Desejo
Tô doente,
Muito doente.
Eu nem sei o porquê...
Será que é gripe, sinusite
Ou só amor por você?
De fato estou doente,
Mas não há cura para o amor.
Essa doença é tão estranha
Não sei se me gera dor...
Eu só sei que estou doente
Aqui sem entender.
Talvez eu saiba e entenda,
Tô doente de amor por você.
se eu não sou o amor da sua vida
com certeza serei a grande perda
Imortal
Pode até meu amor já ter morrido.
Podes dizer que teu amor morreu.
Só não pode morrer, nem faz sentido,
aquele amor que nosso amor viveu.
Meu amor você é poesia e cantada torna-se uma bela melodia que nos leva à dançar, dançando a gente se envolve num clima apaixonante, depois de tudo feito, sobra nós dois melhores que antes.
A insensibilidade faz de mim um ser de amor incompreendido que não consegue manifestar toda a sua afeição por temer ferir a pessoa amada.
"Embora o amor seja comunicado de diversas maneiras, nossas palavras podem refletir a condição do nosso coração."
BALADA DO AMOR SINCERO
Eu conheço o templo onde tua alma
Faz morada e conheço a docilidade
Do menino fascinante que habita em ti
Na intensidade da paixão que explode
Nasce o mais belo e puro amor
Que pensa que a tudo, pode.
Que o encanto que sinto, não seja breve
Que seja contrario ao desvelo da deslealdade
Da ilusão ambígua e da contradição
Mas, se é a eternidade
Que precisas para o perdão
Por toda a eternidade
Hei de esperar-te, então!
Amor?... Amor não é efeito, nem causa, nem princípio, nem fim, e é tudo isso ao mesmo tempo; é uma coisa que... sim... finalmente, para encurtar razões, amor é o diabo.
A vida por muito me fez sofrer, me deixou sem acreditar, que o amor eu poderia novamente encontrar, mas olho só, o que o destino fez comigo, me mostrou um anjo, que foi capaz de cicatrizar com o brilho do seu olhar e o color do seu sorriso as feridas de um coração já à muito machucado, triste e amargurado, mas então você surgiu pra mim, e curou o que achei ser incurável, as dores de um passado solitário, o destino e a vida foram finalmente tão bons comigo, colocaram você para ser o meu abrigo, meu amor, o meu anjo amigo
Um amor é como espelho
Que pode ser facilmente quebrado
Como eu vejo minha alma gêmea
Que me vê do outro lado
Tenho vontade de vençer
Mas eles só querem me ver morrendo de perder
Aqueles que me julgam,
Terão o que mereçem
Os que riram da vida
Logo se esqueçem
No amor
Não se utilize de joguinhos nem de máscaras
Os joguinhos um dia perdem a graça
E as máscaras um dia caem!
Uma vez, perguntou-se, em minha presença, em que consistia o maior prazer do amor. Alguém naturalmente respondeu: "em receber". E um outro: "em dar-se". Um outro ainda: "prazer de orgulho". E mais outro: "volúpia de humildade". Houve, por fim, um descarado utopista que afirmou que o maior prazer do amor era o de formar cidadãos para a pátria.
Quanto a mim, digo: a volúpia única e suprema do amor está na certeza de fazer o mal. E o homem e a mulher sabem, desde o nascimento, que no mal se encontra toda a volúpia.
