Deserto
Palavra de Deus para você: o deserto não é o fim, é preparação. Estou fortalecendo sua fé e moldando seu coração. O que está por vir será maior do que tudo que você já pediu em oração.
Flor da decepção.
Floresce no deserto do pensamento.
Semeiada pela discórdia...
Sensação do esquecimento.
Sendo seu fruto alienação intelectual,
Espalha a angústia existencial.
Semeadura do mau
Dizem bem querer mais sempre haverá caos embutido o subconsciente.
Clamei consome ate o veneno que te fez crescer.
Como político tanto promete e não cumpre suas raízes se enrrola nas entranhas da sociedade se alimenta da covardia e ri achando pode ter mais passo no fel da alma se esgueirando pelos cantos escuros.
Nas operas encobertas sonsas almas
Delinear de virtudes apenas flores num deserto.
Digo-lhe que sou mero fruto de um mundo devastado.
Homens e seus ideais transcende a destruição por suas futilidades.
Alma rebelde floresce ate no deserto mais seco.
Desenvolve um intelecto crítico e digno para compreender o notório sistema alienação social.
Abrir os olhos não quer dizer que esta disperto e consciente.
Descenir o certo e errado não que pegara caminho certo.
Errado que se aprende e tendo conhecimento não obter sabedoria.
Cada ser é um templo que devemos glorificar.
Diante da guerra temos ser estratégicos e enigmático no pragtismo da realidade ambígua, julgue os espaços tenha para si cubismo político. A politica de ver todo cenario mundial como consumidores bilaterais que consciência maior sera livre dentro do campo conhece é primeira vitória, ter errado responsabilidade de observar senario como um todo é outra vitória, conhecer fundamento da guerra é simplicidade compreensão da vida.
Todos olham para frente!
Olha para baixo é simplicidade errado percebe o cenário olhar para cima quer dizer conhece seu inimigo como conhece a ti mesmo. Olhar para trás é refletir num mundo de deepfakes e resenha nada o tras, defesa é um ato de insensato pois inércia terá o inevitável.
Claro que fakes news são reunidas de medo e dúvidas e incerteza.
A LIÇÃO DA DELICADEZA OCULTA.
Há almas que se apresentam como deserto e, no entanto, ocultam em suas profundezas um jardim ainda não cultivado. A rudeza, nesse contexto, não é essência, mas fenômeno aparente, uma couraça erigida pela experiência e consolidada pela repetição das dores. Entretanto, a lucidez exige distinguir entre a aspereza que protege e a aspereza que degrada. Eis o ponto de partida de uma ética refinada da convivência.
Na tradição da Psicologia, reconhece-se que muitos comportamentos abruptos derivam de Mecanismos de defesa, isto é, estratégias inconscientes que visam preservar o equilíbrio interno diante de ameaças emocionais. A secura no trato, o tom ríspido e a indiferença simulada podem constituir, em certos casos, tentativas mal elaboradas de autoproteção. Todavia, o fato de compreender não implica legitimar. A compreensão é instrumento de discernimento, não de submissão.
A imagem simbólica de um pequeno ser que aprende a cuidar de uma flor delicada oferece um paradigma elevado de conduta. A flor, embora bela, revela-se exigente, por vezes caprichosa, e até contraditória em suas manifestações. Ainda assim, aquele que aprende a cuidar não o faz por ingenuidade, mas por escolha consciente. Ele reconhece que o valor não está apenas na aparência da flor, mas na relação construída, no tempo investido, na atenção reiterada.
Desse arquétipo emerge uma diretriz prática.
Primeiro. Não confundir rudeza com profundidade. Nem todo silêncio é densidade, nem toda aspereza é sinal de dor oculta. A análise exige observação reiterada do comportamento ao longo do tempo, identificando se há sinais autênticos de sensibilidade que justifiquem o investimento relacional.
Segundo. Cultivar a firmeza serena. A delicadeza não é submissão. Cuidar de uma flor implica protegê-la do vento, mas também podar excessos que a prejudiquem. Assim, diante de atitudes rudes, a postura adequada não é a absorção passiva, mas a delimitação respeitosa. A verdadeira ternura educa-se pela coerência, não pela condescendência.
Terceiro. Exigir reciprocidade gradual. Toda relação que aspira à elevação deve tender ao equilíbrio. Se há ternura oculta, ela precisa, ainda que lentamente, manifestar-se. Quando isso não ocorre, a insistência transforma-se em desgaste moral e psicológico. O zelo não pode degenerar em autoabandono.
Quarto. Refinar a própria sensibilidade. Muitas vezes, o desejo de encontrar ternura onde há dureza nasce de uma inclinação interna à idealização. O espírito lúcido aprende a ver com nitidez, sem projetar no outro aquilo que deseja encontrar. A educação do olhar é, nesse sentido, uma disciplina interior.
Quinto. Compreender o tempo. Há flores que desabrocham sob cuidado paciente. Outras, contudo, não florescem no solo em que se encontram. A sabedoria consiste em discernir quando perseverar e quando retirar-se com dignidade. Permanecer onde não há possibilidade de reciprocidade é abdicar da própria integridade.
A síntese dessa pedagogia reside na responsabilidade afetiva. Cuidar não é suportar tudo, nem abandonar ao primeiro espinho. É, antes, estabelecer uma relação na qual a atenção e o limite coexistem em harmonia.
Assim, diante da rudeza que sugere uma ternura oculta, a conduta mais elevada não é a rendição cega, mas o cultivo consciente. Pois aquele que aprende a cuidar sem perder-se transforma não apenas o outro, mas, sobretudo, eleva a si mesmo a uma forma mais nobre de existência.
O Deserto de Dentro
A folha em branco é o corpo de várias árvores
que deram suas vidas para que palavras nascessem sobre o nada.
Ideias nascem e morrem, colocadas no papel:
garranchos para aqueles que querem aprender a ser letrados.
Do espírito lindo, nascem poesias e estrofes de versos.
Um poema corrido, sem pontuação ou exclamação,
que diz: deixem a floresta viver, sejam o espírito da vida.
A essência da existência nasce e procura meios de sobreviver
diante do tempo e do espaço, transcendendo o teu ser.
Embora sejas maravilhoso, repleto no teu existir,
sois cruel, ser humano.
Diante do cosmos complexo, o homem busca e encontra sua essência.
Mas, mesmo olhando para dentro de si, só encontra a escuridão e o silêncio.
No absurdo do universo, há um barulho que ele não compreende.
As vozes ecoam pelo tempo.
Será que um dia sentirá a dor que causou?
Para ter evolução existencial, atravessa a beleza da natureza.
Ainda dá para ver o sangue escorrendo pelo chão,
seus gritos agora silenciados pela motosserra.
Agora temos móveis e um telhado para morar.
"Está frio, vou colocar a lenha no fogo para esquentar."
— "Aproveita e coloca o leite para esquentar, pois está na hora de a bebê jantar."
— "Vou fazer o jantar também e buscar mais lenha; a árvore já está boa para cortar."
O deserto se forma.
O gado pasta onde era floresta.
O mato, para eles, é só mato...
O mato pega fogo.
O ambiente é uma teia no emaranhado da natureza:
tudo faz parte da equação da vida.
Secas e inundações, depois o deserto seco.
O vazio existencial dentro do homem é o que restou no meio ambiente.
Antes da glória vem o desprezo, antes do poder vem o deserto, antes da honra vem a desonra, antes da exaltação vem a humilhação. Você ainda quer ser discípulo do Mestre? Então, imite-o.
O acúmulo financeiro sem uma bússola moral é um deserto; a verdadeira prosperidade é um oásis que nutre a vida de muitos.
Travessia no deserto
O deserto é um lugar difícil e impiedoso,
nele, o perdão diverge da tolerância e as renúncias divergem do ego,
O que deixou de ser moradia hoje se transformou numa sequencia inusitada de tombos e através desses mesmos tombos foi criando asas para alçar os novos voos do amanhã,
Lembre-se, a pressa de algumas ações pode fazer a sua própria realidade doer, pois se uma rosa é apreciada calmamente ao sabor de um olhar atento ela será significativa e se manterá linda, agora se a mesma rosa for apreciada e tocada com euforia ela permanecerá bonita, mas seus espinhos irão fazer a sua tolice sangrar,
Já pedi muito por você para os céus, então a cabeça perguntou, o coração reagiu e o corpo sentiu, porém apenas o silêncio foi quem interagiu,
Logo, foi lá no vazio que eu aprendi como se deve voltar forte e abraçando o mundo.
Rosa dos ventos
E o que vêm depois do fim?
Talvez, chuva de amor no deserto, pode ser ventos levando sonhos possíveis ao topo das montanhas, ou quem sabe, ondas gigantes trazendo novos começos de amor,
Não custa nada imaginar o bem que se faz ao acreditar naquilo que poderia ser impossível momentaneamente, mas que pode nos surpreender como forma de magia ou mágica aparecendo instantaneamente,
Uma rosa entregue a pessoa amada em meio as nuvens escuras e os ventos fortes não pode ser tratado como um adeus, deve ser pensado como um ato de esperança, um desejo de não deixar se perder no tempo o que foi construído mesmo que algumas poucas pétalas de rosas saiam por ai vencidas pela tempestade.
Quando a alma respira Deus,
ela não sufoca nas pressões,
não adoece no deserto,
não se perde no barulho.
Respirar Deus é viver consciente da presença,
é inspirar graça
e expirar confiança.
miriamleal
Mas Deus ainda faz rios correrem em lugares improváveis.
No deserto do Neguebe existiam rios secos que voltavam a correr quando a chuva vinha.
O salmista está dizendo:
Senhor, faz a vida voltar onde tudo secou. miriamleal
José conheceu o cárcere, Davi provou o deserto,
Mas no silêncio da prova, Deus sempre esteve perto.
E o Cordeiro que carregou desprezo e cruz,
Hoje reina em glória, é o Senhor, é Jesus!
Então, não temas o opróbrio, nem a humilhação,
É nesse campo duro que floresce a unção.
Pois quem aprende na dor a confiar e esperar,
Na estação do renovo verá a glória brilhar.
O meu Deus é um Deus que transforma o impossível em testemunho, o deserto em jardim e a dor em propósito; que levanta o caído, honra o esquecido e faz nova todas as coisas.
“Porque dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas; glória, pois, a Ele eternamente. Amém.”
(Romanos 11:36)
Resistir é semear verde no deserto, fé que sangra na terra árida, milagre brutal da esperança que não morre.
