Desigualdade

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Jean-
Jacques Rousseau afirma em seu Discurso sobre a desigualdade que a propriedade traz em
seu rastro a guerra, a exploração e o conflito de classes. Insistia, ainda, que o chamado
contrato social é uma fraude perpetrada pelos ricos contra os pobres a fim de proteger
seus privilégios.

⁠Eu queria morar
num lugar
onde, não existisse
desigualdade,
onde, não faltasse o pão
de cada dia.
onde, a paz fosse constante
e o amor sem regalia.

Se vivêssemos num País mais justo, "viveríamos", mas com tanta desigualdade, corrupção, injustiça e desamor, o que nos resta é "sobreviver".

Isaque Ribeiro

Os formadores de opinião produzem a desigualdade de pensamento.

A desigualdade do mundo vem desde nossa infância
Não existe democracia onde há injustiça

A desigualdade social é a obra-prima do capitalismo. Ontem, hoje e sempre!

Olha, o Sul tem tanta mulher gata que ate os maluco zoado sai no lucro. Dessa desigualdade ninguém fala no Senado.

A exclusão é a inclusão da desigualdade...

Partiu,
Uma alma se vai para que outra possa vir.
Mundo caótico cheio de ódio e desigualdade, lutamos e buscamos enquanto alguns se divertem em nossos prantos, mas assim como o sol nasce todos os dias, nos viramos diante desta agonia.
Hipocrisia, promessas vazias, aqueles que deveriam ajudar apenas facilitam a chegada ao fundo do poço.
Mas meu caro não se esqueça que aqui se encontra alguém que acredita e tem esperança.
Um dia a justiça há de vir.
Um dia meu povo voltará a sorrir...

Ainda não vi nada pior e que gere mais desigualdade do que a fantasia de sermos todos iguais! É na diferença que está nossa maior riqueza. Não gostaria de ser igual a ninguém, ou ter alguém igual a mim. Penso que a única coisa que deveria ser igual para todos seria o direito de termos LIBERDADE! Sendo todos livres, aparecerão sem sombra de dúvida as nossas diferenças, dando a cada um a oportunidade de colher o que foi capaz de semear!

⁠DESIGUALDADE SOCIAL
"Como acabar com a desigualdade social? É simples, acabe com toda a sociedade. Pois, está só sobrevive pela existência da desigualdade, do contrário, todos teriam as mesmas condições e autoridades. Trabalhos menos valorizados não seriam feitos, afinal, todos seriam patrões e não empregados."
Thiago Silva Oliveira (1986 a)

A desigualdade deixará de existir quando o capitalismo não morar no planeta Terra.

⁠A consciência de que somos diferentes não é apologia à desigualdade. Muito pelo contrário, reconhecer as diferenças é o primeiro passo em direção a um mundo mais humano e igualitário.

⁠Ninguém respeita uma lei que permite a desigualdade.

⁠ Cara e Coroa


A desigualdade, é a realidade.
A descriminação, assombra a humanidade.
Vejo o brilho intenso, nos olhos da sociedade.
Um mundo que se desfaz, em meio a tristeza.
Mortes, choros, solidão, tudo isso, na casa do cidadão.
Famílias deslaceradas, filhos sozinhos, Esposas viúvas, Mães Chorando, contudo, esperando um futuro melhor.

⁠Gosto do capitalismo. O que repudio é a injustiça e a desigualdade!

A desigualdade social é uma fenda irracional, fabricada pelas mentes humanas ditas, enganosamente, racionais.

Em um mundo de tanta desigualdade existe algo que conecta todo ser humano ( A MORTE ). Ela é a única certeza que temos na vida e que não escolhe quem irá abraçar, todos provaram do seu sabor.

Pra quem vai meu voto? Para o Brasil, com certeza.
Desejo que sejas um país com menos desigualdade, democrático e que respeite seus cidadãos.

Crítica à desigualdade e à impunidade


Aqui é o Brasil. país onde o trabalhador honestamente sustenta a família com um salário mínimo, a realidade se torna insuportável quando a elite do poder judiciário vive à margem do esforço que mantém a nação de pé. Ver quem julga e decide sobre a vida alheia desfrutando de privilégios desproporcionais é um insulto à dignidade do trabalho e à ideia de justiça. Essa disparidade não é apenas econômica; é moral e institucional, corroendo a confiança pública e transformando o tribunal em símbolo de distância entre lei e povo.


A imagem de magistrados que parecem alheios ao labor cotidiano — que recebem muito mais sem que isso se traduza em serviço público visível ou em responsabilidade efetiva — é vergonhosa e perigosa. Quando a autoridade se confunde com conforto e o dever com indiferença, a democracia empobrece. A justiça deixa de ser um ideal e passa a ser um privilégio reservado a poucos, enquanto a maioria paga a conta com suor e sacrifício.


Exigir transparência, prestação de contas e critérios claros de remuneração não é ataque; é defesa da própria noção de Estado de Direito. É preciso restaurar a proporcionalidade entre responsabilidade e recompensa, valorizar o trabalho produtivo e punir a opacidade que alimenta privilégios. Só assim a palavra “juiz” voltará a significar imparcialidade e serviço, e não um sinônimo de distância e impunidade.


A luta é por respeito ao trabalho, por instituições que reflitam os valores que proclamam e por uma sociedade onde o esforço do pobre não seja o alicerce do conforto de poucos. Que a indignação se transforme em mobilização cívica, em leis mais justas, em fiscalização efetiva e em políticas que coloquem a dignidade humana acima de privilégios.