos de trabalho se transformassem em uma história de frustração. Enquanto carregava pesos que não eram seus, permitiu que o próprio futuro fosse abandonado.


No fim da jornada, percebeu que não bastava apenas trabalhar duro; era preciso buscar crescimento, mudar de caminho e lutar por algo maior. Ficou marcado não apenas pelo que perdeu, mas pelo que deixou de conquistar. Uma vida inteira dedicada ao esforço, mas sem direção, terminou como um retrato triste de alguém que se entregou ao fracasso e viu o tempo passar sem construir o próprio destino.

“Otimizar jornada é remover fricções que a empresa insiste em não enxergar.”

A sua empresa não precisa de uma IA mais inteligente; você precisa de uma IA que obedeça. Enquanto o mercado queima milhões injetando PDFs em janelas de contexto voláteis e probabilisticamente caóticas, a DKI estabelece o primeiro Cartório Semântico Digital para a sua marca. Nós não treinamos modelos; nós domesticamos modelos generativos através de regras matemáticas imutáveis.

“Sua empresa não pode ser fuga, ela precisa ser estratégia.”

"Não somos apenas uma empresa de tecnologia; somos uma missão em forma de rede social."

"O sucesso no MMN exige a mesma disciplina que qualquer outra empresa exige: gestão, aprendizado, resiliência e foco no cliente. A diferença é que aqui, o meu crescimento é proporcional ao quanto eu ajudo o próximo a crescer."

O reativismo é uma praga, que com certeza propaga e estraga o proativismo na empresa.

Aquilo que é óbvio para quem está há vinte anos na empresa, raramente é óbvio para quem chegou hoje.

Tem empresa que mede engajamento e ignora exaustão.

Empresa que celebra "vestir a camisa" geralmente não quer pagar hora extra.

Confiança que só existe no discurso da empresa não sobrevive à primeira demissão em massa.

Toda empresa tem um discurso de liderança servidora e uma prática de liderança de IA.

Quando ouço que tal empresa vai gerar emprego, renda e crescimento local, tenho a certeza: vão contratar mão de obra barata, reduzir custos e crescer explorando os recursos de toda a região! Capitalismo busca o lucro a qualquer custo! Nunca foi, nem jamais será justo!

A cultura organizacional de uma empresa deve ser trabalhada com o mesmo cuidado que um jardineiro dedica a uma árvore. Se deixar de ser regada e cuidada diariamente, ela seca.

Regra básica e absoluta: CPF não é CNPJ. Se você paga o mercado com o cartão da empresa, já começou errado. Pró-labore não é tirar do caixa quando dá vontade. 📊

"Jesus não é o dono da empresa que te chama para uma entrevista; Ele é o dono da empresa que se vestiu de estagiário para suar do seu lado e depois te entregou as chaves, dizendo: 'Agora somos sócios, o que é meu é seu, e a gente vai transformar esse lugar juntos.'"