Desculpas Amor Nao Correspondido

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Se pisar no meu calo, eu piso na cabeça.

Inserida por gabriielasousa

A vida é como um abismo, com apenas um único caminho a seguir. Aproveite tudo que lhe é dado antes que tudo isso se vá. Comece a acreditar e continue sempre acreditando.

Inserida por gabriielasousa

Tem solidão que é melhor que qualquer companhia.

Inserida por gabriielasousa

Pedir desculpa nunca matou ninguém, mas o orgulho já.

Inserida por manfsjesus

É incrível como nosso cérebro pode criar todo tipo de forma de evitar a verdade. Ainda mais quando há algo que você simplesmente não quer encarar sobre si mesmo ou sobre quem você ama. Nunca nos cansamos de fugir de nós mesmos. Nunca nos cansamos de inventar desculpas.

Inserida por pensador

Sobre nós :

Ela que tem um sorriso lindo
Ela que tem corrido comigo
Ela que em seus braços tem me acolhido
Eu que a deixei de coração partido;

Sobre nós está restando saudade
Sobre me resta a culpa
Porque ferir quem me ama
E fui covarde demais para pedi desculpa

Amor só seu abraço me fornece abrigo
Ainda sonho contigo
Minha vida e meu jeito te trás perigo
Mais faria de tudo para mudar só pra te ter comigo

Vejo o sol indo embora todo final de tarde
Vejo eu me afundando nessa solidão
Sinto a lagrimas escorrendo do meu rosto
E só me fica um pedido me permite de novo segurar sua mão

Inserida por Ares777

Eu ja tinha a plena convicção de que tudo que estávamos vivendo juntos,iria terminar a qualquer momento,
como uma coisa sem relevância.
e eis que aconteceu.
Até que um certo dia, inesperadamente você me disse:
-Fui apaixonado por você.

A partir dalí meu coração inundou de remorços,
por não ter oferecido o que realmente merecia
e assim permitir que acabasse,
como um caso qualquer sem importância.
Como uma coisa sem relevância.

Inserida por FabianaAlves89

Bom, eu sei que é cedo e ainda muito difícil pensar sobre tudo o que aconteceu. As garrafas vazias quebradas são lembranças na pia. Mas eu pensei que poderia te contar, se não é muito tarde para dizer, eu poderia recolocar as peças, mas talvez elas não se ajustem muito bem. Porque hoje é o dia que eu esqueci você, tirando o lixo, e as fotos que eu escondi de nós dois em 2004. Lembro que eu te dei massagem nos pés, eu te dei meu anel. Porque não haverá mais escalada de montanha, não haverá mais cabelo comprido entupindo o ralo. Eu te vi com o cara que nos deu nossas primeiras tatuagens, ele cobriu meu nome? Foi tão rápido. Então, quando você me perguntou se eu te odiava… Não é você, são só as vezes que eu perdi de dormir com a sua colega de quarto quando você passava mal, mas tudo bem. Estou limpando a casa de novo, ouvindo “I’ve Loved I’ve Laughed I’ve Cried.” Lembra quando seu pai nos pegou no seu quarto? Você ficou desesperada, eu não conseguia parar de rir. E eu ainda posso ver seu pai correndo atrás de mim com uma pá na mão. Nós tivemos tantas brigas, não consigo lembrar o motivo de nenhuma, apenas da tua risada debochada, ou quando você jogava seu cabelo de lado. Eu cheguei perto de esquecer você, eu estava bem na primeira fila, deixando tudo para trás até receber uma carta de um velho amigo. Falando o quanto você ainda se sentia só e falou sobre as canções que lhe fizeram chorar. Eu apenas liguei para dizer “Me desculpe”. Desculpe por ter desistido, eu ainda penso em você, mais do que você pode imaginar e eu espero que você esteja bem, e mesmo que não pergunte, também espero ficar.

Inserida por gabriielasousa

Muita gente tem forma, mas não tem conteúdo.

A maioria das pessoas não reconheceria boa música nem que ela viesse mordê-las na bunda.

Quem tem um sonho não dança.

O objectivo da arte não é representar a aparência exterior das coisas, mas o seu significado interior.

Aos quinze anos, há até certa graça em ameaçar muito e não executar nada.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).

Ser tricolor não é uma questão de gosto ou opção, mas um acontecimento de fundo metafísico, um arranjo cósmico ao qual não se pode - e nem se deseja - fugir.

Mas creio que a não violência é infinitamente superior à violência, o perdão é mais nobre que a punição. O perdão enobrece um soldado. Mas a abstenção só é perdão quando há o poder para punir; não tem sentido quando pretende proceder de uma criatura desamparada. Um camundongo dificilmente perdoa um gato que o dilacera. Compreendo os sentimentos daqueles que clamam pela punição condigna do General Dyer e outros iguais. Haveriam de esquartejá-lo, se pudessem. Mas não creio que a Índia seja desamparada. Não me considero uma criatura desamparada. Apenas quero usar a força da Índia e a minha própria para um propósito melhor.

Sempre fui geniosa. Opinião forte, do tipo que defende quem ama e não leva desaforo para casa. Quando gosto fica estampado na minha cara. E quando não gosto meu sorriso não sabe usar máscara. Por mais que eu tente não consigo disfarçar. Quando vejo estou fazendo, ainda que sem querer, caras, bocas e caretas. É quase impossível controlar.

Nunca fui de beijar qualquer um. Sempre respeitei minha boca e meus sentimentos. As paixões iam e vinham rápido demais. Não me prendia a ninguém. Gostava do agito, do flerte, da sensação de seduzir, do poder. Acho que toda mulher tem esse lado: a gente quer ser diva, deusa, idolatrada, desejada. Faz parte do universo feminino. Os homens querem conquistar, nós queremos o desejo. A gente quer o desejo deles. Eles querem despertar o desejo. Dupla dinâmica, junta a fome e a vontade de devorar cada pedacinho.

Um dia me apaixonei loucamente. Não era amor, hoje eu sei. E hoje eu sei porque virei outra pessoa. Acho que o amor de verdade faz a gente se encontrar, se aceitar, dizer sim para o outro e para o espelho. Amor inventado, de mentirinha, de momento serve pra gente se transformar em alguém que não é. Difícil entender? Também acho, por isso precisei viver. Como eu já disse, as experiências dos outros nunca me serviram de lição, preciso cair, dar com a cara no paralelepípedo, me ralar inteira. Só assim aprendo, só assim consigo entender todas as partes do quebra-cabeça. Porque a vida da gente é isso: pecinha que junta em outra pecinha. E tudo vai tomando forma, tudo vai fazendo algum sentido (será?).

Então me apaixonei. É, eu estava apaixonada. Naquela época eu escrevia muito, uma necessidade horrenda de colocar tudo pra fora, de fazer ele entender meu quase amor. Eu passei a não fazer as coisas que gostava. Se ele gostava de rock eu gostava de rock. Se ele gostava de Paris ou Renda nas unhas, eu pintava de Paris ou Renda. Logo eu, que sempre gostei de cores escuras. Se ele gostava de morenas eu pintava o cabelo. Logo eu, que tenho a pele clara, sou sardenta e tenho cabelo claro. Se ele não gostava de decotes eu saía na rua vestida de astronauta. E assim fui indo. E um dia me olhei no espelho: cadê eu? Me perdi no meio de tudo, no meio dele, no meio de mim, no meio da história, no meio desse amor de mentira. Aquilo era irreal. Mas meu peito doía. Meu coração chorava. Eu sofria inteira. Inteirinha.

Cada vez que ele dizia vem eu ia. A cada palavra áspera dele eu me tornava mais e mais infeliz. E o pior de tudo é que gostava de ir me afundando nessa infelicidade. Me agarrava em momentos felizes, que eram raros. Só que eram bons. A gente tem a estranha tendência de ficar colada na parte boa. A memória nos trai. É difícil aceitar as coisas como são, colocar na balança e ver: me faz mais mal ou mais bem? O que ganha nessa conta maluca? É difícil tirar os óculos de coração e ver a vida como é, sem tempero, sem sal, sem mostarda, sem gosto nenhum: crua. E eu tinha medo, muito medo de perder ele. Podia me perder, mas perder ele estava fora de cogitação. Enlouqueci. Escrevi cartas. Bilhetes. Liguei. Chorei. Implorei. Pedia pelo amor de Deus, não me trata assim. Pelo amor de Deus, fica comigo. Pelo amor de Deus, me ouve. Pelo amor de Deus, vamos fazer dar certo, juro que pinto as unhas de Renda ou Paris, esqueço o decote, nunca mais falo palavrão, sim, pois moça de família não fala palavrão, nem tem opinião, é mandada pelo homem e acha tudo muito natural, meu senhor. Prometo ser a Amélia perfeita. Prometo não brigar, não ser eu mesma, não ter ataque. Pelo amor de Deus, não me deixa aqui sozinha.

Então ele casou. Com outra. E eu bebi uma garrafa de champanhe inteira. Da boa, porque tomar trago com bebida sem qualidade dá uma dor de cabeça maluca. Eu bebi, chorei, bebi, chorei, chorei e bebi. Tive a fase da raiva, da saudade, dos questionamentos. Por quê? Por que todo mundo tem um amor, um emprego, é feliz e eu sou uma azarada? Por que tem tanta gente cretina no mundo e eu, logo eu, sou tão legal com todo mundo e só me ferro? Por que a vida é tão injusta? Por que tudo que eu faço não dá certo? Depois dessas fases, tive a fase de brincar de estátua. Sim, a gente vira estátua. Não tem muita vontade de sair, de se divertir, de rir, de brincar, de nada. Normalmente é aquela fase das músicas bregas e filmes de chorar. Se é pra sofrer que seja com elegância, nada de limpar o nariz e secar lágrimas com papel toalha, vamos usar lencinho de papel. É mais suave e não irrita o nariz.

Demorou um tempo, mas passei a me enxergar. Primeiro, comecei a me valorizar mais. Segundo, fiz as pazes com meu espelho. Terceiro, descobri que quem me ama tem que gostar de cada pedaço podre meu. Eu tenho, você tem, todo mundo tem. A gente ama quando aceita o lado ruim do outro. Aceitar as qualidades é tão fácil. Na hora de conviver com cada defeito o bicho pega. E pega de jeito. Vi que não posso querer agradar. Vi que a minha melhor amiga sou eu. Vi que quem gosta de mim tem que me aceitar. A palavra é essa: aceitação. E pra começar qualquer coisa a gente precisa ter orgulho de quem é. Quando eu aceitei tudo isso e me encarei de frente, encontrei um barbudo de olhos verdes. Ele se transformou no amor da minha vida. E também não gosta de Paris ou Renda. Sorte a minha, sorte a nossa.

(...) em torno do sexo, será justo sintetizarmos todas as digressões nas normas seguintes: Não proibição, mas educação. Não abstinência imposta, mas emprego digno, com o devido respeito aos outros e a si mesmo. Não indisciplina, mas controle. Não impulso livre, mas responsabilidade.

Chico Xavier
Vida e Sexo

Só eu, de qualquer modo, não sou o mesmo, e isto é o mesmo também afinal.

Sou apaixonado por abraços. Não resisto a segurança de abraços fortes e sinceros.

É que nem mulher que não presta. Não adianta voltar. Não dá nem pra olhar para ela.